Tipos de comércio eletrônico, e-commerce, loja virtual, venda online, venda não presencial!

Os tipos de comércio variam. Alguns utilizam a Internet, outros, a Intranet, mas, em geral,
sempre existe um lado que compra e outro que vende. Seguem, abaixo, algumas formas de
comércio eletrônico e as siglas usadas para identificá-las.

B2B-Business to Business: de empresa para empresa; empresas buscam parcerias em
áreas em comum.
B2C- Business to Consumer: de empresa para consumidor; geralmente, é a busca do
cliente pela empresa que fornece algum produto de seu interesse.
B2E-Business to Employee: de empresa para colaborador; nesta abordagem, o
funcionário possui descontos nos produtos da empresa na qual trabalha.
C2B-Consumer to Business: de consumidor para empresa; é destacado como uma
espécie de leilão de algo de que o consumidor precisa; as empresas disputam entre os
valores, prazos e vantagens a oferecer ao cliente.
C2C-Consumer to Consumer: de consumidor para consumidor; é o comércio em que
o consumidor quer revender seu produto a outro consumidor.
G2B-Governement to Business: de instituições governamentais para empresa; realizada
através de licitações públicas, relações com impostos e renovação de licenças.
G2G-Governement to Governement: de instituições governamentais para instituições
governamentais; compra/troca mercadorias, empresas estatais, prestação de serviços.
S2B-Student to Business: de estudantes para empresa; são empresas que disponibilizam
treinamentos ou equipamentos para estudantes, oferecendo maior desconto ou
gratuidade, para capacitá-los para o mercado de trabalho, formando, assim, um novo
profissional qualificado em seu produto.

Tipos de Usuários

Temos, geralmente, duas opções:

(1) o cliente e (2) administrador do Sistema.

O cliente, segundo Rebouças(2009, p.1):
“[…] é aquele que compra de sua empresa, que compra o produto e
serviço por ela ofertado e também consome a marca e demais compostos
intangíveis adquiridos de forma embutida no produto. Sem os clientes não
há o faturamento, além de pagar o preço e considerar o valor agregado da
mercadoria, o cliente satisfeito ou insatisfeito torna-se num divulgador da
marca.”
Cada cliente tem sua característica. Rebouças destaca os tipos de clientes:
• Cliente interno: são os colaboradores da empresa;
• Cliente externo: todo cliente que pode comprar o produto da empresa;
• Prospect: clientes que desejam comprar;
• Shopper: clientes que visitam a empresa;
• Cliente eventual: clientes que compram os produtos eventualmente;
• Cliente regular: clientes que compram os produtos regularmente;
• Defensor: divulgadores das experiências que tiveram na compra, no uso ou na satisfação ou insatisfação do produto ou serviço da empresa.
Para o e-commerce, essas classificações no cadastro são ocultas. Cada um faz o cadastro no
e-commerce pelo mesmo processo; o que determina a classificação de cada um é exatamente
o seu comportamento no e-commerce, que pode ser observado pelas ferramentas disponíveis
ao Administrador.
Para a computação, o Administrador é o usuário que detém o controle de todo o processo
do sistema, tanto do hardware como do software, responsável pelo gerenciamento dos dados,
visualização de relatórios e consultas e configuração dos softwares para execução do sistema.
Nem sempre o usuário Administrador gerencia todos os dados de forma exclusiva; existem
sistemas que permitem que outros tipos de usuários possam controlar algumas funcionalidades
do sistema. Esses usuários, geralmente, são aqueles cujo login ou código de entrada corresponde
à sua função na empresa ou no sistema, por exemplo, Logística, Gerência, Estoque,
Contabilidade, Marketing, Suporte e outros.

Vagas de Emprego Home Office (Sim para trabalhar em casa!) cresce cada vez mais!

Incrível o crescimento de vagas para Home Office.

Tanto, que são criados novos websites especializado em vagas Home Office, veja os links:

Home

http://www.vagashomeoffice.com.br/

https://www.abcomm.org/noticias/novas-vagas-%E2%95%B0%E2%96%B6-home-office/

 

Confira aqui algumas vagas Home Office:

Programador(a) Front-end / Back-end Freelancer
Descrição: Web Developer para atuar em front-end e back-end e integrar time de desenvolvimento e criação. Projetos como e-commerce, e-learning, landing page, sites, aplicativos e aplicações. A vaga é para São Paulo, parte alocado e parte home office.
Faixa salarial: não divulgada.
Empresa: Inove.net

Técnico(a) em Informática Freelancer (99 vagas)
Descrição: A Doutores em Tecnologia é uma nova comunidade de técnicos e profissionais em informática. É preciso ter capacidade de suporte técnico em microinformática, hardware e software, de forma remota ou presencial, e, quando necessário, orientando e treinando os usuários.
Faixa salarial: não divulgada.
Empresa: Net Support

Programador PHP
Descrição: Exige experiência em PHP 5.6+, Framework Yii2 ou Laravel, Composer, Git e PostgreSQL / MySQL. Horário flexível, mas de preferência que atue o maior parte do tempo em horário comercial.
Faixa salarial: não divulgada.
Empresa: Interativa Software

Novas Vagas: SP

  • Gerente de E-commerce Sênior
  • Analista de E-commerce Sênior
  • Analista de Marketing Digital Sênior
  • Analista de Mídia Social Sênior

– Trabalhos Home Office
– Horário Flexível
– Contratação PJ

Interessados enviar CV COM pretensão salarial para cassio@oshi.com.br mencionando no assunto a posição seguida de CV e-VisionVagas.
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Paradigma da Orientação a Objetos no sistema de E-commerce & Loja Virtual

Paradigma da Orientação a Objetos

Este paradigma parte do princípio que, no mundo em que vivemos, existem diversos objetos, os quais possuem características e realizam ações. Por exemplo, um automóvel é um objeto que possui características: cor, ano modelo e marca. E realiza algumas ações, acelerar e frear, por exemplo. Contextualizando:

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  1. Chris passa uma mensagem para o florista contendo uma requisição (entregar flores para Robin em outra cidade).
  2. É responsabilidade do florista satisfazer esta requisição.
  3. Chris não sabe o método que o florista irá utilizar para entregar flores em outra cidade e, também, desconhece os detalhes desta operação.
  4.  A Programação Orientada a Objetos é estruturada como uma comunidade de agentes que interagem chamados de objetos.
  5. Cada objeto tem um papel a ser executado.
  6. Cada objeto fornece serviços ou executam ações que podem ser utilizadas por outros membros da comunidade.

Mensagens e métodos:
1. Uma ação é a transmissão de uma mensagem para um agente (objeto) responsável pela ação.
2. Quando um objeto aceita a mensagem, ele é responsável por tratar a ação.
3. Em resposta a esta mensagem, o receptor executará algum método para atender a solicitação. Responsabilidade Descreve o comportamento em termos de responsabilidades.

Classes e Instâncias O Florista é um exemplo de classe, pois representa todos os floristas.

