Profissional Web designer, cuida das cores, estilo e fontes

O profissional web designer, em geral, não se preocupa muito com códigos, fontes ou tecnologias para manter um e-commerce no ar, porém o seu desempenho em um e-commerce ou um website pode ser a diferença entre o cliente fechar negócio com a empresa ou fechar com o concorrente, pois, para o usuário final, o trabalho do web designer é que demonstra, através das imagens do sistema, a sua credibilidade. Para tanto, o web designer tem contato constante com a equipe de marketing e vendas e, através de estratégias de marketing, trabalha as formas de vendas via Internet pelas imagens, disposição dos layouts e anúncios. A principal característica do web designer é a criatividade, ou criador, e, segundo Malzone(2006), ele deve ser observador, atualizado, indagador, persistente, objetivo, responsável e estrategista. Ser um web designer é criar mídias digitais para cativar o cliente.

Fundamentos de Design

Em uma Internet onde quase não se observa padrões de design e milhares de websites que não são projetados para os usuários e sim por alguma exigência do mercado acaba tornando por sua vez o website fora do padrão e acaba passando pela sua identidade visual um aspecto de “desleixado” Embora a função do web designer seja trabalhar com a criatividade, o profissional deve ter em mente que existem diversos websites consagrados no ar e que algumas composições de imagens já são, até certo ponto, “assertivas” e padronizadas para os navegadores da web. Para esses padrões já estabelecidos na web, existem alguns princípios básicos, segundo Damasceno (2003, p.10): (a) a harmonia, (b) as formas e suas funções, (c) o equilíbrio entre os elementos, (d) a atração de elementos e (e) a simplicidade da composição.

(a) Harmonia: trata-se da coerência visual, percebida pela visualização total do trabalho. Através da organização visual dos elementos na tela, pode-se extrair do usuário uma das respostas: website de “bom gosto” ou website de “mau gosto”. Os elementos do website são as cores, tamanhos de imagens e posicionamentos e qualquer elemento na tela.

(b) As Formas e suas funções: a forma é o meio universal de representar a funcionalidade de um elemento ou componente, como, por exemplo, na figura abaixo, as formas de setas para direita e para esquerda do menu de navegação tem como objetivo demonstrar a função de “voltar” para página anterior ou “avançar “ para a próxima página.

(c) Equilíbrio entre os elementos: De acordo com Damasceno (2003, p.15), trata-se da: “proporção ideal entre imagens e textos, hierarquização correta dos elementos e também quando confere fácil identificação de todos os componentes aos usuários.” Observe as figuras abaixo que mostram claramente o desequilíbrio e equilíbrio entre figuras com o mesmo conteúdo.

(d) Atração de elementos: As informações, hipertextos, imagens ou produtos devem ser agrupados de forma hierárquica ou em sequência de modo que os elementos que se correspondam fiquem próximos. No design, por exemplo, o “carrinho de compras” como ícone de um botão ou link demonstra ao usuário que, ao clicar naquele botão, ele irá visualizar os produtos que adicionou à sua compra. Outro exemplo seria o uso de links por meio dos quais o usuário cliente entra no setor de periféricos de computador do e-commerce. Nesse caso podem aparecer, em algum local do e-commerce, produtos dessa categoria que são visitados, expondo promoções e produtos mais visualizados.

(e) Simplicidade da composição: com o estilo atual da vida dos usuários de Internet, um website conciso não somente é padrão dos websites como também é uma forma de atrair o visitante novamente à página. Então ter o foco na mensagem a ser passada faz com que o usuário não precise “caçar” o que ele procura dentro do website. Embora, muitas vezes, as imagens falem mais do que as palavras, é preciso cuidado com os excessos de imagens, a fim de não desviar o usuário do foco da mensagem.

Obtendo um domínio para uma hospedagem particular

Caso a opção não seja contratar um hosting, mas, sim, preparar um server em uma empresa, deve-se seguir os passos abaixo:

Primeiro: antes tudo, deve-se guardar o domínio em questão. Após esse passo, é preciso contratar um plano de Internet junto ao ISP* com IP fixo (O IP será o mesmo sempre, diferentemente das conexões domésticas, que são dinâmicas e o número IP muda), geralmente, com banda dedicada (diferentemente das bandas domésticas, que são variáveis, alterando a banda conforme horários de pico; a provedora da Internet garante apenas 10% no contrato do valor contratado).

*ISP (ou Internet Service Provider ou Provedor de Serviços de Internet): são empresas que têm como recurso principal o acesso à Internet. São elas que fornecem o IP e fazem a “ponte” entre um IP e outro. O IP fixo é fornecido por elas. As principais ISPs da cidade de São Paulo são: Vivo – antiga Telefônica, StarOne da Embratel, NET,etc.

Neste endereço: http://internet-map.net/ , pode ser vista a rede mundial de computadores de forma gráfica, precisamente em forma espacial, a qual parte do princípio de que cada endereço é um ponto no espaço e esse espaço é aumentado conforme sua importância (número de acessos).

Segundo: deve-se preparar um servidor, ou seja, em vez de usar um microcomputador, usam-se um servidor e todo aparato de equipamentos necessários para que funcione (ex. nobreak, estabilizador, mouse, teclado, monitor, impressora, roteador, switch, etc.), pois permite múltiplas conexões, maior confiabilidade em aplicações multitarefas, etc. Vários servidores podem ser vistos nos principais fabricantes, como Dell, IBM e HP .

Terceiro: é necessário algum sistema operacional que rode em servidor, como, por exemplo, Linux, Unix, Ms Windows Server ou NT, Novell, entre outros, e é preciso, também, possuir o webserver que irá receber as conexões externas pela web e apontar os clientes para as páginas Web. São estes os principais servidores: Apache Server, Microsoft IIS (Internet Information Server), Tomcat , etc.

Quarto: deve-se adquirir uma licença anual do Certificado de Autenticação. Esse certificado gera o Https no servidor, que dará suporte a cartões de crédito e conexões criptografadas e seguras (são requisitos básicos para transações em alguns bancos).

Porém, antes, é necessário baixar um software de Certificate Signing Request (CSR) ou Pedido de Certificado de Assinatura para o webserver do servidor. Esse software gerará uma chave no servidor que, ao ser enviada para a empresa provedora da CA ou Certificado de Autenticação, esta fornecerá o download do software de Certificação SSL e, ao instalar no webserver, ela copiará os endereços do logotipo da empresa CA e postará no código-fonte da página web. Os procedimentos das empresas CAs variam de empresa para empresa, mas, após esses passos, a aplicação web estará segura, como mostra a Figura (A), com a barra de endereço do browser do cliente (Google Chrome®) iniciando com Https (Caso haja algum erro na autenticação, aparecerá o que se vê na Figura (B), demonstrando que a conexão não é segura. Também pode ser provocado esse erro por browsers antigos ou pela data e hora do computador que estejam incorretas).

