Renova Ecopeças Reformula E-commerce Utilizando Plataforma Vtex e Desenvolvimento Itelios

Renova Ecopeças Reformula E-commerce Utilizando Plataforma Vtex e Desenvolvimento Itelios

Peças recicladas com garantia e responsabilidade ambiental, esta é a filosofia de vendas da Renova Ecopeças, empresa que faz parte do Grupo de Empresas da Porto Seguro.

A cada dia entram mais veículos em circulação no Brasil. E quanto mais veículos nas ruas, mais carros saem de circulação também, seja por batidas, roubos ou, simplesmente, por envelhecer. A idade média da frota brasileira é de 13 anos. E o que acontece com esses carros que saem das ruas? Em termos de reciclagem, quase nada.

A Renova Ecopeças é uma empresa pioneira no mercado de reciclagem e reaproveitamento de carros porque tem processos sustentáveis, que respeitam o meio ambiente. E tudo isso é feito em 8 etapas básicas no processo de produção da Renova.

A Itelios é uma empresa francesa de tecnologia, focada em Internet e e-commerce. Desenvolvem e-commerce, aplicativos, portais e sistemas sob medida para grandes empresas e as maiores agências de publicidade do mundo.

Possuem mais de 130 colaboradores divididos entre Paris, Lille e Macon na França, e em São Paulo no Brasil e tem uma operação responsável por grandes projetos de e-commerce tanto na França como em São Paulo.

A Itelios ainda atuam em 4 frentes de negócios e tecnologias: Drupal/PHP para portais e intranets, Magento/PHP e Demandware em e-Commerce, tecnologia .Net para desenvolvimento customizado, e de forma transversal às demais frentes possuem os projetos mobile em Android, iOS e Windows Phone nativos ou através das plataformas PhoneGap/Cordova e Xamarin.

Desejo sucesso a Renova Ecopeças

Téo Costa

 

IBBL Renova loja virtual com plataforma Vtex e Synapcom Fullcommerce

IBBL Renova loja virtual com plataforma Vtex e Synapcom Fullcommerce.

Completando 30 anos de atuação em 2016, a IBBL busca oferecer soluções para produtos e serviços relacionados à água, sendo uma das maiores fabricantes de purificadores de água e bebedouros do país. A companhia está presente em todo o território nacional e exporta para mais de 40 países.

Até os dias de hoje (03/01/2017) utilizando a sua loja virtual com a plataforma Opencart, estará migrando a sua nova loja virtual utilizando a plataforma de e-commerce Vtex, e sendo gerenciada pela Synapcom.

A IBBL, possui em seu portfólio conta com um mix diversificado com: purificadores, bebedouros, bebedouros de pressão, refresqueiras, hot dispenser, filtros e refis e umidificadores.

Loja virtual desenvolvida pela Enext.

Sucesso IBBL!

 

Obtendo um domínio para uma hospedagem particular

Caso a opção não seja contratar um hosting, mas, sim, preparar um server em uma empresa, deve-se seguir os passos abaixo:

Primeiro: antes tudo, deve-se guardar o domínio em questão. Após esse passo, é preciso contratar um plano de Internet junto ao ISP* com IP fixo (O IP será o mesmo sempre, diferentemente das conexões domésticas, que são dinâmicas e o número IP muda), geralmente, com banda dedicada (diferentemente das bandas domésticas, que são variáveis, alterando a banda conforme horários de pico; a provedora da Internet garante apenas 10% no contrato do valor contratado).

*ISP (ou Internet Service Provider ou Provedor de Serviços de Internet): são empresas que têm como recurso principal o acesso à Internet. São elas que fornecem o IP e fazem a “ponte” entre um IP e outro. O IP fixo é fornecido por elas. As principais ISPs da cidade de São Paulo são: Vivo – antiga Telefônica, StarOne da Embratel, NET,etc.

Neste endereço: http://internet-map.net/ , pode ser vista a rede mundial de computadores de forma gráfica, precisamente em forma espacial, a qual parte do princípio de que cada endereço é um ponto no espaço e esse espaço é aumentado conforme sua importância (número de acessos).

Segundo: deve-se preparar um servidor, ou seja, em vez de usar um microcomputador, usam-se um servidor e todo aparato de equipamentos necessários para que funcione (ex. nobreak, estabilizador, mouse, teclado, monitor, impressora, roteador, switch, etc.), pois permite múltiplas conexões, maior confiabilidade em aplicações multitarefas, etc. Vários servidores podem ser vistos nos principais fabricantes, como Dell, IBM e HP .