O Florista Pitoco e o Bodjo são instâncias desta classe. Outro exemplo de classes e instâncias é forma de gelatina e as gelatinas.

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Acompanhamento de um Gestor de Projetos para a Plataforma de E-commerce Vtex, Tray, Woocommerce, Magento e Opencart

Para ter um projeto saudável, com gerenciamento de crise e análise do cenário total do projeto é recomendado um acompanhamento de um profissional certificado pela VTEX e Tray. No serviço de Gestão de Projeto o cliente terá acompanhamento de um Gestor de Projetos para a condução das atividades de todos os times envolvidos, gestão direta do cronograma e esclarecimento de dúvidas sobre as tarefas à serem executadas. As atividades desse serviço são:  Continue lendo “Acompanhamento de um Gestor de Projetos para a Plataforma de E-commerce Vtex, Tray, Woocommerce, Magento e Opencart”

Escolher o pacote de software ERP correto. Necessidade, abrangência, vantagens, caracteristicas e migração do ERP.

O incontrolável avanço da Tecnologia da Informação com o passar dos anos fez com que as empresas fossem obrigadas a utilizar sistemas computacionais para suportar suas atividades. Geralmente, para cada empresa, vários sistemas foram desenvolvidos para atender aos requisitos específicos das diversas unidades de negócio, plantas, departamentos e escritórios. Porém essa divisão trouxe problemas como a dificuldade de obtenção de informações consolidadas e a inconsistência de dados redundantes, armazenados em mais de um sistema. Os sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) solucionam esses problemas ao agregar, em um só sistema integrado, funcionalidades que suportam as atividades dos diversos processos de negócio das empresas.

Com o passar dos anos, o incansável evoluir da Tecnologia da Informação fez com que as empresas passassem a utilizar sistemas computacionais para suportar suas atividades.

Fez-se comum o desenvolvimento de diversos sistemas que atendessem os mais específicos requisitos de cada empresa. Essa divisão, entretanto acarretou em problemas como a dificuldade na obtenção de informações sólidas e a inconsistência de dados redundantes armazenados em vários sistemas. A ferramenta (ou sistema) ERP (Enterprise Resource Planning) resolve essa questão uma vez que integra as funcionalidades que dão suporte as atividades dos diversos processos empresariais.

O ERP foi elaborado a partir da evolução de outra ferramenta, o MRP (Material Resource Planning). Nessa nova ferramenta foram agregadas funcionalidades de programação mestre da produção, cálculo de necessidades de capacidade, calculo detalhado de necessidade de capacidade, controle do chão de fábrica, controle de compras, Sales & Operations Planning, entre outros.

Assim o MRP deixava de atender não somente as necessidades de informação relativas ao cálculo da necessidade de materiais, para agora atender às necessidades de informação para a tomada de decisão gerencial sobre outros recursos de manufatura. Porém, antes de se chamar ERP o antigo MRP passou a chamar-se II (Manufacturing Resource Planning – Planejamento de Recursos de Manufatura).

Objetivados em aumentar o alcance dos seus produtos, os fornecedores de sistemas gerenciais desenvolveram mais módulos que se integrariam aos módulos de manufatura, mas agora com um escopo que ultrapassa os limites da manufatura. Exemplos de módulos são: o Gerenciamento dos Recursos Humanos, Vendas e Distribuição, Finanças e Controladoria, entre outros. Esses novos sistemas, capazes de suportar as necessidades de informação para todo o empreendimento, são denominados sistemas ERP.

Da necessidade do ERP

Uma vez que a necessidade dos clientes tem mudado gradativamente, com expectativas de que as empresas possam prover maior qualidade, produtos adequados, rapidez, menor preço, com melhores serviços e garantia de responsabilidade social, a internet passou a demonstrar possibilidades para as empresas realizarem negócios e melhorarem sua performance e lucratividade. Mais empresas buscam na internet a ajuda na otimização da divulgação de seus produtos e serviços para assim atender um número maior de possíveis clientes. Somado a isso, diversos outros ramos também tem procurado, por meio do e-commerce, estabelecer pontos de venda. Com o uso da internet foi possível aos negócios realizar, de formas cada vez mais automatizadas, interfaces diretas entre os sistemas das empresas envolvidas (clientes e fornecedores).

No cenário atual então é impossível imaginar uma empresa, seja qual for seu porte, que não trabalhe com um sistema ERP dando suporte tecnológico aos seus processos de funcionamento. Sites de compra ou e-commerce, SEM, e-Procurement, e demais funcionalidades de qualquer ERP, possibilitam a compra em qualquer lugar do mundo.

A carteira de clientes hoje é muito superior a de antigamente, na época da atuação regional, e para oferecer maior agilidade de vendas, faz-se necessário o domínio de novas tecnologias utilizando as práticas de CRM. O processo de informatização exige consequentemente investimentos em infraestrutura de rede e hardware, o que para muitos empresários é visto como algo desvinculado com a empresa, logo desnecessários.

Visando a informatização, tais investimentos além de necessários são contínuos e com o recurso virtual (internet) a informatização é hoje algo imediato. Está um passo a frente aquele que se adapta a trabalhar a cadeia da informação a seu favor, de forma mais rápida, como base de auxílio à tomada de decisões.

Abrangência de um sistema ERP

Não é possível que afirmemos que um sistema que funciona perfeitamente em uma empresa irá funcionar tão bem em outra empresa. Observa-se que situações nas quais um mesmo sistema atende a uma empresa, ele não atende a outra, mesmo que seja do mesmo ramo de atividade, observasse também que a abrangência que se deseja para os sistemas ERP deve ser levada em conta, pois afetam seus sustos. Formas de trabalho manuais ainda são comuns em algumas empresas, mesmo que sejam parcialmente automatizadas; por outro lado há empresas que são completamente automatizadas.

Dentro de um único módulo de um ERP, como exemplo, pode-se ter diferenças de escopo, ou seja, ter em uma empresa um módulo financeiro contemplando a atividade de “Controle Bancário”, enquanto em outra empresa tal atividade não está automatizada. Frente a essa problemática torna-se claro que um sistema ERP não é um produto único e instalável em qualquer lugar como só vendidos, mas sim uma solução que deve se moldar às características de cada empresa.

Algumas vantagens do ERP

O Sistema ERP possui algumas vantagens:
• Possibilidade de uma visão geral sobre o que se passa no negócio, isso se torna útil para os gestores, poupando-lhes tempo, e se lembramos de que tempo é dinheiro; nos sistemas tradicionais o gestor tinha que obter informações de cada divisão separadamente e depois integrá-las.
• Possibilidade de, uma vez obtidos os serviços ATP (Available-to-promise), o cliente saber quando sua encomenda chega o ato da compra, isto é possível devido à integração das unidades de negócio feita pelo ERP
• Medir o desempenho global da empresa sem ter que analisar departamento por departamento
• Uniformização dos processos de manufatura que se traduz em economia de tempo e acréscimo da produção
• Uma vez analisado pelos parceiros de negocio, o plano de integração passa a ter um controle melhor dos stocks, além de se reduzir os stocks, tudo isto leva a cortes nos gastos de aprovisionamento.