Após a Certificação SSL, é acrescentada à rede do servidor uma camada de segurança. Pode-se observar a diferença entre uma rede com SSL (certificada) e outra sem, embora seja em linguagem de máquina e seja “transparente” exceto pela apresentação do Https, pelos browsers

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Com SSL (1) a primeira rede da figura confiável. (2) na barra de endereço da figura confiável são claramente vistos o Https e o símbolo do cadeado. A confiabilidade deste domínio está na autenticação, integridade e privacidade de dados. (3) a camada TCP da rede está abaixo da camada SSL (Secure Socket Layer), que se introduz ao assinar um Certificado Digital, A SSL (Secure Socket Layer) é uma camada que permite que as conexões HTTPS (porta 443) com o browser do usuário sejam criptografadas. Browsers antigos, geralmente, possuem conflitos com certificados atuais, e problemas também são encontrados em microcomputadores que estão com data e hora desatualizados. Exemplo: ao entrar no GMAIL com a data no computador de 1-1-2007. A criptografia das mensagens pode variar de empresas de CA, bem como seu algoritmo e tamanho da chave de comunicação

Sem SSL (1) segunda rede da figura não confiável. (2) a barra de endereço mostrada na figura, aparece apenas o www., pois o http:// é automaticamente ocultado pelo browser. (3) note que a camada TCP na figura, está abaixo da camada de aplicação, ou seja, da porta HTTP.A porta HTTP comunica se diretamente com o browser sem nenhuma criptografia.

Obtendo um domínio para uma hospedagem terceirizada

Para se ter um e-commerce ou website, deve-se, primeiro, “guardar” o domínio; em segundo lugar, deve-se solicitar a uma das empresas de hosting ou hospedagem (veja 2.1.1) que aponte os servidores para o domínio que irá ser registrado; em terceiro, as empresas devem enviar de dois a três endereços IPs; e em quarto lugar, esses endereços serão apontados no cadastro do domínio do Registro.br.

Empresas de hospedagem ou hosting São empresas que hospedam websites e que possuem diversos planos e serviços que devem ser analisados atentamente. Antes de assinar um hosting, é necessário analisar vários aspectos que dizem respeito à empresa:
(1) É idônea, isto é, reconhecida por sua confiabilidade e estrutura ?
(2) Tem suporte à linguagem de programação usada no website ou e-commerce?
(3) Tem suporte ao Banco de Dados utilizado no website ou e-commerce?
(4) Tem suporte 24 horas?
(5) Não fica fora do ar constantemente?
(6) Não fica lento ao entrarem várias pessoas ou em horários de pico (19:00 às 22:00) ?
(7) Algumas hospedagens oferecem sistema de gerenciamento de conteúdo* e templates* para manipulação de websites em seus pacotes, ou seja, não, necessariamente, o assinante precisa desenvolver um website.

Glossário

*template: é o nome dado ao modelo de conteúdo ou documento. Neste caso de hospedagem, são modelos de páginas pré-prontas que o assinante ou usuário modifica apenas seu conteúdo visual, não seu código-fonte (código em Html ou alguma linguagem de programação).

*sistema de gerenciamento de conteúdo: ou CMS (Content Management System) – são aplicativos que gerenciam (criar, editar, publicar, excluir…) conteúdos web, como notícias, informações, artigos, textos, imagens, sons, etc. A princípio, este aplicativo recebe a informação e transmite-a no website, sem, necessariamente, o usuário alterar o código-fonte da página. Este aplicativo é muito usado em diversos websites corporativos, como páginas educacionais, jornalísticas, do governo, bancárias e páginas que possuem muito conteúdo de leitura, como blogs e páginas wikis. São diversos os aplicativos desenvolvidos para CMS; existem os pagos [de empresas que desenvolvem e vendem para grandes empresas sistemas CMS, por exemplo, vm2.com.br ] e os gratuitos, que em geral, são sistemas web. A princípio é necessário que haja um microcomputador preparado para instalá-los; são aplicativos leves, mas que, em geral, requerem a instalação de algum banco de dados e webserver para rodar no browser (navagador de Internet). Alguns aplicativos CMS: JOOMLA, WordPress, PHP-Nuke, Mambo, Microsoft SharePoint, etc.

Para e-commerce: (1) (PRINCIPAL) Tem planos que dão suporte a pagamentos on-line, ou seja trabalha com Https ? (2) Muitas empresas de hospedagem já possuem, em seus planos, um template* de e-commerce e seu gerenciador, cabendo ao assinante apenas inserir os produtos e organizar as disposições do cabeçalho, menus de navegação e disposição de produtos, ou seja, já está tudo desenvolvido, paga-se apenas um aluguel pelo uso e o assinante fica responsável pela inserção e divulgação dos produtos. (3) Algumas empresas de hospedagem, além de darem suporte a pagamentos on-line, também intermedeiam a compra do produto pelo cliente e, com uma porcentagem da venda, ou não, dependendo do plano, repassam o valor recebido ao assinante da loja virtual.

Registro BR – órgão gerenciador de domínios do Brasil

Primeiro passo para se ter um domínio no Brasil é solicitá-lo junto ao único órgão responsável por gerenciar os domínios (.com.br).registro_br_registro_dominio

Na parte (1), temos a opção de pesquisar a existência ou origem de um domínio específico. Essa opção é importante, pois mostra o contato e os servidores de quem o registrou e mostra, principalmente, se esse mesmo domínio a ser consultado está disponível para registro ou não. A pesquisa, por exemplo, de cruzeirodosul.edu.br mostra que o domínio já está registrado e configurado os servidores, clicando no link, Mais Informações e Whois, mostra detalhes de quem o registrou.

A sessão (2) é a sessão de cadastro. Todos devem fazer o cadastro, já que é gratuito. Ao ter um nome de um domínio que não existe, através do cadastro, pode-se “guardá-lo”, ou seja, comprar o domínio por alguns dias até registrá-lo devidamente, ou seja, até pagar a taxa do registro.br (R$ 30.00) e apontar os IP dos servidores que irão ser responsáveis pelo novo domínio. Após o cadastro, para adquirir um domínio, é preciso logar, com seu ID/Senha, e preencher um formulário de cadastro de domínio como segue abaixo. Para facilitar a explicação desse formulário, vamos dividi-lo em 4 partes. Segue, abaixo, uma breve descrição das partes do formulário de registro de domínios. Na seção (1) do formulário, deve ser digitado o novo domínio e depois escolher a área de atuação.

No formulário, variam de 1 a 69 os tipos de registro.BR. Na seção (2), há 2 variações: “Pessoa Jurídica” e “Pessoa Física”. No Brasil, os domínios que forem de atuação comercial são obrigatoriamente cadastrados com CNPJ, ou seja, é preciso fazer um breve cadastro da empresa, porém uma empresa pode cadastrar vários domínios. Para domínios de cunho profissional liberal ou afins, somente o CPF é necessário.

