Loja Virtual Utilizando Plataforma Nuvem Shop com cadastro automático de produto

Hoje lancei mais uma nova virtual, utilizando a plataforma de e-commerce NuvemShop

Utilizei o sistema de cadastro automático de produtos. Aonde é informado o site e o sistema faz a captura de todos os produtos do site, extraindo: Titulo, foto, descrição, variações (cor,tamanho,modelo), captura dados como (peso,altura,largura,comprimento), e em especial, busca também e extrai o código EAN-GTIN do produto.

Além de extrair os dados dos produtos para cadastrar na plataforma, fizemos um trabalho de incremento de informações:

  1. Foto no topo da descrição. A imagem na descrição do produto ajuda a aumentar a conversão de vendas
  2. Avaliações: Ninguém gosta de ser o primeiro a avaliar um produto ou comentar a respeito do produto. Por isso importamos de uma base de dados as avaliações dos produtos
  3. Video – Buscamos videos de produtos no Youtube e inserimos na descrição
  4. Produtos Relacionados: Listamos os principais produtos relacionados com a terminologia utilizada para apresentar os produtos que possuimos e também incrementar o conteúdo do produto.

Todo este trabalho é de suma importância para: A) Não termos o mesmo conteúdo da concorrência B) Ajudar no posicionamento do Google C) Apresentar mais informações aos clientes, e não termos apenas uma linha de descrição do produto.

E o mais bacana disso. Tudo em apenas 4 dias de trabalho. Conseguimos cadastrar 1.800 produtos, utilizando nosso sistema de CRAWLER

Acesse a loja e confira: http://www.roqueshop.com.br/http://loja.roqueshop.com.br/

 

Arquitetura genérica de E-commerce ou páginas Web

A forma de representar uma arquitetura de um e-commerce ou páginas Web, de forma genérica, é entre 3 camadas. Esta característica de distribuição qualifica-se como: Camada 1 – Apresentação; Camada 2 – Regras de Negócio e Camada 3 – Camada de Dados. Para o usuário final que está no Browser são ocultas todas as camadas, exceto a primeira.

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Modelagem de Dados

As ferramentas de desenvolvimento de um website ou e-commerce distinguem-se em 7
categorias :
1) Modelagem UML
A modelagem Unified Modeling Language é uma notação de diagramas que documenta e
especifica os modelos de software orientados a objetos. Seguindo do UML, a mesma compõe
diversos aspectos e formas de visualizar um sistema. Dentre as formas, destacamos as mais
comuns como:

(a) Diagrama de Casos de Uso – mostra a interação dos usuários entre as
funcionalidades do sistema.
(b) Diagrama de Classes – mostra a interação e o relacionamento entre as classes do sistema.
(c) Diagrama de Sequência – mostra as trocas de mensagens entre os métodos do sistema.
(d) Diagrama de Estado – mostra o ciclo de vida de um objeto no sistema, focando quando
o mesmo é iniciado e terminado, e as interações que mudam seu estado atual.

 

2) Modelagem de Dados

A modelagem de Dados projeta o Banco de Dados, no qual, através das ferramentas
citadas abaixo, é gerado o código SQL (Structured Query Language) que é instalado na
ferramenta SGBD. O Banco de Dados é projetado, valendo se dos conceitos de E-R (Entidade
e Relacionamento) ou Diagrama de Classes no padrão da UML, as principais características das
entidades são: nome, atributo e tipo de dado e relacionamento entre outras entidades.

As principais ferramentas são:
MySQL Work Bench http://dev.mysql.com/downloads/tools/workbench/
DBDesigner 4 http://www.fabforce.net/dbdesigner4/
Erwin http://erwin.com/worldwide/portuguese-brazil
Open ModelSphere http://modelsphere.org/

Tabela – Sistemas de Modelagem de dados disponíveis para download

a) Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD)
A ferramenta SGBD é o software que provê o serviço e o gerenciamento de Banco de Dados
do sistema.

As principais ferramentas são:
MySQL http://dev.mysql.com/downloads/
PostGreeSQL http://www.postgresql.org/download/
Apache Derby http://db.apache.org/derby/derby_downloads.html

Tabela – SGBD´S disponíveis para download

3) Ambiente Integrado de Desenvolvimento ou IDE

O IDE (Integrated Development Environment) é um software que facilita a programação
propriamente dita, intimamente ligada à linguagem de programação, pois cada linguagem
de programação, geralmente, tem seu IDE. Em certos casos não possui. Existem linguagens
de programação que permitem escrever no Bloco de Notas e utilizar outros programas como
Compiladores ou Interpretadores para gerar o programa.
As principais ferramentas são:
Eclipse http://www.eclipse.org/downloads/
Netbeans https://netbeans.org/
Visual Studio http://www.microsoft.com/visualstudio/pt-br/download
SharpDevelop http://www.icsharpcode.net/opensource/sd/
Tabela – IDE´s disponíveis para download

(a) Linguagem de marcação: antes de iniciar alguma linguagem de programação para
a Web, é primordial iniciarmos o HTML (HyperText Markup Language), ou Linguagem de
Marcação de Hipertexto, que é composto pelos símbolos < e >, que são chamados de tags.
Essa linguagem de marcação de conteúdo é um conjunto de códigos por meio do qual
o Navegador ou Browser (exemplo: Google Chrome) tem o primeiro contato com o
website; geralmente é por onde se inicia o conteúdo e a forma de expor esse conteúdo.
No exemplo ao lado, é mostrado o texto “Olá Mundo” no Browser.