Características dos sistemas ERP

Os SIGs, ou os Sistemas ERP, nos últimos anos sofreram uma rápida evolução e com isso suas características também foram evoluídas e melhor definidas. Os Sistemas ERP para serem considerados com tal, possuem algumas características indispensáveis, sendo elas apresentadas no quadro a seguir:

Flexibilidade: Um sistema ERP é flexível de forma a responder às constantes transformações das empresas; operação sobre diferentes bases de dados, pois as informações podem mudar de áreas durante os processos;

Modularidade:  Sistema de arquitetura aberta, isto é, pode ser utilizado um módulo livremente, sem que este afete os restantes; suporte a múltiplas plataformas de software e hardware, pois muitas empresas possuem sistemas heterogêneos; facilidade de expansão e/ou adaptabilidade de mais módulos posteriormente;

Compreensivo Apto a suportar diferentes estruturas organizacionais das empresas, bem como a uma vasta área de negócios;

Conectividade Não ser confinado ao espaço físico da empresa, permitindo a ligação com outras entidades pertencentes ao mesmo grupo empresarial (multiempresas);

Melhores Práticas Possuir a seleção das melhores práticas de negócio do mercado; Simulação da Realidade Permitir a simulação da realidade da empresa com prospecções para os diversos módulos existentes, gerando sólidos relatórios e gráficos para auxiliar na tomada de decisões;

Funcionalidade É o conjunto total de funções embutidas em Sistema ERP, suas características e suas diferentes possibilidades de uso; Módulos São os menores conjuntos de funções que podem ser adquiridos e implementados, separadamente em um Sistema ERP. Normalmente, tais conjuntos de funções correspondem a divisões departamentais de empresas;

Parametrização É o processo de adequação da funcionalidade de um sistema ERP a uma determinada empresa através da definição dos valores de parâmetros já disponibilizados no próprio sistema;

Configuração é o nome dado ao conjunto total de parâmetros após sua definição, representando o conjunto das opções de funcionamento das diversas funções de um Sistema ERP;

Customização É a modificação de um sistema ERP para que este possa se adequar a uma determinada situação empresarial impossível de ser reproduzida através dos parâmetros já existentes;

Localização É a adaptação (através de parametrizações ou customizações) de Sistemas ERP desenvolvidos em determinado país para utilização, considerando aspectos como impostos, taxas, leis e procedimentos comerciais; Atualização São as “novas versões” disponibilizadas pelo fornecedor a fim de aumentar a funcionalidade e corrigir erros/problemas existentes.

FONTE: Teraware Soluções em Software e Internet, OUT/ 2012

Os Sistemas ERP podem ser divididos em módulos que possibilitam uma empresa implementar apenas partes do sistema que sejam de seu interesse, e, mesmo que a empresa deseje implementar todo o sistema, possa fazê-lo em etapas, para significar um processo.

Além disso a divisão conceitual de um Sistema ERP em módulos facilita a compreensão de seu funcionamento e a divisão de responsabilidades entre os usuários (quem faz o quê).

Os módulos ERP mais comuns são como segue:
• Módulos Estratégicos;
• Módulos Operacionais (ou módulos de controle);
• Módulos de Auxílio;

Módulos Estratégicos
São aqueles que estão mais sujeitos a questionamentos daqueles que os utilizarão, bem como os mais explorados atualmente pelo mercado, criando mais questionamentos do que respostas uma vez que se aproveitam das duvidas de ação dos gestores. Os mais conhecidos são CRM e SRM. Customer Relationship Management (CRM) – Visa à constante busca da Fidelização do cliente à sua marca ou produto. Trata-se do gerenciamento de atitudes, posturas e políticas de relacionamentos, que tem como objetivo manter seus clientes fiéis e constantes, não permitindo espaço para os concorrentes. Encontra-se no mercado, vários softwares sendo comercializados como soluções CRM, mas seja qual for o utilizado, nenhuma empresa irá vencer no mercado sem o conhecimento de como lidar com os relacionamentos com o cliente.

A tecnologia auxilia em muito as empresas que se dedicam as boas práticas de CRM, mas é imprescindível ao esquecer que o computador é uma ferramenta de trabalho e deve se focar no objetivo final. Observando o auxílio dado pela TI ao CRM, é possível notar condições básicas de funcionamento para todo sistema: Cadastro de Clientes – Além dos dados convencionais, como Razão Social, Endereços (cobrança, entrega, etc.), telefones e faz, E-Mail, nome dos contatos, etc., várias outras informações podem ser acrescentadas, melhorando ainda mais as condições de avaliação do potencial do cliente, como: quantidade de PDV, outras marcas concorrentes com as quais trabalha, marca preferencial,espaço interno destinado à linha de produto, etc. Outros tipos de informações também são incluídos para facilitar o trabalho como: time para o qual o comprador torce, preferências gastronômicas, datas comemorativas familiares, etc.

S.A.C. – Sistema de Atendimento ao Consumidor – São sistemas específicos para a realização de comunicação com o cliente, como o recebimento de críticas e sugestões, é importante os sistemas SAC terem preocupações como as do Call Center, no eu diz respeito ao dimensionamento de pontos de atendimento e, principalmente, na preparação dos seus atendentes.

Supplier Relationship Management (SRM) – O objetivo principal desse sistema é obter os benefícios do CRM, mas com foco em fornecedores fazendo com que seja bom na área de compras da empresa, e não mais com vendas. O gerenciamento do relacionamento com os fornecedores compreende o fortalecimento da parceria, a busca da integração dos dados e a automatização de todo o processo de aquisição de produtos, com o objetivo de redução de custos e tempo (cycle time) de compras. Sempre que uma necessidade de compras surge na empresa, através de uma Requisição de Compras, o sistema ERP dispara automaticamente, via E-Mail, um pedido de cotação (conhecido no mercado como RFQ – Request for Quotation).

E-Procurement e Strategic Sourcing – Essas duas ferramentas são de crucial importância para os sistemas SRM. Para se relacionar com seus funcionários, a empresa tem hoje as funcionalidades de um sistema de ERM, que comumente está escondido atrás da conhecida Intranet, um sistema de ERM pode compreender muito mais do que simplesmente disponibilizar o cardápio do restaurante da empresa, ou a lista interna de ramais e os aniversariantes do mês.