Na seção (3), o ID principal é o de registro, porém é possível delegar contatos para cobrança e suporte técnico para outros IDs. Na seção (4), no Servidor “Master” e “Slave 1” devem ser colocados o IP fixo fornecido pela ISP ou os IP´S de hospedagem.

Existem pessoas que compraram domínios com os nomes de empresas que ainda não o tinham, para depois venderem-no à própria empresa. Daí a importância de comprar o domínio com o nome da empresa ou até comprar o nome, a fim de evitar que isso ocorra, pois, a partir do momento em que um domínio é cadastrado, não se pode tirá-lo de quem o cadastrou nem recuperar esse domínio até que seu cadastro seja cancelado. Dica: se a empresa for cadastrada em outro ID, peça que o ID que cadastrou a empresa lhe transmita o registro da empresa, caso contrário, somente o ID que tiver cadastrado a empresa será o responsável pelo domínio.

Definição de Domínio: www.dominio.com.br

Um domínio é um endereço eletrônico que contém caracteres alfanúmericos (letras e números)
que informam o endereço eletrônico, seguido da sua área de atuação, juntamente com a sua
nacionalidade, geralmente, iniciando por www.

Exemplo:
www.teo.com.br
www – word wide web (rede mundial de computadores)
cruzeirodosul – nome eletrônico do portal
edu – área de atuação educacional
br – domínio de nacionalidade brasileira
Abaixo alguns exemplos de áreas de atuação:
.com.br – comercial
.ind.br – industrial
.edu.br – educacional
.net.br – uma opção ao .com.br
.blog.br – blogs
.flog.br – websites cujo conteúdo são imagens
.vlog.br – websites cujo conteúdo são vídeos

 

Para domínios estrangeiros – diferentemente dos brasileiros, que contêm apenas um portal –
há vários portais de gerenciamento de domínios e os principais são:

Namecheap www.namecheap.com
GoDaddy www.godaddy.com
Dynadot www.dynadot.com
DOMAIN www.domain.com

Nos domínios estrangeiros, principalmente dos Estados Unidos, os domínios são terminados
sem indicar a nacionalidade.

Exemplo
:
www.nasa.gov
www – word wide web (rede mundial de computadores)
nasa – nome eletrônico do portal
gov – área de atuação: pesquisa governamental sobre exploração espacial.

Principais formas de endereçamento e ancoras

1. URL– Uniform Resource Locator ou Localizador Padrão de Recursos – não,
necessariamente, são domínios de internet; geralmente são endereços de algum recurso do
sistema que disponibilizam arquivos, impressoras e outros recursos.
Exemplo : http://ftp.ubuntu.com/ubuntu/ (Disponibiliza o S.O. Linux Ubuntu)

2. IP-Internet Protocol ou Protocolo de Internet – são endereços numéricos que identificam
um recurso, dispositivo ou domínio. Exemplo: 74.125.229.183 – até a data da realização
deste material, é equivalente ao dominio www.google.com.br; ou seja, sabendo o endereço
IP, não é preciso, necessariamente, digitar o endereço do portal, porém é óbvio que é muito
mais fácil memorizar palavras do que números. Naquele caso seria como chamar as pessoas
pelo CPF em vez de pelo primeiro nome.

3. Http (Hypertext Transfer Protocol ou Protocolo de Transferência de Hipertexto) request
e response. Na Web, quando o usuário solicita uma página web, ao digitar o endereço
eletrônico, o solicitante faz um http request; nos Servidores DNS´s, ao localizar o servidor
solicitado, o Servidor DNS entrega ao solicitante o http response, ou seja, a página Html
(HyperText Markup Language ou Linguagem de Marcação de Hipertexto) ou serviço web na
porta HTTP do computador solicitante, juntamente com o endereço IP do servidor solicitado.

4. DNS – Domain Name Sistem ou Sistema de Nomes e Domínios. Lendo acima sobre
IP, vemos que é a forma numérica de um endereço eletrônico. O DNS, a grosso modo, é
uma “lista” que “liga” o endereço IP ao endereço eletrônico. A título de exemplo, imagine a
seguinte situação: uma lista telefônica gigante que contém o nome completo do indivíduo e seu
respectivo número de telefone; porém a ordem de apresentação do nome, na lista telefônica,
começa pelo último nome, depois aparece seu nome do meio e depois seu primeiro nome,
ao lado do seu número de telefone. Na web funciona, mais ou menos, da mesma forma;
quando se digita www.teo.com.br, é feita uma verificação de trás para frente, como
mostrado na Figura abaixo:
(1º) identifica que o endereço eletrônico pertence ao país Brasil,
(2º) após essa identificação, faz busca “na lista das áreas de atuação” educacionais,
(3º) em seguida, localiza o primeiro nome ou nome da Instituição,
(4º) aponta o endereço IP desse domínio.
(5º) e leva o usuário que digitou o endereço do portal para o serviço da HTTP camada
TCP (veja a Figura na página 11),que fica localizado na porta 80, do host do portal www.
cruzeirodosul.edu.br, á página padrão da Internet, a primeira a ser enviada ao solicitante
(usuário) caso digite apenas o endereço eletrônico (sem / depois do .br, exemplo: www.
teo.com.br/teste.hml) sem o index.htm, seguido das extensãoes html, php, jsp,
aspx. O nome index vem de indexação, ou seja, uma espécie de padrão universal para menu,
sumário ou índice, que, porém, pode ser configurado no servidor.

5. Link – Diminutivo de Hiperlink ou Hiperligação – são, geralmente, apontamentos ou
âncoras para outros domínios.

Direitos autorais previstos por lei (Lei 9.610/98 artigo 49)

No Brasil, os direitos autorais são previstos por lei (Lei 9.610/98 artigo 49) que garante os direitos do autor sobre o conteúdo desenvolvido e que combate a distribuição não autorizada, a cópia ou plágio, e o seu infrator vai responder em juízo ou pagar indenização. Essa lei é válida tanto para Internet como para casos que ocorrem fora dela. Geralmente, a existência dos seguintes símbolos © , ® , ™,copyright, alguma assinatura ou marca dá agua significa que existe, de alguma forma, o registro ou a patente do conteúdo, podendo ser ele um nome, uma logomarca, etc.

Existem websites especializados em disponibilizar conteúdos gratuitos, como imagens, fotografias, templates de websites, códigos-fontes, etc. Esses websites têm como critério vários tipos de licenças, como CCL (Creative Commons Licence), “As licenças Creative Commons são várias licenças de copyright , publicadas primeiramente em 16 de dezembro de 2002 pelo Creative Commons, uma organização sem fins lucrativos fundada em 2001”. que é uma forma de utilizar o conteúdo fornecendo os créditos pelo mesmo conteúdo. Existem também conteúdos que podem ser utilizados revelando sua fonte de acordo com critérios da ABNT ou com qualquer outro padrão, procedimento muito encontrado em revistas especializadas, periódicos, livros, monografias, dissertações, teses e trabalhos acadêmicos.