(b) Linguagens de Programação Web: linguagens de programação são instruções
gravadas no computador que executa estas instruções, transformando estas instruções em
tarefas computacionais. Existe uma infinidade de linguagens de progra-mação, mas, para a
Web, temos algumas. A escolha das linguagens de programação não influencia o e-commerce,
pois, para o cliente ou usuário que irá navegar no sistema Web, é totalmente imperceptível a
programação do website.
Ao utilizar uma linguagem de programação, o desenvolvedor abre o leque, literalmente, do
software, transformando um Website apenas de conteúdo estático à um Website interativo
com um simples formulário ou um grande sistema com diversos relatórios, consultas,
cadastros, mensagens etc.
Costumeiramente, para Internet, o que define a escolha da linguagem são dois aspectos: (1) o
domínio do web developer e (2) o servidor possuir o Servidor de Aplicação (ou middleware)
correspondente à linguagem de programação escolhida.
Acima vimos um exemplo de comandos em HTML que se inicia com a frase “Olá Mundo”.
Também seguem exemplos de como ficaria essa mesma frase em algumas outras linguagens.

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Algumas Linguagens de programação Web são:
1. PHP (Hypertext Preprocessor)
2. JSP (JavaServer Pages)
3. C Sharp ou C #
4. ASP (Active Server Pages)
5. Python
6. Pear

 

4) Web Server ou HTTP Server
São softwares da categoria middleware que recebem uma requisição HTTP request
diretamente do Browser ou do Navegador, e que distribuem o que é solicitado por HTTP
response. Geralmente esse software já vem instalado em Sistemas Operacionais Servidores,
como Linux, Unix, Novell e Microsoft Windows Server.

5) Frameworks
São coleções de códigos-fonte,bibliotecas de funcionalidades abstratas ou aplicações que
facilitam o serviço do programador em relação à produção de códigos.
Hibernate http://www.hibernate.org/downloads
Struts http://struts.apache.org/download.cgi
Spring Source http://www.springsource.org/spring-framework
CodeIgniter http://ellislab.com/codeigniter/user-guide/installation/downloads.html
Tabela – Frameworks disponíveis para download

6) Middleware
De forma geral, são softwares que estão entre as camadas de Rede e de Aplicação ou entre
o Sistema Operacional e outros programas. Na Unidade anterior, vimos que o Certificado de
Autenticação faz com que as conexões sejam criptografadas em um e-commerce. Esse é um
exemplo de Middleware

Seu uso vai muito além do que participar de um servidor. Com o Middleware, pode-se
ter vários sistemas em diferentes servidores e ter relacionamento entre eles. Através de API´s
(Interface de Programação de Aplicativos), vários programas podem utilizá-lo. Serve também
para tarefas como computação distribuída, persistência, autorizações, identificações, controle de
diretórios, certificados digitais entre outros.
Uma das aplicações encontradas no Microsoft Windows, quando falamos de Middleware, é
o ODBC (Open Database Connectivity). Esse driver (na figura abaixo) faz a comunicação entre
alguns Bancos de Dados e softwares. Nesse driver é direcionado o caminho do Banco de Dados
e o software se comunica com ele. Observe, na aba “Drivers” da figura abaixo, alguns Bancos
de Dados pré-configurados. Caso haja necessidade de um Banco de Dados que não esteja
disponível nesse local, pode ser instalada uma espécie de “atualização” para a comunicação.

Destaco os Middlewares abaixo:
JDBC http://www.oracle.com/technetwork/database/enterprise-edition/jdbc-
112010-090769.html
Corba http://www.omg.org/technology/corba/corbadownloads.htm
JBoss ESB http://www.jboss.org/projects
Ginga http://www.ginga.org.br/
Tabela – Middlewares disponíveis para download

a) Servidor de Aplicação
Um exemplo de funcionalidade seria receber o endereço de uma página do usuário e enviá-
lo à página que foi solicitada. Porém a forma como se dá essa execução é mais complexa, pois
esse mesmo servidor de aplicação é responsável pela execução dos códigos das Linguagens de
Programação contidas nas páginas solicitadas, em outras palavras é esta aplicação que “roda”
a linguagem de programação. Nesse aspecto, aumentam muito as possibilidades de recursos do
sistema, o Servidor de Aplicação permite também o envio e recebimento de e-mails, transações comerciais e acesso ao Banco de Dados online.

Alguns servidores de Aplicação:
GlassFish https://glassfish.java.net/
TomCat http://tomcat.apache.org/
IIS http://www.iis.net/
JBoss http://www.jboss.org/overview/
Tabela – Servidores de Aplicações disponíveis para download

7) Plataformas
São programas de código-fonte de e-commerce que são disponibilizados pelas empresas
ou desenvolvidos de forma particular. Temos plataformas caracterizadas por 4 categorias de
desenvolvimento e distribuição:
(1) gratuitamente, pela Internet, através da licença Open Source (Código aberto);
(2) locação, que o Administrador usa conforme contrato mensal ou gratuito;
(3) desenvolvimento próprio, em que a empresa opta por desenvolver um e-commerce
particular e fechado que atenda a suas necessidades;
(4) de forma agregada, ou seja, um e-commerce “filho” é agregado a um e-commerce
maior “pai”, em que se distribuem alguns dos produtos do “pai” para o “filho”, tendo ambos
o mesmo suporte, porém layout e nome de site diferentes.
Abaixo apresentamos alguns e-commerces genéricos, que podem ser baixados e alterados
para uso.
Oscommerce http://www.oscommerce.com/
Prestashop http://www.prestashop.com/pt/baixar
Magento http://www.magentocommerce.com/pt_BR
Algozone http://www.algozone.com/free-oscommerce-downloads.php
Templatemonster http://www.templatemonster.com/
Tabela – Plataformas disponíveis para download