BI – Businness Intelligence – Mais um serviço utilizado com mais e mais frequência. Seu conceito baseia-se em uma estrutura de dados projetada para fornecer subsídios aos dirigentes da empresa para as suas tomadas de decisões; para tanto usa a base de dados corporativa da empresa, de onde extrai os dados necessários, criando os Data Mart, específicos para cada área de interesse. O conjunto de Data Mart compõe o Data Warehouse que é a base de dados a ser explorada pela ferramenta de BI. Normalmente essa ferramenta é desenvolvida visando uma apresentação interfacial mais amigável. Seus recursos incluem a geração de relatórios, planilhas, gráficos e recursos de explosão das informações em vários níveis de visualização

Módulos Operacionais
Os módulos operacionais se concentram em atividades administrativas, financeiras e comerciais. Pode-se dizer que o módulo estratégico é desnecessário para o funcionamento operacional. O tamanho da empresa e seu ramo de atuação define a utilização de quais módulos estratégicos devem ser utilizados. Porém quando falamos dos módulos operacionais, mesmo que a empresa não tenha áreas específicas para determinadas atividades, isso não significa que a atividade não exista na empresa.

Por exemplo, pode-se ter uma empresa de pequeno porte, onde não existe uma área de Compras, porém a atividade de comprar coisas existe na empresa, desempenhada por alguém e de alguma forma. Isso basta para que o processo de informatização das atividades operacionais básicas (financeiras / administrativas / comerciais) seja inevitável, esses módulos operacionais do ERP acabam existindo de uma forma ou outra, independentemente do tamanho da empresa ou de sua estrutura física interna. Também é importante ressaltar a questão cultural da empresa que é responsável pelo sucesso ou fracasso da automatização seja essa de que forma for que ocorra.

Módulos de Auxílio

O avanço da TI, mais especificamente dos microprocessadores, deram a possibilidade de se gerar documentos digitalmente o que em um ambiente de empresarial significa o uso de processadores de texto, planilhas eletrônicas e todas as demais ferramentas dessa natureza.

A quantidade de documentos digitais gerada cresce continuamente, exigindo ferramentas para controle de localização, atualização, versões e mesmo de temporalidade de guarda dos documentos. Com essa evolução constante surgiu a necessidade de algum tipo de ferramenta para Gerenciamento de Documentos, Document Management (DM). A tecnologia de DM foi inicialmente relacionada no gerenciamento de documentos de engenharia e normas técnicas, sendo, inclusive, uma das exigências da ISO 9000. Essa tecnologia permitiu a rastreabilidade das alterações dos documentos.

Hoje, a elevada quantidade de arquivos e a infinita necessidade do compartilhamento desses arquivos, tanto nas redes internas como na Internet, e o controle das atualizações em ambiente distribuído, são justificativa para a implantação de sistemas de DM que implementa, no mundo digital, muitas das funcionalidades já existentes nas aplicações de Records Management no mundo papel. Mais uma ferramenta dos módulos auxiliares é a tecnologia COLD, Computer Output to Laser Disk, que inicialmente foi introduzida para substituir a tecnologia COM, Computer Output to Microfilm, devido à redução de custos quando se armazenam as informações em discos ópticos comparados ao microfilme. Com o uso dessa tecnologia foi possível o armazenamento e gerenciamento de relatórios de forma digital. Devido à abrangência dessa tecnologia, em vez de COLD ela passou a ser chamada de ERM – Enterprise Report Management

Mudando para o ERP

Para uma eficiente passagem do modelo convencional para o sistema ERP, seguem-se os seguintes cuidados mais comuns:

 

Ação Leva a…
Identificar a implementação do ERP como uma iniciativa de negócio. Educar e ajustar a equipa de gestão rapidamente.
Não deixar os problemas técnicos afetarem as linhas temporais do projeto. Criar uma equipe de qualidade elevada para gestão de mudança.
Antes da implementação, fazer previsões. O que dirão os resistentes?; Que conflitos de opinião existem?; Discrepâncias no plano
Evitar conflitos entre as divisões do negócio. Os gestores de cada unidade de negócio devem entender as razões da mudança; Devem saber o que vai acontecer com eles; Deve ser elaborado um documento descrevendo a estratégia de mudança.

Escolher o pacote de software ERP correto

É sempre uma árdua tarefa a escolha do sistema que deve ser comprado, treinado e utilizado, pois se qualquer tipo de erro vier a ocorrer o resultado aparecera nas etapas finais do processo da empresa, acarretando problemas muito grandes. Para se implantar um sistema ERP deve-se pensar principalmente em:

• Gerar um atendimento ao cliente claro;
• Definir qual etapa da empresa deve receber o sistema ERP, fazendo uso da modularização.
• Pesquisar vários desenvolvedores de sistema ERP, pois alguns oferecem mais funcionalidades que outros. Assim também não se deve focar o barateamento da compra, pois um software mais econômico pode não ter um modelo mais adequado às ações da sua empresa.

Gerenciamento da Cadeia de Suprimento

Os SIGs visam alcançar toda cadeia logística de suprimentos. Se até hoje esses sistemas têm sua operação focada no âmbito de uma empresa ou unidade de negócio de uma corporação, realizando a integração com outras unidades ou outras empresas da cadeia logística onde atuam, através de integrações eletrônicas via EDI, com compartilhamento (parcial) de base de dados, de hoje em diante quando se fala de gestão da cadeia de suprimento, utilizando ferramentas de planejamento (e controle) global da mesma, o alcance passa a ser muito menos pontual e muito mais profundo com relação a processos de negócios, a partir do uso da tecnologia de informação, levantando questões relativas às quais são as pré-condições de sucesso dessa gerência complexa, e da implantação dessa integração.

São grandes os desafios nessa linha, com vários exemplos de sistemas geograficamente distantes; com hardwares diversos; necessidade intensiva de telecomunicações; base de dados diversa (requerendo um “data warehouse global”); operando em estruturas organizacionais e em culturas diversas; composta por recursos humanos de perfis diferenciados; empresas norteadas por estratégias diferenciadas, refletidas em diferentes posicionamentos competitivos; com múltiplos canais de distribuição e mercados regionais com características específicas; gerências financeira, de materiais, contábil, etc., não necessariamente compatíveis; além de aspectos decorrentes, eventualmente, da localização em países diferentes, com leis e culturas diferenciadas; entre outros, avolumam o conjunto de desafios a serem vencidos, necessários quando se sabe que os processos diversos de cada um dos atores da cadeia deverão, obrigatoriamente, interagir num não trivial inter-relacionamento. No limite dessa integração, a organização será capaz de possuir adaptabilidade máxima às variações ambientais, e suas fronteiras serão difusas. A cadeia como um todo responderá organicamente.

O inter-relacionamento entre organizações passa a ser estreito. A abrangência passa a ser a de toda cadeia. Nesse contexto, se a informação não está compilada, ela está disponível ou é disponibilizável, tornando possível o desenvolvimento ou simplesmente a utilização de ferramentas que permitirão uma tomada de decisão com maior acuidade (aqui entram os sistemas de Data Warehouse Management), possibilitando a construção de sistemas de gestão baseados em indicadores eficientes, em real time com a execução dos processos. Adicionado a esse modelo de cadeia de suprimentos, temos as questões relativas à tomada de decisão que passa a ser requerida em um ambiente de operação globalizado, a partir de informações e indicadores formulados por meio de uma “base de dados global” (data warehouse global).