Compras Via Internet: Compra não presencial! Comércio Eletrônico.

Inicialmente tanto os computadores quanto os personal computers, eram muito caros e somente uma pequena parcela restrita entre milionários, pesquisadores, bancos e Instituições governamentais tinham acesso. No decorrer dos anos, com diversas formas de baratear a fabricação dos componentes internos e a invenção dos transistores (substituindo a antiga válvula) o custo dos computadores diminui abruptamente de forma que muitos equipamentos que utilizam-se da lógica booleana acabou sendo impactado com custos menores nos quesitos de componentes elétricos.

Com o barateamento do personal computer, celulares, Internet acessível para grandes cidades do Brasil, cursos de informática acessíveis, cursos superiores de Computação, Telecomunicações, investimento de infraestrutura por parte do Governo e empresas privadas, hoje em dia, o Brasil tornou-se um grande concorrente mundial em termos de acessos, números de horas de conexão, compras on-line, acesso em redes sociais; os internautas brasileiros conquistaram destaque no mundo, pois, até maio de 2012, tivemos concentrados no Brasil 80 milhões de usuários, segundo IBOPE(2012).

Esses fatores colocaram o Brasil na mira de investidores internacionais e nacionais, que observam, com entusiasmo, o crescimento do mercado e-commerce de 30% ao ano (IBOPE, 2011) e apresentando mais milhões de usuários novos registrados por mês – somente entre setembro e outubro de 2011 registraram-se mais 32 milhões de novos usuários, segundo IBOPE (2011). Umas das ferramentas para prover o comércio eletrônico para o consumidor é o navegador ou browser.

Para personal computers, no ínicio da decáda de 90, o browser era o Mosaic, mas, no final dessa mesma década, a antiga Netscape predominava. Com a popularização do Internet Explorer, a Netscape acabou migrando para o Mozilla Firefox. E, nessa disputa, apareceram o Opera, o Google Chrome, e, para o Sistema Operacional Macintosh, da Apple, o Safari, que predomina embora haja também versões para pc. Segundo IBOPE (2011a), no Brasil, os principais produtos de vendas no comércio eletrônico estão nos:

[…] cinco setores mais visualizados pelos internautas nas lojas online. Em primeiro lugar, ficou o segmento de eletroeletrônicos, seguido por vestuário e têxtil, cultura (livros, CDs e DVDs), casa e decoração, e informática. Entre o líder, eletroeletrônicos, as categorias mais vistas foram eletrodomésticos, televisão, vídeo e DVD e eletroportáteis para casa.

A publicidade (imagem de outra empresa dentro de um website), uma forma de B2B da Internet, sinalizava, no início de 2012, um crescimento de 39% em relação ao ano anterior, segundo IBOPE (2012): No primeiro mês de 2012 foram veiculadas mais de 6 mil campanhas de 2.124 diferentes anunciantes, um crescimento de 39% se comparado a janeiro de 2011. O número de peças publicitárias em formato display passou de 20 mil e representou um aumento de 69% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Além da publicidade também existem os links patrocinados (classificam os websites nos primeiros lugares, nos motores de busca).

Monetate (2012) aponta que, no comércio eletrônico, quase 29,67% dos consumidores são redirecionados através dos motores de busca. O comércio eletrônico, nas redes sociais, dá-se com a divulgação da marca, produto ou serviço, mas o fechamento do negócio propriamente dito ocorre no próprio e-commerce.

Um aplicativo que tem levado milhões de internautas das principais redes sociais ao e-commerce é Pintrest, que é responsável por 26,48% dos consumidores que entraram no e-commerce, segundo Monetate (2012).

Fonte: http://www.socialable.co.uk/

Novas Tendências da Internet

Em entrevista a Prescott (2006,p.11-12), Vinton Cerf (um dos pais da Internet) aponta quase 1 bilhão de usuários em toda rede, compartilhando informações. A facilidade propiciada pelas redes estimulou grande crescimento de serviços comerciais e educacionais aos usuários.

Atualmente segundo dados de Gharzeddine(2011) e Gomes afirmam que, o número de humanos no planeta atinge marca recorde de 7 bilhões no ano de 2011, considerando esta afirmação relacionando as declarações de Vinton em 2006 temos uma estimativa de 13% da população mundial conectados atualmente. Arruda (2011) aborda dados relativos ao nosso país, mostrando que quase metade dos brasileiros estão em velocidade considerada média, e a outra metade estão os que navegam abaixo da velocidade média e usuários que navegam com conexões super-rápidas :

No Brasil, quase metade dos usuários (48%) usa a internet com uma conexão considerada de velocidade média (512 Kbps a 2 Mbps).

Além disso, cerca de 31% dos internautas brasileiros navega a uma velocidade lenta, de até 512 Kbps. Já as conexões super-rápidas, em nosso país, correspondem a apenas 6% da população conectada […] Mas quando o assunto é o tempo usado na internet, o brasileiro lidera o ranking […]cerca de 30 a 31 horas online por mês. Os internautas com velocidades consideradas rápidas ou médias são os que mais ficam conectados.

Rasmussen (2011) aponta uma tendência de crescimento para o uso da Internet em aparelhos móveis, que podem ser considerados também uma nova plataforma para comércio eletrônico: Os acessos em alta velocidade à Internet por redes móveis superaram as conexões de banda larga fixa, que somaram 14 milhões no primeiro trimestre. Banda larga no Brasil cresce 51,5% durante o primeiro trimestre. Alguns livros muito interessantes que poderão abrir mais sua visão sobre marketing são:

STERNE,J. Marketing na Web: Integrando a Web à sua estratégia de Marketing. Rio de Janeiro: Campus,2000.

KOTLER,P; Armstrong, G. Introdução ao Marketing. 4º ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2000. WESTWOOD,J.

Como preparar um plano de Marketing. 7 ed. São Paulo : Clio,1996.

GOMES, H. Um mundo, 7 bilhões de pessoas.

ISTOÉN° Edição: 2190 – Disponivel em : http://www.istoe.com.br/reportagens/172295_UM+MUNDO+7+BILHOES+DE+PESSOAS

Mercado é um contexto de troca e relacionamento: Kloter e Armstrong (2000)

Segundo Kloter e Armstrong (2000), mercado é um contexto de troca e relacionamento. O grupo de consumidores reais de um produto ou serviço também é denominado mercado. Também é conceituado como uma relação dos consumidores e dos fornecedores de um determinado produto, por exemplo, mercado de TI, mercado automobilístico. Consumidores, Instituições educacionais e governamentais, empresas que estejam, em algum determinado momento, fazendo trocas constituem o mercado.