 

Ferramentas para Desenvolvimento na Web e Servidores:
www.dsc.ufcg.edu.br/~garcia/cursos/ecomm/apresentacoes/arquitetura-ecommerce.ppt
Saiba mais sobre Middleware:
http://www.dimap.ufrn.br/~flavia.delicato/Middleware_aula1.pdf
Desenvolvimento na Web com Softwares Livre:
http://www.slideshare.net/givanaldo/desenvolvimento-web-com-software-livre
Linguagens de Programação: PHP
http://php.net/manual/pt_BR/index.php
Linguagens de Programação: JSP (Muito BOM)
http://www.devmedia.com.br/introducao-ao-java-server-pages-jsp/25602
Exemplos de código em C# e Asp.NET
http://www.w3schools.com/aspnet/webpages_examples.asp
UML
http://docs.kde.org/stable/pt_BR/kdesdk/umbrello/uml-elements.html#use-case-diagram

Tipos de comércio eletrônico, e-commerce, loja virtual, venda online, venda não presencial!

Os tipos de comércio variam. Alguns utilizam a Internet, outros, a Intranet, mas, em geral,
sempre existe um lado que compra e outro que vende. Seguem, abaixo, algumas formas de
comércio eletrônico e as siglas usadas para identificá-las.

B2B-Business to Business: de empresa para empresa; empresas buscam parcerias em
áreas em comum.
B2C- Business to Consumer: de empresa para consumidor; geralmente, é a busca do
cliente pela empresa que fornece algum produto de seu interesse.
B2E-Business to Employee: de empresa para colaborador; nesta abordagem, o
funcionário possui descontos nos produtos da empresa na qual trabalha.
C2B-Consumer to Business: de consumidor para empresa; é destacado como uma
espécie de leilão de algo de que o consumidor precisa; as empresas disputam entre os
valores, prazos e vantagens a oferecer ao cliente.
C2C-Consumer to Consumer: de consumidor para consumidor; é o comércio em que
o consumidor quer revender seu produto a outro consumidor.
G2B-Governement to Business: de instituições governamentais para empresa; realizada
através de licitações públicas, relações com impostos e renovação de licenças.
G2G-Governement to Governement: de instituições governamentais para instituições
governamentais; compra/troca mercadorias, empresas estatais, prestação de serviços.
S2B-Student to Business: de estudantes para empresa; são empresas que disponibilizam
treinamentos ou equipamentos para estudantes, oferecendo maior desconto ou
gratuidade, para capacitá-los para o mercado de trabalho, formando, assim, um novo
profissional qualificado em seu produto.

Tipos de Usuários

Temos, geralmente, duas opções:

(1) o cliente e (2) administrador do Sistema.

O cliente, segundo Rebouças(2009, p.1):
“[…] é aquele que compra de sua empresa, que compra o produto e
serviço por ela ofertado e também consome a marca e demais compostos
intangíveis adquiridos de forma embutida no produto. Sem os clientes não
há o faturamento, além de pagar o preço e considerar o valor agregado da
mercadoria, o cliente satisfeito ou insatisfeito torna-se num divulgador da
marca.”
Cada cliente tem sua característica. Rebouças destaca os tipos de clientes:
• Cliente interno: são os colaboradores da empresa;
• Cliente externo: todo cliente que pode comprar o produto da empresa;
• Prospect: clientes que desejam comprar;
• Shopper: clientes que visitam a empresa;
• Cliente eventual: clientes que compram os produtos eventualmente;
• Cliente regular: clientes que compram os produtos regularmente;
• Defensor: divulgadores das experiências que tiveram na compra, no uso ou na satisfação ou insatisfação do produto ou serviço da empresa.
Para o e-commerce, essas classificações no cadastro são ocultas. Cada um faz o cadastro no
e-commerce pelo mesmo processo; o que determina a classificação de cada um é exatamente
o seu comportamento no e-commerce, que pode ser observado pelas ferramentas disponíveis
ao Administrador.
Para a computação, o Administrador é o usuário que detém o controle de todo o processo
do sistema, tanto do hardware como do software, responsável pelo gerenciamento dos dados,
visualização de relatórios e consultas e configuração dos softwares para execução do sistema.
Nem sempre o usuário Administrador gerencia todos os dados de forma exclusiva; existem
sistemas que permitem que outros tipos de usuários possam controlar algumas funcionalidades
do sistema. Esses usuários, geralmente, são aqueles cujo login ou código de entrada corresponde
à sua função na empresa ou no sistema, por exemplo, Logística, Gerência, Estoque,
Contabilidade, Marketing, Suporte e outros.

Vaga para Analista de Social Media (Facebook e Google AdWords) | E-commerce Home office

Vaga
 
 
Social Media (Facebook e Google AdWords) | Home office
 
Tarefas: Gerenciar contas e impulsionar.
– Produzir, executar e testar campanhas de aquisição de acordo com as estratégias da empresa (Facebook Ads, Google AdWords e outros canais)
– Produzir, executar e testar campanhas de engajamento de acordo com as estratégias da empresa (Facebook Ads, Google AdWords e outros canais)
– Refinar as campanhas através de análise de relatórios para comprar sempre um melhor público, com qualidade e bom preço
– Buscar sempre por novas ferramentas e metodologias
 
Habilidades comportamentais que procuramos:
– Gestão de investimentos e controle de budget
– Busca de parcerias com blogs e formadores de opinião dentro do nicho de atuação do e-commerce
 
interessado? envie email para: marketing@ater.com.br

Normalização processo de simplificar o banco de dados de um E-commerce

A normalização é:

“O processo de simplificar os dados de um banco de um determinado domínio de uma forma mais eficiente através da eliminação de dados redundantes.”