A construção desses indicadores e seus inter-relacionamentos, a partir de um EIS (Enterprise Information System) logístico, global e agora viável, porém não simples e não trivial, sendo o sucesso dessa construção talvez o ponto onde se concentra a maior possibilidade de diferenciação, no momento em que todos estiverem operando com o mesmo sistema.

A gestão baseada em indicadores de desempenho, facilitando o monitoramento on-line da realização da estratégia e a tomada de decisão, é um passo além dos EIS tradicionais. A disponibilidade da informação, casada à sofisticação dos modelos de gestão que agora vêm sendo incorporados aos sistemas, abre a perspectiva de que possa a vir ocorrer à realização da gerência efetivamente norteada pelos objetivos estratégicos do negócio, alcançando todos os níveis da empresa, chegando ao operacional, realizando a ligação entre o planejamento estratégico e o operacional. Com esses vários desafios a vencer e com essas perspectivas de uso da informação, os SIGs caminham na direção da integração da cadeia de suprimentos.

Evolução do SIG

Os SIGs representam, sob certa ótica, a infraestrutura sistêmica (sistemas, aplicativos, etc.) capaz de realizar a mudança na forma como é estruturada organizacionalmente a empresa, em casamento com a infraestrutura proporcionada pelas redes de comunicação e pelos sistemas de banco de dados.

Quanto maior for o grau de aprofundamento e capilaridade da implantação e da utilização da infraestrutura de redes e do SIG, a empresa tende a torna-se menos hierarquizada, a organização passa a ser realizada em termos de sequenciamento de atividades no tempo, em outras palavras, processualmente, com quebra da estrutura funcional cartesiana. Passa a possuir maior capacidade de adequação, em curto ou menor prazo, às mudanças ambientais, realizando a integração plena entre a empresa, seus clientes e fornecedores e, portanto, proporcionando melhor resposta e maior capacidade de realização das estratégias competitiva e de produção.

Essa perspectiva evolucionária pode ser nesse momento delineada por vertentes de desenvolvimento que, em síntese, podem ser entendidas como uma expansão da abrangência de atuação dos SIGs, voltadas, portanto, para a continuidade da expansão das fronteiras de atuação destes sistemas, fazendo uso da infraestrutura de hardware (equipamentos, redes de comunicação) e software complementar (banco de dados, sistemas operacionais de rede, sistemas de backoffice, etc.) disponível e também em constante evolução.

Além dos vários fatores intrínsecos às características de um SIG, que os tornam ambicionados por qualquer gerente ou tomador de decisão em qualquer empresa, a atual onda de expansão da base instalada, evidenciada pelo grande número de vendas, tem sido adicionalmente impulsionada nos últimos anos pela necessidade, não mais postergável, de atualização de sistemas existentes na empresa, devido aos esforços de adequação dos mesmos à virada do milênio. Esses sistemas, operando muitas vezes em anacrônicas e centralizadoras plataformas de hardware, são, em geral, pouco amigáveis e com elevada manutenção, apresentando custos de atualização desencorajadores.

O sucesso atual dos SIGs advém, sobretudo, dos enormes ganhos oriundos pura e simplesmente da integração do que antes se encontrava isolado em diversos sistemas e bases de dados, enclausurados na estrutura funcional. A integração é de fato a estrela. O uso dos SIGs impacta a estrutura organizacional, a cultura e a estratégia da empresa, alterando seus processos, a forma como realiza suas atividades. Esses sistemas, pelos ganhos oriundos da integração, forçam o redesenho dos processos, possuindo a habilidade, inerente à concepção dos sistemas com uso de bancos de dados consolidados, de simplificar o fluxo de informação.

Por conta disso, modifica as estruturas gerenciais que passam a ser mais horizontalizadas, flexíveis e democráticas, como a própria estrutura organizacional da empresa.

Impactos da Tecnologia da Informação nas Empresas

Impacto da T.I. na Comercialização

Na era da economia industrial, o produtor tinha o poder de criar, e o consumidor a possibilidade de comparar e acessar vários mercados. Hoje, na era virtual, o poder foi trocado de mãos, passando para o consumidor, que agora tem amplo acesso a informação, permitindo pesquisar preço e valor agregado, conveniências para a aquisição dos produtos e/ou serviços.

Para as empresas, muito foi melhorado, por exemplo, a capacidade de armazenamento de informações por meio de comunicação de softwares denominados CRM (customer relationship management), que permite extrair conhecimento individualizado em cada cliente que acessa determinado serviço.

 

Impacto da T.I. na Logística
Por ser a área responsável por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa, tornou-se foco de desenvolvimento de diversas técnicas e ferramentas para sua implementação otimizada. Dessa forma, poucas são as empresas que não fazem uso do operador logístico, que tem sido a solução mais simples, pois se especializam, evitando os custos da T.I. Logística para a empresa.

Operador logístico:
• é responsável pela capilaridade necessária e os meios de transporte adequados;
• associa a operação dos serviços de armazenamento;
• é responsável pelo preparo de carga;
• é responsável pela gestão; e pela transmissão das informações entre fornecedores, produtores, clientes e agentes financeiros.

Nesta solução, é necessário que os sistemas de informação estejam integrados e conectados.

Capilaridade – significa você aparecer, sua empresa estar presente, até porque se uma pessoa ou uma empresa não estiver no local, corre o risco de perder posição para a concorrência

Impacto da T.I. na Produção

Muito mais notadas em funções como controles numéricos de máquinas-ferramenta onde o operador realiza algumas ações, como iniciar e finalizar a realização da operação de tornear peças, por exemplo. Hoje, vários tipos de automações e robôs dominam por completo as linhas de produção das fábricas. Dessa forma, a gestão da produção também foi contemplada com inúmeros empregos de tecnologia de informação.

Esses empregos da T.I. na produção, na organização e na gestão é um dos principais fatores de aumento de produtividade da economia industrial.

Impacto da T.I. na Gestão

Diversas ferramentas de gestão, como portais e intranets, bem como ferramentas de colaboração, como comunidades de prática e videoconferências, são hoje instrumentos poderosos de divulgação e disseminação da estratégia. Em determinados casos, a utilização de ferramentas dessa natureza, para viabilizar o envolvimento do maior número de pessoas possível nas fases iniciais de definição das estratégias, permite criar elevado nível de comprometimento e facilitar o processo de implantação da estratégia.

Nessa etapa de compreensão e disseminação da estratégia, as ferramentas de TI que suportam o BSC (Balanced Scorecard) são poderosas aliadas. Ferramentas de Business Intelligence, como data warehouse e data mining, também são fortes aliadas no processo de acompanhamento da execução da estratégia, pois oferecem painéis de indicadores que permitem a identificação de processos de trabalho ou áreas que estejam comprometendo a execução da estratégia e, consequentemente, necessitam de um maior apoio da área de recursos humanos. A utilização de bases de conhecimento de competências individuais e organizacionais possibilitam a identificação das competências relevantes para o alcance da estratégia.