Organização Atacadista e Varejista

Organizações atacadistas e varejistas são responsáveis pela distribuição de produtos e serviços do fornecedor ou ponto de produção aos consumidores (ponto de utilização). A organização atacadista, segundo Kotler e Armstrong (2000, p. 222), são “todas as atividades ligadas à venda de bens ou serviços para aqueles que compram para revenda ou uso organizacional”. Para esses autores, a organização varejista refere-se a:

[…] todas as atividades de venda de bens ou serviços diretamente para consumidores finais, para uso pessoal não relacionado a negócios […]

Embora a maioria do varejo seja feita através de lojas, nos últimos anos, o varejo sem loja, vendas por mala direta, telefone, de porta em porta, máquinas automáticas e meios eletrônicos vem crescendo de maneira assustadora;. (Kotler e Armstrong, 2000, p.211).

Tabela dos Elementos Fundamentais do Marketing – os 4 Ps

Produto
Produto ou serviço que satisfaça as necessidades dos consumidores. Ex. Um aparelho celular que aceita/possui entrada USB embutido e sem cabo.

Preço

Ao identificar o consumidor deve ajustar o preço aos padrões do mercado, considerando os custos para produção do produto (funcionários, matéria-prima,…) e margem de lucro. Ex. Custo [$ 350,00, o milheiro], Margem de Lucro [60%] , Concorrência [varia entre $399,00 e $699,00] , Preço [$ 560,00 à vista ou $ 699,00 parcelado].

Ponto

O consumidor encontra facilmente o produto ou o produto se encontra próximo do consumidor. Ex. Lojas das principais operadoras e grandes varejistas.

Promoção

O consumidor identifica no produto vantagens que nos da concorrência não teria. Ex. À vista o custo é melhor; tem entrada/saída USB no próprio aparelho, transformando-o em um pendrive; se cair no chão não se despedaça; e a bateria dura vários dias, usando todos os aplicativos do celular.

 

Tabela dos Elementos Fundamentais do Marketing – o 5º e o 6º P.

Padrão

Desenvolvimento de procedimentos e rotinas para todos os processos vitais da empresa: produção, manuseio, venda, promoção e pós-venda de um produto, buscando a menor variabilidade possível em cada ação mercadológica.

Pessoas

Qualquer transação comercial envolve direta ou indiretamente pessoas: fornecedores, os talentos humanos da empresa e clientes. A empresa deve estimular, treinar e educar seus colaboradores para assegurar que seus produtos e serviços respeitem e satisfaçam a clientela. Cada colaborador deve se tornar um eficiente agente de marketing.

Sistema Gerenciador de Banco de Dados: Business Intelligence & CRM

Business Intelligence

O BI- BusinessIntelligence – pode ser definido como o processo de coletar grandes quantidades de dados, realizar sua análise e apresentar um conjunto de relatórios que condensem a essência dos dados para a tomada de decisões do negócio fundamentais para a empresa.

Outra visão do BI o mostra como um método/ferramenta para melhorar o desempenho dos negócios, fornecendo assistências poderosas para nível executivo. As ferramentas de BI são vistas como uma tecnologia que permite a eficiência de operação do negócio por fornecer uma informação de valor para a empresa e, consequentemente, o modo como estas informações são utilizadas.

O conceito de BI foi trazido pelo Gartner Group desde 1996 e por eles definido como a aplicação de um conjunto de metodologias e tecnologias, tais como J2EE, DOTNET, Web Services, XML, data warehouse, OLAP, Data Mining, as tecnologias de representação, etc., para melhorar a eficácia da operação da empresa, de apoio à gestão/decisão para alcançar vantagens competitivas. O BI hoje se tornou uma solução integrada para empresas, dentro do qual o requisito do negócio é definitivamente a chave mestra que impulsiona a inovação tecnológica. Como identificar e tratar de forma criativa esse negócios-chave é a questão principal, logo, sempre o grande desafio de uma aplicação de BI para alcançar o impacto nos negócios real.

Para auxiliar nessa resolução, o BI possui diversos softwares para a ação ETL, o Data Wharehouse, a consulta banco de dados e elaboração de relatórios, a ferramenta OLAP e o Data Mining. O Business intelligence (BI) possui dois diferentes significados relacionados com a utilização do termo “inteligência”. O mais importante, é a capacidade da inteligência humana aplicada aos negócios assuntos/atividades. A Inteligência de Negócios é um novo campo de investigação da aplicação das faculdades cognitivas humanas e artificiais para a gestão e apoio à decisão em diferentes problemas de negócios.

O segundo refere-se à inteligência como informações, valorizando-as quanto a sua relevância. São imprescindíveis informações, conhecimento e tecnologias eficientes no tratamento de negócio organizacional e individual. Assim, nesse sentido, a inteligência de negócios é uma ampla categoria de aplicativos e tecnologias para coleta de dados, proporcionando acesso e análise de dados com o objetivo de ajudar os usuários corporativos a tomar melhores decisões de negócios, tendo um conhecimento abrangente de todos os fatores que afetam o negócio. É imperativo que as empresas tenham conhecimento profundo sobre fatores, tais como os clientes, concorrentes, parceiros de negócios, ambiente econômico e operações internas, para tornar eficaz na tomada de decisões de negócios de qualidade e inteligência de negócios.

Atualmente, elevando os padrões empresariais, as tecnologias e automações levam a uma grande quantidade de dados disponíveis que criam/requerem tecnologias de armazenamento para criar repositórios para esses dados, os chamados Data Wharehouses. Ferramentas como ETL (Improved Extract, Transform, load – Extração, Transformação/Processamento, Carregamento Melhorados) e EAI (Enterprise Application Integration – Integração Empresa-Aplicativos/ Ferramentas) são elementos chave na melhoria da coleta de dados, bem como a ferramenta OLAP (Online Analytical Processing – Processamento Analítico Online) permitem uma geração mais rápida de relatórios de análise de dados

A Inteligência de Negócio tornou-se a arte de peneiração através de grandes quantidades de dados, extraindo informações pertinentes, e transformando essas informações em conhecimento sobre as quais ações importantes podem ser feitas para a empresa.

Alguns Componentes do BI

OLAP (Online Analytical Processing): refere-se à maneira pela qual os usuários de negócios podem acelerar a busca de dados usando ferramentas sofisticadas que permitem a navegação de dimensões, tais como tempo ou hierarquias. O OLAP é usado para a elaboração de relatórios, análise, modelagem e planejamento de otimização do negócio, trabalha com outras ferramentas (Data Warehouses e Data Marts) que são projetados para sofisticados SGIs. Esse processo auxilia na análise de tendências e fatores críticos, gerando relatórios agregados de dados para manter o gestor informado do estado dos seus negócios.

Advanced Analytics ou Data Mining: Faz a análise e previsão dos dados, o que possibilita vantagens com técnicas de análise estatística para fornecer informações seguras.

BI em tempo real: Permite a distribuição de métricas através de e-mail, mensagens sistemas e / ou exposições interativas.