A normalização é muito utilizada em bancos de dados transacionais “OLTP”, Online Transaction Processing, onde buscamos garantir implementação de modelos bem projetados e normalizados; evitando, assim, as inconsistências nos dados.

A normalização possui diversas Formas Normais (FNs):
• 1ª Forma Normal;
• 2ª Forma Normal;
• 3ª Forma Normal;
Forma Normal de Boyce Cood;
• 4ª Forma Normal;
• 5ª Forma Normal ou PJ/NF.

Até a terceira forma normal, resolvemos cerca de 95% dos problemas em um banco de dados relacional. As outras formas normais, consideradas formas normais avançadas, estão diretamente ligadas à questão de performance do banco. Exemplo de Aplicação das 1.ª, 2.ª e 3.ª Formas Normais: Obs.: Este exemplo foi extraído de: http://www.cefet-to.org/~marinaldo/FUND%20DE%20BANCO%20DE%20 DADOS/normalizacao.pdf.

 

Considere o relatório abaixo:
A representação do relatório na forma Não Normalizada (ÑN) é: 8 Unidade: Normalização

Ou seja, perceba que você possui um grupo repetitivo de dados(código do produto, descrição, e quantidade) dentro de um grupo que não se repete (número da solicitação, data da solicitação, código do funcionário e nome do funcionário).

1FN – 1.ª Forma Normal Para passarmos este modelo de relatório não normalizado para a primeira forma normal (1FN), precisamos desaninhar o grupo repetitivo.

2FN – 2.ª Forma Normal 9 Para entendermos a segunda forma normal, é preciso, primeiramente, conhecermos o conceito de dependência funcional, conforme apresentado na tabela abaixo: Filme Categoria Descrição Robocop V Ouro Lançamento A Bela Adormecida Vermelho Antigos Velozes e furiosos VI Ouro Lançamento Mr. Magoo Prata Catálogo A bela e a Fera Vermelho Antigos O conceito de dependência funcional é apresentado através das colunas categoria e descrição, ou seja, sempre que a categoria é igual a Ouro, a descrição é Lançamento; sempre que a categoria é Vermelha, a descrição é Antigos; logo, podemos afirmar que a coluna categoria determina descrição. Podemos representar esta afirmação da seguinte forma:

Categoria  Descrição [categoria DETERMINA descrição].

Agora, sim, falaremos sobre a segunda forma normal. Abaixo apresentamos a passagem da primeira forma normal, onde aconteceu o desaninhamento da tabela, para a segunda forma normal onde eliminamos as dependências parciais, ou seja, onde temos atributos não-chave que dependem de parte da chave primária composta. Neste caso, Cód.produto determina Descrição, ou seja: Cód. produto  Descrição. 10 Unidade: Normalização 3FN – 3.ª Forma Normal O que é uma dependência transitiva? É uma dependência entre atributos que não fazem parte da chave primária.

A 3.ª FN avalia e identifica a relação entre atributos não-chave. Neste caso, o código do funcionário determina o nome do funcionário. Observe que ambos não fazem parte da chave primária. Código do Funcionário  Nome do Funcionário.

 

Programação Estruturada X Programação Orientada a Objetos no E-commerce Loja Virtual

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– É uma linguagem de modelagem unificada e visual usada para modelar sistemas orientados a objetos;
– Possui diversos diagramas tais, como:
• classe;
• sequência;
• colaboração;
• caso de uso;
• transição de estados;
• componentes.

Utilizaremos para modelagem de banco de dados, o diagrama de classes; pois, a partir dele, podemos gerar o modelo relacional, conforme apresentaremos no decorrer deste documento.

Classe

O que é uma Classe?
“Uma classe é uma entidade que descreve um conjunto de objetos com propriedades e comportamentos semelhantes e com relacionamentos comuns com outros objetos”. Uma classe é dividida em três partes, conforme abaixo:

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Diagrama de Classe

É um dos principais diagramas para um sistema orientado a objetos. Um diagrama de classes apresenta a estrutura e as relações entre as classes do sistema.

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Paradigma da Orientação a Objetos no sistema de E-commerce & Loja Virtual

Paradigma da Orientação a Objetos

Este paradigma parte do princípio que, no mundo em que vivemos, existem diversos objetos, os quais possuem características e realizam ações. Por exemplo, um automóvel é um objeto que possui características: cor, ano modelo e marca. E realiza algumas ações, acelerar e frear, por exemplo. Contextualizando:

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  1. Chris passa uma mensagem para o florista contendo uma requisição (entregar flores para Robin em outra cidade).
  2. É responsabilidade do florista satisfazer esta requisição.
  3. Chris não sabe o método que o florista irá utilizar para entregar flores em outra cidade e, também, desconhece os detalhes desta operação.
  4.  A Programação Orientada a Objetos é estruturada como uma comunidade de agentes que interagem chamados de objetos.
  5. Cada objeto tem um papel a ser executado.
  6. Cada objeto fornece serviços ou executam ações que podem ser utilizadas por outros membros da comunidade.