A criação de comunidades de prática e de aprendizagem relacionadas aos temas relevantes para a estratégia da organização, com a ampla utilização de ferramentas de colaboração, auxilia na disseminação e contribui para o alinhamento e comprometimento das pessoas com a estratégia.

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Práticas Convencionais vs. Evolução Tecnológica

Conflito nos negócios: pessoas vs. máquinas Como as máquinas se tornaram mais inteligentes, as pessoas que as usarão se tornaram mais inteligentes e rápidas – FATO.

Time is money
Tempo é crucial para assegurar vantagens competitivas. Inteligência, sobrevivência, adaptabilidade, lealdade e poder para implementar são alguns dos termos que estão levando os gestores a questionarem o gerenciamento baseado no tempo, no lugar do gerenciamento, baseado no dinheiro, porém, uma vez estabelecido o perfeito gerenciamento temporal, as vantagens competitivas serão tamanhas, que os lucros serão maiores também.
“…não concentre no objetivo somente, mas muito mais nos meios para se alcançar os objetivos…”

Padronização e flexibilidade
Finda as superburocracias. Organizações devem aceitar o fato de que o não-equilíbrio transformou-se na condição padrão de operação, cuja flexibilidade é o caminho para adaptar-se, sobreviver e prosperar em uma época de transição.

Funções e sistemas
Funções organizacionais são coisas do passado, ao invés da departamentalização de funções e da inflexibilidade rotinizada, o modelo de sistemas integra informação e conhecimento de todas as funções, significando uma contínua comunicação, e vai prevalecer no futuro.

“…toda revolução pode ser traumática no ponto de vista sociológico, mas faz parte da evolução humana…”

teo costa
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Economia vs. Nova Economia (visão de consultor de e-commerce)

Introduzir tecnologia da informação requer planejamento judicioso e análise dos custos envolvidos comparados com as vantagens mercadológicas almejadas, porém se tem vendido produtos de tecnologia da informação como se fossem soluções mágicas que resolvem tudo facilmente.

A economia atual faz uso de transformações tecnológicas de processos e produtos, produção e gestão baseadas em conhecimento. Para tanto, tem-se dois momentos: o primeiro é a introdução da tecnologia de informação na economia industrial e na agrícola, o segundo são os produtos específicos da indústria informacional, virtual ou digital, dispositivos que processam a informação ou próprio resultado da digitação e processamento da informação.

Apesar de o processo de virtualização ocorrer a muito tempo, é apenas nos dias de hoje que ele se tornou claro e presente. No espaço virtual vem sendo criado vários portais e páginas, que abrigam atividades econômicas até então só existentes no mundo real.

Para a criação dessas ferramentas, fez se necessário o desenvolvimento de novas técnicas de telecomunicações (satélites, fibra ótica e sem fio), e sua implementação junto as tecnologias da informação complementam a plataforma cibernética e multifuncional, sobre a qual é construído o mundo virtual.

A web plataforma, ou somente internet, realiza esta plataforma cibernética de forma cada vez mais abrangente e de fácil acesso, criando e adaptando novas técnicas, tecnologias e ferramentas virtuais, mas, mesmo assim, a todo momento novas tecnologias, dispositivos, ferramentas e processos mais adequados à realização de atividades no espaço cibernético e de comunicação entre o mundo real e o virtual são introduzidos, tornando a web plataforma um ferramenta obrigatória para a maioria das instituições.

teo costa
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Importância do Sistema Integrado de Gestão para as Empresas de E-commerce

Para as empresas, a T.I. adquire importância no momento em que permite e/ou gera mudanças na maneira de realizar cada uma das atividades da cadeia de valor, o que, por sua vez, aumenta a sua eficiência individual, além de possibilitar a alteração da natureza das ligações entre as atividades. A cadeia de valor é a representação do conjunto de atividades realizadas em uma empresa, dividindo-se em duas categorias: atividades primárias (que colaboram para agregar valor ao produto); atividades secundárias ou de apoio.

As atividades primárias são divididas em atividades de logística de entrada (recebimento e estocagem de matéria prima), produção, logística de saída (distribuição), marketing e vendas e pós-venda. O sistema de valores, também conhecido como cadeia de suprimento (supply chain), é composto pela união das cadeias de valor de diversas empresas clientes e fornecedores formando uma cadeia completa da matéria prima até o consumidor final, em uma dada indústria.

“A TI não somente afeta a maneira como cada atividade individual é realizada, mas, através de novos fluxos de informação, a TI está aumentando a habilidade das empresas para explorar os elos entre as atividades, tanto interna como externamente à empresa. A tecnologia está criando novas ligações entre as atividades e agora as empresas podem coordenar suas atividades em conjunto com as atividades de seus clientes e fornecedores” PORTER e MILLAR (1985)

Aspectos que Fortalecem o SIG na Gestão Empresarial

O SIG é instrumento para o processo decisório, e para que a empresa possa usufruir as vantagens básicas dos SIGs é necessário alguns aspectos:
• O envolvimento da alta e média gestão;
• A competência por parte das pessoas envolvidas com o SIG;
• O uso de um plano mestre ou planejamento global;
• A atenção específica ao fator humano da empresa;
• A habilidade dos executivos para tomar decisões com base em informações;
• O apoio global dos vários planejamentos da empresa;
• O apoio organizacional de adequada estrutura organizacional e das normas e procedimentos inerentes ao sistema;
• O conhecimento e confiança no SIG;
• Existência de e/ou informações relevantes e atualizadas;
• A adequação custo-benefício.

As mudanças nos processos empresariais são inevitáveis quando se opta por investir em inovação, principalmente com relação à tecnologia.

Importância do SIG para as Empresas

Tem-se dificuldade em avaliar quantitativamente os benefícios oferecidos por um sistema de informação gerencial.

O sistema de informação gerencial pode, sob determinadas condições, trazer os seguintes benefícios para as empresas:
• Redução dos custos das operações;
• Melhoria no acesso às informações, proporcionando relatórios mais precisos e rápidos, com menor esforço;
• Melhoria na produtividade;
• Melhoria nos serviços realizados e oferecidos;
• Melhoria na tomada de decisões, por meio do fornecimento de informações mais rápidas e precisas;
• Estímulo de maior interação dos tomadores de decisão;
• Fornecimento de melhores projeções dos efeitos das decisões;
• Melhoria na estrutura organizacional, para facilitar o fluxo de informações;
• Melhoria na estrutura de poder, proporcionando maior poder para aqueles que entendem e controlam os sistemas;
• Redução do grau de centralização de decisões na empresa;
• Melhoria na adaptação da empresa para enfrentar os acontecimentos não previstos.