Data Warehouse: É, talvez, o componente mais significativo do BI, pois suporta e gerencia a armazenagem de dados e a sua propagação física pela rede que o manipula, criando integração de registros, limpeza, agregação e consulta a tarefas melhores, elementos esses usados por toda empresa, do tático ao operacional.

Data Marts: Essa ferramenta é uma coleção de dados, semelhantes ao Data Wharehouse, para suporte a tomada de decisão com base nas necessidades de determinadas áreas ou departamentos. Por exemplo, a área de finanças tem seu Data Mart, o marketing o seu e assim por diante. Resumidamente, pode se dizer que o Data Mart é um Data Wharehouse setorizado

 

Sistema Gerenciador de Banco de Dados

O Sistema Gerenciador de Banco de Dados, também conhecido por SGBD, é formado pelo agrupamento dos dados associados a um conjunto de softwares que acessa esses dados. Diferente das ferramentas já aprendidas aqui, o objetivo do SGBD é criar um ambiente que convenha tanto a eficácia do acesso a esses dados quanto a sua análise/manipulação, bem como o trabalho a todo armazenamento de informações empresariais, ou seja, o banco de dados.

Os sistemas de banco de dados tem seu projeto baseado na gerência dos enormes volumes de informações, o que implica na definição das estruturas de armazenamento das informações e dos mecanismos para manipulação de informações; esses sistemas também possuem a função de assegurar a segurança das informações, impedindo, dentre outros, o acesso não autorizado.

 

Problemas que devem ser combatidos pelo SGBD.

Inconsistência e Redundância de Dados: Já que arquivos acabam sendo criados por diferentes analistas, é comum que esses arquivos sejam feitos em formatos diferentes, ou possam estar repetidos no banco de dados.

Dificuldade de Acesso aos Dados: Ocorre quando existe uma relação de empregados, e se essa relação não tiver sido prevista inicialmente no sistema faz-se necessário que uma adequação ao sistema seja desenvolvida e que gere esta lista solicitada.

Isolamento dos Dados: Dados dispersos em vários arquivos, que apresentam diferentes formatos, torna muito difícil escrever novos módulos para a recuperação apropriada destes dados.

Problemas com Integridade: Manutenção de dados elevados demais para manter a integridade dos valores internos dos arquivos (informações).

Problemas de atomicidade: Ação de precaução em que, uma vez detectada uma falha nos arquivos ou no sistema de arquivos, os dados sejam salvos em seu último estado consistente, anterior a essa falha.

Anomalias no acesso concorrente Alguns sistemas permitem atualizações simultâneas dos dados para aumento do desempenho, porém essa interação, quando muito elevada, pode resultar na inconsistência dos dados.

Problemas de Segurança Delimitação de quais estão ou não estão autorizados a acessar o banco de dados em seus diversos níveis.

Fonte: Notas de Aulas, Lab. T.I., UNILINS, (2012) Disponível em: http://goo.gl/s3vFKT. Último acesso: 10/09/2013

 

CRM

CRM (Customer Relationship Management) é um conceito forjado para descrever a forma como planejar meios estruturados de gestão das relações com os clientes.

Uma ferramenta de CRM permite que uma empresa possa gerenciar relacionamentos com clientes de uma forma estruturada e organizada com softwares que normalmente são hospedados; podem ser adquiridos em empresas específicas, encomendados particularmente para sua empresa ou ser adquiridos na forma de serviços na nuvem. Muitas empresas que implementam um CRM veem melhorias substanciais nos processos de negócios, departamento de vendas, bem como o lucro do negócio.

A maioria dos sistemas CRM normais são divididos em três módulos principais:
• marketing
• vendas
• atendimento ao cliente

Marketing

O módulo de Marketing permite que sua equipe de marketing planeje a longo e curto prazo atividades de marketing ao seu negócio.

Planejamento de Marketing

Os planos de marketing podem ser inseridos no CRM e orçamentos, metas e tarefas relacionadas podem ser definidos no sistema para suas campanhas. As campanhas podem ser específicas para o tamanho da empresa, localização, produtos preferidos, etc., pois tudo isso são informações armazenada dentro do CRM.

Gerenciamento de campanhas

‘Campanhas’ de marketing podem assumir a forma de feiras, anúncios de TV, anúncios de revista, e pode atingir diferentes clientes potenciais. Essas campanhas têm diversos dados recolhidos que são inseridos no CRM, dando-lhe uma precisão no sucesso da campanha de marketing.

Vendas

O módulo de vendas CRM ajuda a seus gerentes de vendas estruturar seus processos de equipe de vendas e de pré-venda através de cotações e fechamento de negócio. O CRM permite que as equipes de vendas identifiquem as interações fundamentais dos clientes (chamadas, reuniões, e-mails etc.). Gerentes de vendas podem processar esses dados e comparar cotas de vendas em relação às vendas reais.

Além disso, o CRM pode alertar automaticamente os gerentes, informando cursos de ação recomendadas, e proporcionar uma comunicação estruturada, diminuindo o trabalho da administração. Isto é conhecido como “fluxo de trabalho automatizado” e pode ser personalizado para combinar com a política de vendas da sua empresa.

Gestão de Oportunidades

Oportunidade é o ponto chave das vendas, receita potencial para a empresa. O CRM ajuda a equipe de vendas, organizando tudo; as informações relevantes no banco de dados central ajuda os gerentes de negócios, fornecendo em tempo real identificadores de oportunidades como:
• “Janela” de vendas;
• Clientes Potenciais;
• Oportunidade de vendas e interesse do produto;
• Receita esperada de vendas;
• Data prevista de fechamento de vendas;
• Principais datas relacionadas com vendas.

Gestão de Atividades As “atividades” são elementos como reuniões, discussões, notas internas, e-mails. A Gestão de Atividades permite registrar todas as suas atividades de vendas em uma plataforma centralizada, ajudando-o a construir uma visão 360° da comunicação com o cliente. A maioria dos CRMs permite sincronizar essas atividades com o MS Outlook / Lotus Notes entre outros. Atendimento ao Cliente O CRM permite gerir de forma eficaz a capacidade de suporte ao cliente da sua empresa. Isso também pode ser personalizado para atender a sua empresa e ajudá-lo a fornecer seus serviços. Além disso, eles podem reduzir drasticamente o seu suporte administrativo pela construção de uma base de dados da empresa, que pode ser usado pela equipe de apoio e até mesmo acessados por seus clientes em um “portal”.

CRMs geralmente incluem as seguintes funcionalidades de apoio ao cliente:
• Service Level Agreement (SLA) – Contrato de Serviços;
• Management Solution – Planejamento de Recursos e Agendamento;
• FAQ – Respostas à Perguntas Frequentes;
• Administração de Call center;
• Apoio à gestão colaborativa de recursos de clientes.