Mensagens e métodos:
1. Uma ação é a transmissão de uma mensagem para um agente (objeto) responsável pela ação.
2. Quando um objeto aceita a mensagem, ele é responsável por tratar a ação.
3. Em resposta a esta mensagem, o receptor executará algum método para atender a solicitação. Responsabilidade Descreve o comportamento em termos de responsabilidades.

Classes e Instâncias O Florista é um exemplo de classe, pois representa todos os floristas.

O Florista Pitoco e o Bodjo são instâncias desta classe. Outro exemplo de classes e instâncias é forma de gelatina e as gelatinas.

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Ferramenta Case que auxilia o processo de engenharia de software e-commerce

A definição para a palavra CASE é: Computer Aided Software Engineering, ou seja,
engenharia de software assistida por computador. A ideia central é: são ferramentas que auxiliam
o processo de engenharia de software.
Existem diversas ferramentas no mercado, tais como: Rational Rose, Genexus, Clarify, Multicase,
Paradigm, Together, entre outras. Citarei as ferramentas específicas para área
de banco de dados, tais como: DBDesigner, Erwin, Embarcadero, Workbench, Oracle Designer.

A ferramenta Erwin é bastante utilizada comercialmente devido à quantidade de recursos
disponíveis. Seu fabricante é a CA Computer Associates, e existe uma cópia trial no site que
pode ser usada por 30 dias desde que você faça um cadastro prévio.
Já na esfera das ferramentas gratuitas, podemos citar duas ferramentas:
Mysql Workbench
• Dr. Case
Uso o Mysql Workbench, por ser livre e também porque suporta o banco Mysql, que
uso como SGBD por ser gratuito. A ferramenta Workbench ainda está em
desenvolvimento e, portanto, sua versão é alpha.

Principais Características das ferramentas Case para banco de dados:
1) Suporte a Diagramas.
2) Scripts SQL.
3) Forward Engineer – a partir do Der [diagrama de entidade relacionamento],você conecta no banco e implementa automaticamente o modelo físico. Este recurso permite que uma pessoa sem conhecimentos de SQL, Structured
Query Language, implemente um Der diretamente no banco.
4) Reverse Engineer – a partir do modelo físico implementado no banco, você consegue gerar o Der. Este recurso permite que uma pessoa que não conheça o modelo implementado no banco possa extrair o DER. Um cenário que
podemos citar é de um novo contratado da empresa que precisa desenvolver um sistema baseando-se no banco de dados já existente. Através do uso de uma ferramenta case, ele pode conectar-se à base de dados e extrair o
modelo existente.
5) Documentação – durante a criação das tabelas e atributos, você já documenta, ou seja, já cria o dicionário de dados do seu modelo. Desta forma, é possível sempre ter a documentação atualizada.
Principais Vantagens:
1) Melhor documentação – sempre atualizada
2) Maior velocidade no desenvolvimento de projetos
3) Qualidade dos processos
4) Interface gráfica

 

Mysql Workbech
Características: Gratuito.
Site para download: http://wb.mysql.com/.
Versão atual: 5.1.18 – alpha.
Suporte para Banco: Mysql.

Erwin
Características: Pago ou Trial para teste (30 dias mediante cadastro prévio no site).
Site para download: http://www.ca.com/us/data-modeling.aspx.
Versão atual: 7.3.
Suporte para Banco: Sql Server, Oracle, db2, entre outros.
OBS.: os scripts e o banco escolhido para o exemplo a seguir foi o ORACLE.

 

 

Mapeamento de restrições, as quais o conteúdo do banco de dados devem respeitar no E-commerce

O Esquema de E-R de uma empresa pode definir certas restrições, as quais o conteúdo do banco de dados deve respeitar. Isso é feito utilizando o Mapeamento de Cardinalidade. Ele expressa o número de entidades que outra entidade pode estar associada, via um conjunto de relacionamentos.

Cardinalidade de Relacionamentos
Cardinalidade máxima: indica a quantidade máxima de ocorrências de entidades que pode
estar associada a uma ocorrência da outra entidade ( 1 ou n).
Ex.: A entidade Empregado tem cardinalidade máxima 1 no relacionamento Trabalha: uma
ocorrência de Empregado pode estar associada a no máximo uma ocorrência de Departamento,
ou, em outros termos, um empregado pode estar trabalhando somente em um departamento.
A entidade Departamento tem cardinalidade máxima de 120 no relacionamento Trabalha:
uma ocorrência de Departamento pode esta associada a no máximo 120 de Empregado, isto é,
um departamento pode ter no máximo 120 empregados trabalhando nele.
Duas cardinalidades máximas são relevantes:
• A cardinalidade máxima 1
• A cardinalidade máxima “muitos” representada pela letra n

Cardinalidade Mínima ecommerce

Cardinalidade Mínima: especifica se a participação de todas as ocorrências das entidades
no relacionamento é obrigatória ou opcional.
• Em um projeto de BD é usada somente duas cardinalidades mínimas: a cardinalidade
mínima 0 e a cardinalidade mínima 1.
• A cardinalidade mínima 1 recebe a denominação de “associação obrigatória”.
• A cardinalidade mínima 0 recebe a denominação de “associação opcional”.
• A cardinalidade mínima em um Diagrama é anotada junto à cardinalidade máxima.