Essas premissas permitem que as empresas definam possíveis fortalecimentos do processo de gestão, garantindo o diferencial de atuação e, por consequência, vantagem competitiva. O SIG deve ser desenvolvido de forma a dar apoio às metas da organização. Por exemplo, os executivos de nível superior usam relatórios do SIG no desenvolvimento de estratégias para o sucesso dos negócios, os gestores de nível médio usam os relatórios de SIG para comparar as metas estabelecidas da empresa com os resultados reais.

teo costa
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A gestão empresarial precisa do apoio de sistemas: Gestão da Informação.

A gestão empresarial precisa cada dia mais do apoio de sistemas, pois estes dão segurança, agilidade e versatilidade para a empresa no momento em que se processam as decisões. As empresas precisam estar preparadas para lidar com os problemas internos e externos do ambiente em que estão inseridas, para tanto, buscam no desenvolvimento de sistemas de informações suporte para a resolução desses problemas.

Os sistemas de informação objetivam a resolução de problemas organizacionais internos, e a consequente preparação para enfrentar as tendências da crescente competitividade de mercado.

A exigência do mercado competitivo, dinâmico e principalmente globalizado motiva as empresas a operarem com um sistema de informação eficiente, garantindo níveis mais elevados de produtividade e eficácia.

Na era da informação, o diferencial das empresas e dos profissionais está diretamente ligado à valorização da informação e do conhecimento, proporcionando soluções e satisfação no desenvolvimento das atividades. Para serem efetivos, os sistemas de informação precisam corresponder às seguintes expectativas:
• Atender as reais necessidades dos usuários;
• Estar centrados no usuário (cliente) e não no profissional que o criou;
• Atender ao usuário com presteza;
• Apresentar custos compatíveis;
• Adaptar-se constantemente às novas tecnologias de informação;
• Estar alinhados com as estratégias de negócios da empresa.

Ao atender esses requisitos a empresa se sente confiante no momento de utilizá-lo no processo decisório de seus negócios.

Classificação de Sistema de Informação

Os sistemas podem ser classificados de acordo com a sua forma de utilização e o tipo de retorno dado ao processo de tomada de decisões. Os sistemas podem ser de contexto operacional ou gerencial, ou seja:
• Sistemas de Apoio às Operações
– Sistema de Processamento de Transações (SPT)
– Sistemas de Trabalho do Conhecimento e de Automação de Escritório (STC e SAE)

• Sistema de Apoio Gerencial
– Sistema de Suporte da decisão (SSD)
– Sistema de Suporte Executivo (SSE)
– Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Veremos agora cada um dos sistemas de forma mais clara.

• Sistema de Apoio às Operações
Os sistemas de Apoio às Operações de uma empresa têm por principais metas processar transações, controlar processos industriais e atualizar banco de dados, fornecendo informações de âmbito interno e externo. Apesar da sua importância para o desenvolvimento normal das atividades da empresa, não consegue desenvolver informações específicas, necessitando do apoio do sistema de informação gerencial.

– Sistema de Processamento de Transações (SPT)
A automatização dos trabalhos repetitivos e rotineiros comuns aos negócios da empresa agiliza e facilita a realização dos trabalhos. Além de oferecer uma gama maior de informações. Como exemplo, pode-se citar a emissão de notas fiscais e o controle de estoque.

“Um sistema de processamento de transações é um sistema computadorizado que executa e registra as transações rotineiras diárias necessárias para a condução dos negócios”. LAUDON e LAUDON (2001)

– Sistemas de Trabalho do Conhecimento e de Automação de Escritório (STC e SAE)

Os aplicativos dos escritórios são projetados com base na necessidade de manipulação e gerenciamento de documentos, aumentando, assim, a produtividade dos envolvidos com a atividade; por exemplo, a editoração eletrônica, arquivamento digital, planilhas de cálculo e outros, favorecem a qualidade e agilidade das tarefas.

Sistema de Apoio Gerencial

Quando se fala em fornecer informações para a tomada de decisão, toda a empresa deve estar envolvida nesse processo. A complexa relação entre os diversos gerentes de uma organização deve ser facilitada pelos sistemas de apoio gerencial.
São eles:
– Sistema de Suporte da decisão (SSD)
Os sistemas de suporte da decisão são munidos de grande quantidade de dados e ferramentas de modelagem, permitindo uma flexibilidade, adaptabilidade e capacidade de resposta rápida ao nível gerencial da organização. Eles oferecem recursos cruciais que viabilizam o suporte às decisões de nível gerencial.

– Sistema de Suporte Executivo (SSE)
Os sistemas de suporte executivo dão suporte ao nível estratégico da empresa e ajudam a definir os objetivos a serem estabelecidos, utilizando-se de tecnologia avançada para a elaboração de gráficos e relatórios. Os usuários desse sistema são os executivos seniores. Os sistemas de suporte executivo não são projetados para resolver problemas específicos; em vez disso, fornecem uma capacidade de computação e telecomunicações que pode mudar a estrutura dos problemas.

– Sistema de Informação Gerencial (SIG)
O sistema de informação gerencial dá suporte às funções de planejamento, controle e organização de uma empresa, fornecendo informações seguras e em tempo hábil para tomada de decisão. Os executivos devem buscar projetar os sistemas de informação gerencial inserindo dados de origem interna e externa, existindo, portanto, uma interação entre os meios, resultando na concretização dos objetivos preestabelecidos pela empresa. As fontes externas advêm do relacionamento com fornecedores, acionistas, clientes e concorrentes, facilitadas nas atuais circunstâncias pela evolução tecnológica.

As fontes internas estão relacionadas aos bancos de dados mantidos pela organização. Os bancos de dados são atualizados pela captura e armazenamento dos dados resultantes da integração dos diversos sistemas que compõem a organização, entre eles, sistemas de finanças, sistemas de contabilidade, sistemas de recursos humanos, sistemas de venda e marketing.

A seguir há duas tabelas que resumem as classificações dos sistemas para uma compreensão mais detalhada:

 

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As decisões são tomadas sob diversas condições: sob condições de certeza, condições de
incerteza e condições de risco. As decisões programadas normalmente oferecem um grau de
risco menor do que as decisões não-programadas.
Em se tratando das decisões tomadas sob certeza, o elemento de decisão tem conhecimento
das consequências ou resultados de todas as alternativas, sendo assim, pode escolher a melhor
dentre as alternativas propostas.
Com relação às decisões tomadas sob condições de incertezas, os resultados são desconhecidos
e gerados sob probabilidades, cujo elemento de decisão tem pouco ou nenhum conhecimento
das informações que formam as alternativas.
Na tomada de decisão com risco, todas a alternativas têm um resultado específico e são
projetadas sob probabilidades conhecidas.

O tomador de decisão conhece todas as alternativas
e sabe que o risco é inevitável. Dessa forma e possível observar que a tomada de decisão está
diretamente relacionada ao potencial informativo do Sistema de Informação da empresa, e este
dever ser o mais útil possível na geração da melhor informação no auxílio ao gestor.
Os sistemas de informação gerenciais fortalecem o plano de atuação das empresas. A geração
de informações rápidas, precisas e principalmente úteis para o processo de tomada de decisão
garante uma estruturação de gestão diferenciada, resultando em vantagem competitiva sobre as
demais empresas.