A solução CRM pode melhorar substancialmente seus negócios, proporcionar visibilidade em inteligência de negócios críticos e tornar suas equipes mais eficientes. O conceito mais importante a ter em mente: você deve saber como gerenciar as relações com os clientes. Um sistema de CRM é só uma ferramenta, não uma panaceia para todos os problemas. Consultores não serão capazes de ajudá-lo com todos os problemas. Você precisará fazer o trabalho por si

A gestão empresarial precisa do apoio de sistemas: Gestão da Informação.

A gestão empresarial precisa cada dia mais do apoio de sistemas, pois estes dão segurança, agilidade e versatilidade para a empresa no momento em que se processam as decisões. As empresas precisam estar preparadas para lidar com os problemas internos e externos do ambiente em que estão inseridas, para tanto, buscam no desenvolvimento de sistemas de informações suporte para a resolução desses problemas.

Os sistemas de informação objetivam a resolução de problemas organizacionais internos, e a consequente preparação para enfrentar as tendências da crescente competitividade de mercado.

A exigência do mercado competitivo, dinâmico e principalmente globalizado motiva as empresas a operarem com um sistema de informação eficiente, garantindo níveis mais elevados de produtividade e eficácia.

Na era da informação, o diferencial das empresas e dos profissionais está diretamente ligado à valorização da informação e do conhecimento, proporcionando soluções e satisfação no desenvolvimento das atividades. Para serem efetivos, os sistemas de informação precisam corresponder às seguintes expectativas:
• Atender as reais necessidades dos usuários;
• Estar centrados no usuário (cliente) e não no profissional que o criou;
• Atender ao usuário com presteza;
• Apresentar custos compatíveis;
• Adaptar-se constantemente às novas tecnologias de informação;
• Estar alinhados com as estratégias de negócios da empresa.

Ao atender esses requisitos a empresa se sente confiante no momento de utilizá-lo no processo decisório de seus negócios.

Classificação de Sistema de Informação

Os sistemas podem ser classificados de acordo com a sua forma de utilização e o tipo de retorno dado ao processo de tomada de decisões. Os sistemas podem ser de contexto operacional ou gerencial, ou seja:
• Sistemas de Apoio às Operações
– Sistema de Processamento de Transações (SPT)
– Sistemas de Trabalho do Conhecimento e de Automação de Escritório (STC e SAE)

• Sistema de Apoio Gerencial
– Sistema de Suporte da decisão (SSD)
– Sistema de Suporte Executivo (SSE)
– Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Veremos agora cada um dos sistemas de forma mais clara.

• Sistema de Apoio às Operações
Os sistemas de Apoio às Operações de uma empresa têm por principais metas processar transações, controlar processos industriais e atualizar banco de dados, fornecendo informações de âmbito interno e externo. Apesar da sua importância para o desenvolvimento normal das atividades da empresa, não consegue desenvolver informações específicas, necessitando do apoio do sistema de informação gerencial.

– Sistema de Processamento de Transações (SPT)
A automatização dos trabalhos repetitivos e rotineiros comuns aos negócios da empresa agiliza e facilita a realização dos trabalhos. Além de oferecer uma gama maior de informações. Como exemplo, pode-se citar a emissão de notas fiscais e o controle de estoque.

“Um sistema de processamento de transações é um sistema computadorizado que executa e registra as transações rotineiras diárias necessárias para a condução dos negócios”. LAUDON e LAUDON (2001)

– Sistemas de Trabalho do Conhecimento e de Automação de Escritório (STC e SAE)

Os aplicativos dos escritórios são projetados com base na necessidade de manipulação e gerenciamento de documentos, aumentando, assim, a produtividade dos envolvidos com a atividade; por exemplo, a editoração eletrônica, arquivamento digital, planilhas de cálculo e outros, favorecem a qualidade e agilidade das tarefas.

Sistema de Apoio Gerencial

Quando se fala em fornecer informações para a tomada de decisão, toda a empresa deve estar envolvida nesse processo. A complexa relação entre os diversos gerentes de uma organização deve ser facilitada pelos sistemas de apoio gerencial.
São eles:
– Sistema de Suporte da decisão (SSD)
Os sistemas de suporte da decisão são munidos de grande quantidade de dados e ferramentas de modelagem, permitindo uma flexibilidade, adaptabilidade e capacidade de resposta rápida ao nível gerencial da organização. Eles oferecem recursos cruciais que viabilizam o suporte às decisões de nível gerencial.

– Sistema de Suporte Executivo (SSE)
Os sistemas de suporte executivo dão suporte ao nível estratégico da empresa e ajudam a definir os objetivos a serem estabelecidos, utilizando-se de tecnologia avançada para a elaboração de gráficos e relatórios. Os usuários desse sistema são os executivos seniores. Os sistemas de suporte executivo não são projetados para resolver problemas específicos; em vez disso, fornecem uma capacidade de computação e telecomunicações que pode mudar a estrutura dos problemas.

– Sistema de Informação Gerencial (SIG)
O sistema de informação gerencial dá suporte às funções de planejamento, controle e organização de uma empresa, fornecendo informações seguras e em tempo hábil para tomada de decisão. Os executivos devem buscar projetar os sistemas de informação gerencial inserindo dados de origem interna e externa, existindo, portanto, uma interação entre os meios, resultando na concretização dos objetivos preestabelecidos pela empresa. As fontes externas advêm do relacionamento com fornecedores, acionistas, clientes e concorrentes, facilitadas nas atuais circunstâncias pela evolução tecnológica.

As fontes internas estão relacionadas aos bancos de dados mantidos pela organização. Os bancos de dados são atualizados pela captura e armazenamento dos dados resultantes da integração dos diversos sistemas que compõem a organização, entre eles, sistemas de finanças, sistemas de contabilidade, sistemas de recursos humanos, sistemas de venda e marketing.

A seguir há duas tabelas que resumem as classificações dos sistemas para uma compreensão mais detalhada:

 

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titpicacao_sistemas_informacao_ecommerce_consultoria

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As decisões são tomadas sob diversas condições: sob condições de certeza, condições de
incerteza e condições de risco. As decisões programadas normalmente oferecem um grau de
risco menor do que as decisões não-programadas.
Em se tratando das decisões tomadas sob certeza, o elemento de decisão tem conhecimento
das consequências ou resultados de todas as alternativas, sendo assim, pode escolher a melhor
dentre as alternativas propostas.
Com relação às decisões tomadas sob condições de incertezas, os resultados são desconhecidos
e gerados sob probabilidades, cujo elemento de decisão tem pouco ou nenhum conhecimento
das informações que formam as alternativas.
Na tomada de decisão com risco, todas a alternativas têm um resultado específico e são
projetadas sob probabilidades conhecidas.