Vamos exemplificar um caso.
Com base na figura abaixo, vamos construir um diagrama de ocorrências para o relacionamento
que a mesma apresenta.cardinalidade

Técnica de modelagem de dados para E-commerce

A técnica de modelagem mais usada é a abordagem Entidade-Relacionamento (ER).
O modelo de dados é representado graficamente por meio de um Diagrama de EntidadeRelacionamento
(DER).
Essa abordagem foi criada por Peter Chen (1976) e é considerada como um padrão para a
modelagem conceitual.
O modelo Entidade-Relacionamento (E-R) tem por base que o mundo real é formado por
um conjunto de objetos chamados de entidades e pelo conjunto dos relacionamentos entre
esses objetos.
O objetivo do modelo E-R é representar a estrutura lógica do banco de dados de uma empresa,
especificando o esquema da empresa, quais as entidades e como elas se relacionam entre si.
O modelo E-R é chamado de Modelagem Conceitual, cujo objetivo é representar de uma forma
abstrata, independente da implementação em computador, os dados que serão armazenados
no banco de dados.
O modelo E-R trabalha com alguns conceitos básicos:
• Atributos
• Conjuntos de Entidade
• Conjuntos de Relacionamento MER

Atributos:
• Simples ou Compostos

o Simples
Possui um domínio simples.
Exemplo: VALOR_TOTAL_ENCOMENDA, cujo domínio é o conjunto dos números
reais positivos, com duas casas decimais.

o Compostos
É formado por uma estrutura de dados, que agrega os domínios simples.
Exemplo: ENDERECO_FORNECEDOR, possui domínios simples como: rua, número,
bairro, cidade, estado, CEP

Monovalorados ou Multivalorados

o Monovalorados
Tem um único valor para cada atributo.
Exemplo:
O número de matrícula de um empregado, cada empregado tem apenas um número
de matrícula

o Multivalorados
Pode haver mais de um valor para o atributo.
Exemplo:
O atributo NUMERO_TELEFONE do empregado Carlos dos Santos pode determinar
dois valores: 3567-1234 e 3567-2345.

Nulos
Não é obrigatório existir um valor em todos os registros. Exemplo:
Atributo: MATRICULA_CONJUGUE Pode haver empregados que não tenham
cônjuges que trabalham na empresa e, portanto, não teriam valor para este atributo.

• Obrigatório
Tem de existir um valor para o atributo em todos os registros.
Exemplo:
Atributo: NOME_EMPREGADO na entidade EMPREGADO não pode haver nenhum
empregado ao qual não seja atribuído um nome.

Campo Obrigatório
Campo Obrigatório

 

Entidade

Uma entidade é representada por um conjunto de atributos.
Para cada atributo há um conjunto de valores permissíveis (domínio). Um atributo é um dado
associado a cada ocorrência de uma entidade ou de um relacionamento.
Atributos e valores, juntos, descrevem as instâncias/ocorrências de uma entidade.
Os atributos são as propriedades das entidades.

 propriedades das entidades
propriedades das entidades

As entidades são representadas por retângulos.
Uma entidade tem um conjunto de propriedades, e os valores para alguns conjuntos dessas
propriedades devem ser únicos.
Uma entidade pode ser completa, como uma pessoa ou um livro, ou pode ser abstrata como
um empréstimo, uma viagem de férias ou um conceito.

Estratégias para reconhecer entidades

As coisas tangíveis: aquilo que pode ser tocado.
• Ex: avião, carro, cachorro, gato, livro, caderno etc.
Funções: todo o tipo de papel, atribuição, classificação, ou outra característica qualquer que,
para um dado elemento, especifique não sua existência, mas sua atuação no ambiente em que
está inserido.
• Departamento de uma empresa, o autor de um Departamento de uma empresa, o autor
de um livro, um médico.
Eventos ou ocorrências são ações ou fatos que uma vez ocorrendo possuem características
próprias sobre as quais podemos fazer alguma referência.
• Um voo comercial, um acidente de trânsito, um jogo de futebol.

Conjunto de Relacionamentos

• Um relacionamento é uma associação entre uma ou várias entidades (objetos da
realidade).
Exemplo: um relacionamento entre um sócio “João” com o show “S-15”.
Esse relacionamento especifica que o sócio “João” compareceu ao show que foi designado
com o número “S-15”.
• Um conjunto de relacionamentos é um conjunto de relacionamentos de mesmo tipo.
• Conjuntos de relacionamentos, representado por um losango.
Ex:ecommerce

Conceitos das fases do levantamento de projeto de banco de dados no E-commerce

Vamos rever alguns conceitos das fases do levantamento de projeto de banco de dados. A figura 1 mostra o ciclo de criação do projeto.

Fases do Projeto de BD
Fases do Projeto de BD

Enunciado de requisitos – entrevista com o usuário do banco de dados para entender e
documentar seus requerimentos de dados.
Projeto Conceitual – dados os requisitos do sistema, o esquema conceitual é uma descrição
concisa dos requerimentos do usuário, usando um modelo de dados, exemplo, o MER. Ela
serve para checar se todos os pedidos dos usuários estão sendo atendidos e se não há conflitos
entre eles. Não há preocupação com armazenamento físico.
Projeto Lógico – é a descrição das estruturas de representação da base de dados. O modelo
conceitual é transformado num modelo de dados de implementação, exemplo, modelo
relacional. Ele resulta no esquema do banco de dados de implementação usado pelo SGBD.
Projeto Físico – é a descrição das estruturas internas de armazenamento dos esquemas,
utilizando a DDL (Data Definition Language).