TABELA 1: Tipificação dos Sistemas de Informação
Vendas e
Marketing Produção Finanças Contabilidade Recursos
Humanos
Sistemas de Nível Estratégico
Sistema de
Informações
Gerenciais (SIG)
Administração
de vendas
Controle de
estoque
Análise de
Investimento
de Capital
Análise de
recolocação
Sistema de
Suporte a Decisão
(SSD)
Análise de
regiões de
venda
Programação
da Produção
Análise
de preço
lucratividade
Análise de
custo contratual
Sistema de Nível de Conhecimento
Sistema de
Trabalho do
Conhecimento
(STC)
Engenharia
de Estação de
Trabalho
Estações de
Trabalho
Gráfica
Estações de
Trabalho
Gerencial
Sistema de
Automação de
Escritório(SSD)
Processador de
Texto
Documentação
de Imagem
Calendários
Eletrônicos
Sistema de Nível Operacional
Sistema de
Processamento de
Transação (STP)
Controle de
máquina
Negociação
de Títulos
Folha de
Pagamento Compensação
Monitoramento
de Pedido
Programação
de Fábrica Contas a pagar Treinamento e
desenvolvimento
Processamento
de Pedido
Controle de
Movimentação
de Material
Administração
do Caixa
Contas a
receber
Manutenção
de registro de
empregado
TABELA 2: Características dos Sistemas de Processamento de Informação
Tipo de
sistema Informações Entrada para
Processamento Informações Saída para
Usuários
SSE Dados Agregados Internos e
Externos
Imagens,
Simulações
Projeções; respostas
para questões Gerentes Sr.
SSD
Baixos volumes de dados ou
banco de dados volumosos
organizados para análise de
dados; modelos analíticos e
ferramentas de análise dados
Interatividade;
Simulações e
Análise
Relatórios especiais;
analise de decisões;
respostas para as
questões
Profissionais;
Gerência
administrativa
SIG
Dados de transação
resumidos; grandes volumes
de dados; modelo simples
Relatórios
rotineiros; modelo
simples; análise de
nível inferior
Resumo e relatórios
de execução
Gerentes de
nível médio
STC Especificações de projeto e
base de conhecimento
Modelagem;
simulações Modelos; Gráficos Profissionais e
pessoal técnico
SAE Documentos; prazos
Gerenciamento
de documentos;
programações;
comunicações
Documentos;
programações e
correio
Trabalhadores
de escritório e
administrativo
SPT Transações e eventos
Ordenação;
listagem; fusão;
atualização
Relatórios detalhados
listas e resumos
Pessoal
operacional;
supervisores

 

Uso da TI = Melhores Processos Empresariais

Uma empresa de sucesso, como já visto, está atualmente vinculada à velocidade em que as informações são assimiladas e pela rapidez em que são tomadas as decisões.

Os componentes que fundamentam a Tecnologia de Informação são:
• Hardware e seus dispositivos periféricos;
• Software e seus recursos;
• Sistemas de telecomunicações;
• Gestão de dados e informações.

Unindo esses componentes à empresa poderá elevar potencialidade de sua atuação, com as melhorias oferecidas pela Tecnologia de Informação, as empresas têm novas oportunidades comerciais, permitindo a expansão para novos mercados e segmentos existentes, resultados válidos e importantes que justificam um possível custo elevado de investimento em TI.

O Sistema

Os gestores unem diferentes partes da composição de uma empresa para formar sistemas de suporte a administração da empresa.

“Sistema é um conjunto de partes interagentes e interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função” . OLIVEIRA (2002)

“Um sistema é a disposição das partes de um todo que, de maneira coordenada, formam a estrutura organizada, com a finalidade de executar uma ou mais atividades ou, ainda, um conjunto de eventos que repetem ciclicamente na realização de tarefas predefinidas” . BATISTA (2004)

Os sistemas procuram atuar como:
• ferramentas para exercer o funcionamento das empresas e de sua intrincada abrangência e complexidade;
• instrumentos que possibilitam uma avaliação analítica e, quando necessária, sintética das empresas;
• facilitadores dos processos internos e externos com suas respectivas intensidades e relações;
• meios para suportar a qualidade, produtividade e inovação tecnológica organizacional;
• geradores de modelos de informações para auxiliar os processos decisórios empresariais;
• produtores de informações oportunas e geradores de conhecimento;
• valores agregados e complementares à modernidade, perenidade, lucratividade e competitividade empresarial.

Os sistemas podem ser diferenciados da seguinte forma:

“Sistemas Abertos envolvem a ideia que determinados inputs são traduzidos no sistema e, processados, geram certos outputs. Com efeito, a empresa vale-se de recursos materiais, humanos e tecnológicos, de cujo processamento resulta bens ou serviços a serem fornecidos ao mercado”. BIO (1985)

“Sistemas Fechados são entendidos como os que não mantêm relação de interdependência com o ambiente externo” . PADOVEZE (2000)

Uma vez conhecida a predefinições de sistemas, é possível dizer que a empresa é um sistema aberto, tendo em vista que há interação com o meio externo, em que esta capta recursos brutos, processa e devolve na forma de bens, serviços ou informações. Durante esse processamento de recursos brutos e comum ocorrem desvios e resultados insatisfatórios, e nesse caso a retroalimentação permite a correção dos problemas.

“A empresa é visualizada como um sistema aberto em um dinâmico relacionamento com seu ambiente, recebendo vários insumos (entradas), transformando esses insumos de diversas maneiras (processamento ou conversão) e exportando os resultados na forma de produtos ou serviços (saídas)”. CHIAVENATO (2012)

teo costa
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Benefícios oferecidos pelas decisões acertadas, baseadas em informações

Decisões Acertadas

Os gestores atribuem valores às informações dependendo dos resultados alcançados pela empresa. Os benefícios oferecidos pelas decisões acertadas, baseadas em informações valiosas, representam o sucesso da empresa.

O conceito de valor da informação pode ser relacionado com:
• Redução da incerteza no processo de tomada de decisão;
• Relação do benefício gerado pela informação versus custo de produzi-la;
• Aumento da qualidade da decisão.

O gestor dispõe a informação de uma forma que reduz as incertezas no decorrer do processo de decisão e aumenta a qualidade da decisão. O conhecimento facilita reconhecer quais dados e informações são úteis para se atingir os objetivos traçados pela organização

“Um conjunto de dados, regras, procedimentos e relações devem ser seguidos para se atingir o valor informacional ou resultado adequado do processo está contido na base do conhecimento” STAIR (1998)

“Conhecimento é o conjunto de ferramentas conceituais e categorias usadas pelos seres humanos para criar, colecionar, armazenar e compartilhar a informação” LAUDON e LAUDON (1999)

Somente através do conhecimento humano pode-se criar informações a partir da transformação dos dados.

teo costa
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