O tomador de decisão conhece todas as alternativas
e sabe que o risco é inevitável. Dessa forma e possível observar que a tomada de decisão está
diretamente relacionada ao potencial informativo do Sistema de Informação da empresa, e este
dever ser o mais útil possível na geração da melhor informação no auxílio ao gestor.
Os sistemas de informação gerenciais fortalecem o plano de atuação das empresas. A geração
de informações rápidas, precisas e principalmente úteis para o processo de tomada de decisão
garante uma estruturação de gestão diferenciada, resultando em vantagem competitiva sobre as
demais empresas.

TABELA 1: Tipificação dos Sistemas de Informação
Vendas e
Marketing Produção Finanças Contabilidade Recursos
Humanos
Sistemas de Nível Estratégico
Sistema de
Informações
Gerenciais (SIG)
Administração
de vendas
Controle de
estoque
Análise de
Investimento
de Capital
Análise de
recolocação
Sistema de
Suporte a Decisão
(SSD)
Análise de
regiões de
venda
Programação
da Produção
Análise
de preço
lucratividade
Análise de
custo contratual
Sistema de Nível de Conhecimento
Sistema de
Trabalho do
Conhecimento
(STC)
Engenharia
de Estação de
Trabalho
Estações de
Trabalho
Gráfica
Estações de
Trabalho
Gerencial
Sistema de
Automação de
Escritório(SSD)
Processador de
Texto
Documentação
de Imagem
Calendários
Eletrônicos
Sistema de Nível Operacional
Sistema de
Processamento de
Transação (STP)
Controle de
máquina
Negociação
de Títulos
Folha de
Pagamento Compensação
Monitoramento
de Pedido
Programação
de Fábrica Contas a pagar Treinamento e
desenvolvimento
Processamento
de Pedido
Controle de
Movimentação
de Material
Administração
do Caixa
Contas a
receber
Manutenção
de registro de
empregado
TABELA 2: Características dos Sistemas de Processamento de Informação
Tipo de
sistema Informações Entrada para
Processamento Informações Saída para
Usuários
SSE Dados Agregados Internos e
Externos
Imagens,
Simulações
Projeções; respostas
para questões Gerentes Sr.
SSD
Baixos volumes de dados ou
banco de dados volumosos
organizados para análise de
dados; modelos analíticos e
ferramentas de análise dados
Interatividade;
Simulações e
Análise
Relatórios especiais;
analise de decisões;
respostas para as
questões
Profissionais;
Gerência
administrativa
SIG
Dados de transação
resumidos; grandes volumes
de dados; modelo simples
Relatórios
rotineiros; modelo
simples; análise de
nível inferior
Resumo e relatórios
de execução
Gerentes de
nível médio
STC Especificações de projeto e
base de conhecimento
Modelagem;
simulações Modelos; Gráficos Profissionais e
pessoal técnico
SAE Documentos; prazos
Gerenciamento
de documentos;
programações;
comunicações
Documentos;
programações e
correio
Trabalhadores
de escritório e
administrativo
SPT Transações e eventos
Ordenação;
listagem; fusão;
atualização
Relatórios detalhados
listas e resumos
Pessoal
operacional;
supervisores

 

VANTAGENS POR OPTAR PELO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO

O E-commerce oferece ao consumidor agilidade de compras e recebimento do produto/serviços, preços geralmente mais atrativos (baratos) do que em lojas, oportunidade de comparar preços de forma ágil, canal de comunicação, etc.

Canal Dinâmico, Versátil e Personalizado – Numa loja virtual tudo pode acontecer muito rapidamente, coisa que no mundo físico por muitas vezes é atravancado por conta da burocracia, falta de tempo e recurso, entre outros motivos. Por exemplo, é possível criar vitrines virtuais diferenciadas e mutáveis com um pequeno esforço de codificação, outra ainda, é possível inserir componentes de novas tendências que estão em destaque pela mídia em geral (Facebook, Twitter e demais que ainda surgirão).

  • Sua loja aberta 24×7: Na internet seus produtos ficam ao alcance dos seus clientes 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isso sem mudar sua planilha de custos, diferentemente, claro, que uma loja física que tem altos custos por hora que fica aberta, como funcionários, encargos, energia, etc.
  • Baixo investimento inicial: Se comparado com o processo de abertura de uma loja física, o investimento necessário para abrir uma loja virtual torna-se incrivelmente mais baixo, pois não demanda muito espaço físico, o próprio estoque pode ser escalado aos poucos e até mesmos os custos com pessoal e encargos são mais baixos.
  • Alta Disponibilidade – Em se tratando de um comércio físico, os consumidores têm a limitação de horário, de locomoção, entre outros fatores que podem impedi-los de realizarem sua compra no momento da necessidade.
  • Amplo alcance geográfico: Na internet, em linhas gerais, pode-se vender para qualquer lugar do mundo, mas é claro que fatores como divulgação e logística são mais fáceis de trabalhar a nível nacional.
  • Estoque Funcional – Quando um cliente se dirige a uma loja física ele já sabe que irá vivenciar a experiência sensorial sobre um produto, logo esse mesmo deverá estar à disposição.
  • Divulgação barata e eficiente: Negócio online, divulgação online. É uma máxima do mercado virtual, ou seja, não se faz necessário o uso de mídias onerosas como outdoors, TV e similares para divulgar seus produtos. Um trabalho de SEO bem feito pode inclusive levar a Zero o investimento para trazer bons clientes ao seu site.
  • Redução do Custo Operacional – Se analisarmos dois faturamentos exatamente iguais gerados por duas unidades de negócios, sendo uma delas física e a outra eletrônica, chegaremos à conclusão que as despesas direitas serão muito reduzidas, porque se tratando de unidade eletrônica muitas nuancem para atrativo do cliente serão desprezadas, entre elas, os vendedores, a estrutura física, entre outras.
  • Clientes envolvidos: Nada como ter seus clientes trabalhando para você, auxiliando na divulgação e fixação dos seus produtos e sua marca. Na internet isso acontece com frequência, pois bons produtos, entregues com qualidade e gerando uma boa experiência de uso são certamente viralizados nas redes sociais pelas mãos dos próprios internautas satisfeitos
  • Transformar-se em Referência – Por muitas vezes lidando com produtos específicos e um nicho de mercado, no mundo digital é muito mais fácil e rápido se tornar um referencial para toda uma comunidade.

Vantagens aos compradores:

  • maior comodidade na compra do produto ou serviço;
  • disponibilidade da loja estar aberta 24 horas por dia;
  • acesso a qualquer momento por meio de smartphones ou outros aparelhos com conexão à internet, e
  • facilidade nas pesquisas comparativas.

Números do comércio eletrônico

O e-bit, desde 1999, realiza pesquisas sobre hábitos e tendências do comércio eletrônico no Brasil, os números apontam que o consumidor está interessado nas facilidades que o varejo eletrônico oferece. De acordo com a pesquisa trimestral de intenção de compra no varejo, realizada pelo PROVAR, em parceria com a e-bit, 53,8% dos consumidores pretendem comprar no mundo offline no período de Julho a Setembro desse ano.

Confira as Desvantagens do E-commerce