Modelo de Dados

É a representação abstrata e simplificada de um sistema real com o qual se pode explicar ou
testar o sistema real e seu comportamento.
É uma coleção de conceitos que podem ser usados para descrever a estrutura de um banco
de dados (tipos de dados, relacionamento e restrições entre os mesmos).
Modelos permitem a compreensão da estrutura dos dados armazenados e a sua manipulação.
Os modelos de dados dividem-se em:
• Modelo Conceitual
• Modelo de implementação ou baseados em registros
• Modelo Físico
Modelo Conceitual
• Usados na descrição do banco de dados.
• Independente de implementação e SGBD.
• Descrição mais abstrata do banco de dados.
• É o ponto de partida para o projeto
• Ex.: MER
Modelo de implementação ou baseados em registros
• São usados nas descrições de dados no nível lógico (entre o nível conceitual e o físico)
• Depende do SGBD.
• Ex. modelo relacional, modelo de redes e modelo hierárquico.
Modelo físico de dados
• Descreve como os dados são armazenados no computador pela representação da
informação, tal como formato de registros, ordenação de registros e caminhos de acesso.

SGBD – O Sistema Gerenciador de Banco de Dados para o E-commerce

O SGBD é um sistema que tem por objetivo final gerenciar os dados existentes em um banco de dados. Um exemplo deste mecanismo é apresentado através da figura 1.
SGBD ecommerce

 

Principais SGBDs do Mercado
• Oracle
• SQL Server
• DB2
• Mysql
• Postgree
Os SGBDs têm como principais características:
controle de redundância – informações devem possuir um mínimo de redundância,
visando a estabelecer estabilidade do modelo;

compartilhamento de dados – as informações devem estar disponíveis para qualquer
número de usuários de forma concomitante e segura;
controle de acesso – necessidade de saber quem pode realizar qual função dentro do
banco de dados;

esquematização – os relacionamentos devem estar armazenados no banco de dados
para garantir a facilidade de entendimento e aplicação do modelo;

natureza autodescritiva do sistema de banco de dados – através dos catálogos
existentes no BD que contém: informações sobre a estrutura de cada arquivo, tipo e
formato de armazenamento de cada item de dado e várias restrições sobre os dados. Estes
dados são os metadados, ou seja, descrevem dados sobre dados;

isolamento entre os programas e os dados, e a abstração de dados – diferente
do processamento tradicional de arquivos (em que a estrutura do arquivo de dados está
embutida no programa da aplicação), os programas que acessam o banco não exigem
essa alteração na maioria dos casos.
Exemplo: Sistema tradicional de arquivos: se acrescentado um campo (data de nascimento,
por exemplo) no arquivo de clientes, será necessário alterar todos os programas que
acessam este arquivo. Em um Banco de dados, não existe a necessidade de alterar todas
as aplicações que acessam essa tabela.

Suporte para as múltiplas visões dos dados – um banco de dados normalmente
tem muitos usuários, e cada qual pode solicitar diferentes visões do BD. Visão = é um
subconjunto de dados que contém um “resumo” de uma ou mais tabelas.
Por exemplo, um usuário A precisa ter acesso somente ao histórico de cada aluno, conforme
item (a) e outro usuário B precisa ter acesso aos pré-requisitos de cada curso conforme item (b).

E-commerce: Aplicação dos Bancos de Dados

Atualmente os bancos de dados estão presentes na vida da maioria das pessoas, sem que elas percebam. Um exemplo é: você já se perguntou sobre o que armazena seus dados, tais como CPF, RG, Certidão de Casamento, e outros documentos? Ou até mesmo quando vamos até uma loja para comprar um produto de forma parcelada, é necessário um cadastro… onde ficam armazenados os dados deste cadastro? A resposta é simples! Todos estes dados ficam armazenados em um tipo de sistema computadorizado, denominado de Banco de Dados, ou seja BD. A definição de um BD, segundo [Heuser,2009], é: um banco de dados = um conjunto de dados integrados que atendem a uma comunidade distinta de usuários.

 

Os bancos de dados estão presentes no nosso dia a dia:
• Compra de bilhetes aéreos
• Compra em um site de e-commerce
• Plataforma de e-commerce
• Loja Virtual de Calçados
• Loja Virtual de Perfumes e Cosméticos
• Loja Virtual de Cama Mesa e Banho
• Loja Virtual de Informática
• Compra em um site de e-commerce
• Site de Consultor de E-commerce
• Compras em marketplace e  e-commerce
• Pesquisa de antecedentes criminais
• Sistema de notas de uma universidade
• Teatro, na venda de ingressos
• Banco

E-commerce: Banco de Dados e Redundância

A redundância de dados ocorre quando você tem a mesma representação da informação diversas vezes, no computador. Temos dois tipos de redundância, segundo [Heuser,2004]:

Controlada: quando o próprio sistema conhece a redundância e é responsável por sincronizar as representações. A grande vantagem deste tipo de redundância é a confiabilidade e também o desempenho global do sistema. Um exemplo são os sistemas distribuídos.

Não Controlada: quando o usuário é o responsável por sincronizar as representações. Esta abordagem traz inúmeros problemas uma vez que gera: o Entrada repetida da mesma informação o Inconsistência de dados

A solução para a redundância não controlada é o compartilhamento de dados, que é uma das principais características do sistema gerenciador de banco de dados.

VAGA : Analista de E-commerce; desenvolvimento de conteúdos para sites

VAGA:
?Analista de E-commerce
Será responsável pelo desenvolvimento de conteúdos para sites e realizará o cadastramento, publicação, alteração e exclusão de produtos na loja virtual. Efetuará a configuração e manutenção do sistema, edição do visual, criará campanhas online, hotsites, e-mail marketing, banners para sites, publicação e acompanhamento de campanhas de links buscadores / compradores de preço. Continue lendo “VAGA : Analista de E-commerce; desenvolvimento de conteúdos para sites”

Jack London Fundador do primeiro e-commerce do Brasil: Faleceu.

Amigos do Jack, fala Valéria, sua esposa. Infelizmente com uma notícia extremamente triste. Jack faleceu hoje, de câncer. Amanhã, segunda-feira, 15.08.2016, a partir de 8,30 h o corpo será velado na capela da rua Barão de Iguatemi, 306, Praça da Bandeira. O enterro será no Cemitério Israelita de Vilar dos Teles as 11 horas. A família ,inconsolável, acredita que Jack, um incansável criador provavelmente foi trabalhar em outras dimensões.

Jack London

Empreendedor, Com.Fluencer e Professor

Experiência prática de mais de cinquenta anos trabalhando na área de Comunicação, Mecanismos de Informação, E-commerce,Tecnologia e Serviços, com a tentativa de refletir permanentemente sobre o mundo, suas transformações e desassossegos. Mais de 1.500 palestras e aulas proferidas, no Brasil, nos EUA( Wharton, Harvard e Michigan) na Argentina e no Chile. Professor do MBA da Puc Rio (IAG) na cadeira de Cenários Empresariais, já lecionou também no ITA, na FGV, na Coppead.
Criou, em 1995, a Booknet, a primeira experiência consistente de e-commerce no Brasil, que, depois de vendida a um grupo financeiro foi renomeada de Submarino. Foi um dos membros do GT que deu origem à Anatel e toda a base operacional da Internet no país, deu forma final ao texto de criação da Certificação Digital, criou e presidiu a Camara e-net, trabalhou em parceria e como consultor em mais de 100 empresas e projetos, tem cerca de 600 artigos e nove livros publicados.

Em 1995 criou a Booknet, a primeira empresa de e-commerce do país, que em 1999 foi vendida e renomeada como Submarino.
Criador da Câmara E-net, dos sites Valeu, Tix e Armazém Digital. Gestor do Conselho Consultivo da IdeiasNet, de 2000 a 2004. Foi Google Ambassador no Brasil. Operou a gestão de Acesso e Mobilidade do Rock In Rio de 2001 e de 2004, em Lisboa. Foi Key Note Speaker, no Brasil, em Portugal, nos EUA( Wharton, Harvard e Michigan) e na Argentina. Foi Professor Convidado na Coppead, GV/SP, no ITA/SP, na Eceme e na FGV/Rio.Hoje é professor do MBA do IAG da PUC/RJ, É escritor e articulista. Tem sete livros publicados e escreveu nas revistas Exame e “PEGN” Trabalha como Senior Advisor de projetos e de empresas.É citado no livro Bastidores da Internet no Brasil, de Eduardo Vieira como um dos dez nomes mais importantes da Internet no Brasil.
Antes de criar a BookNet teve uma longa carreira profissional:
1971- Gerente de Pesquisas do Índice Banco de Dados, primeira empresa brasileira de informações econômicas. Criou a Matriz Econômica Brasileira, pioneiro banco de dados informatizado sobre a Economia do país.
1974- Gerente de Operações de duas subsidiárias da José Olympio Editora. Nesta função foi representante no Brasil das empresas Time-Life Films, BBC TV e Museu do Louvre. Implantou projetos de treinamento para muitas empresas, entre elas a General Motors do Brasil e o Ministério do Planejamento.Em 1976 comprou o controle acionário destas empresas.
Em 1980 foi Diretor da CBC- Cinema, executando a maior operação de M&A no setor no país: a aquisição de todos os ativos da empresa mexicana Pelmex,
Em 1982 foi Secretário de Cultura de Petrópolis.
Em 1994 foi Secretário Estadual de Esportes e Cultura do Estado do Rio de Janeiro.

QUAIS AS DESVANTAGENS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO

Recebimento de produto incorreto, erro de aplicação do fornecedor ocorrendo a cobrança duplicada de produtos/serviços, morosidade na troca de um produto, falta de confiança de consumidores, atraso na entrega, são algumas das desvantagens do e-commerce.

Para que isso não ocorra para os compradores, o e-commerce precisa estar bem estruturado, para atender com excelência os compradores.

Desvantagens

  • vulnerabilidade de hackers para dados de cartões e senhas bancários,
  • compras incorretas em razão da despadronização do tamanho de roupas, de calçados e outros itens do vestuário, e
  • possíveis atrasos ou danificação do produto durante a entrega.

Confira as Vantagens do E-commerce

Reality show do E-commerce impulsiona negócios, UOL.

O UOL tem a iniciativa de criar o Impulso Digital, que é o reality show para YouTube voltado para empreendedorismo digital, com foco no e-comemrce.

O objetivo do projeto é orientar empreendedores a ter sucesso em seu próprio negócio na internet. Comprar bem, Vender melhor, atender bem, entregar melhor….. coisas assim que o e-commerce EXIGE!

Acho super importante impulsionar o e-commerce “micro”. Fortalecer o pequeno hoje é colher bons frutos amanhã.

Sem auxilio nunca irá se tornar médio e depois um grande e-commerce.

Já tive a informação que um dos Consultores será o CEO Ricardo Ramos, da Precifica. Auxiliando o pequeno e-commerce no setor de Pricing.
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