Terceiro: é necessário algum sistema operacional que rode em servidor, como, por exemplo, Linux, Unix, Ms Windows Server ou NT, Novell, entre outros, e é preciso, também, possuir o webserver que irá receber as conexões externas pela web e apontar os clientes para as páginas Web. São estes os principais servidores: Apache Server, Microsoft IIS (Internet Information Server), Tomcat , etc.

Quarto: deve-se adquirir uma licença anual do Certificado de Autenticação. Esse certificado gera o Https no servidor, que dará suporte a cartões de crédito e conexões criptografadas e seguras (são requisitos básicos para transações em alguns bancos).

Porém, antes, é necessário baixar um software de Certificate Signing Request (CSR) ou Pedido de Certificado de Assinatura para o webserver do servidor. Esse software gerará uma chave no servidor que, ao ser enviada para a empresa provedora da CA ou Certificado de Autenticação, esta fornecerá o download do software de Certificação SSL e, ao instalar no webserver, ela copiará os endereços do logotipo da empresa CA e postará no código-fonte da página web. Os procedimentos das empresas CAs variam de empresa para empresa, mas, após esses passos, a aplicação web estará segura, como mostra a Figura (A), com a barra de endereço do browser do cliente (Google Chrome®) iniciando com Https (Caso haja algum erro na autenticação, aparecerá o que se vê na Figura (B), demonstrando que a conexão não é segura. Também pode ser provocado esse erro por browsers antigos ou pela data e hora do computador que estejam incorretas).

Após a Certificação SSL, é acrescentada à rede do servidor uma camada de segurança. Pode-se observar a diferença entre uma rede com SSL (certificada) e outra sem, embora seja em linguagem de máquina e seja “transparente” exceto pela apresentação do Https, pelos browsers

1

Com SSL (1) a primeira rede da figura confiável. (2) na barra de endereço da figura confiável são claramente vistos o Https e o símbolo do cadeado. A confiabilidade deste domínio está na autenticação, integridade e privacidade de dados. (3) a camada TCP da rede está abaixo da camada SSL (Secure Socket Layer), que se introduz ao assinar um Certificado Digital, A SSL (Secure Socket Layer) é uma camada que permite que as conexões HTTPS (porta 443) com o browser do usuário sejam criptografadas. Browsers antigos, geralmente, possuem conflitos com certificados atuais, e problemas também são encontrados em microcomputadores que estão com data e hora desatualizados. Exemplo: ao entrar no GMAIL com a data no computador de 1-1-2007. A criptografia das mensagens pode variar de empresas de CA, bem como seu algoritmo e tamanho da chave de comunicação

Sem SSL (1) segunda rede da figura não confiável. (2) a barra de endereço mostrada na figura, aparece apenas o www., pois o http:// é automaticamente ocultado pelo browser. (3) note que a camada TCP na figura, está abaixo da camada de aplicação, ou seja, da porta HTTP.A porta HTTP comunica se diretamente com o browser sem nenhuma criptografia.

Obtendo um domínio para uma hospedagem terceirizada

Para se ter um e-commerce ou website, deve-se, primeiro, “guardar” o domínio; em segundo lugar, deve-se solicitar a uma das empresas de hosting ou hospedagem (veja 2.1.1) que aponte os servidores para o domínio que irá ser registrado; em terceiro, as empresas devem enviar de dois a três endereços IPs; e em quarto lugar, esses endereços serão apontados no cadastro do domínio do Registro.br.

Empresas de hospedagem ou hosting São empresas que hospedam websites e que possuem diversos planos e serviços que devem ser analisados atentamente. Antes de assinar um hosting, é necessário analisar vários aspectos que dizem respeito à empresa:
(1) É idônea, isto é, reconhecida por sua confiabilidade e estrutura ?
(2) Tem suporte à linguagem de programação usada no website ou e-commerce?
(3) Tem suporte ao Banco de Dados utilizado no website ou e-commerce?
(4) Tem suporte 24 horas?
(5) Não fica fora do ar constantemente?
(6) Não fica lento ao entrarem várias pessoas ou em horários de pico (19:00 às 22:00) ?
(7) Algumas hospedagens oferecem sistema de gerenciamento de conteúdo* e templates* para manipulação de websites em seus pacotes, ou seja, não, necessariamente, o assinante precisa desenvolver um website.

Glossário

*template: é o nome dado ao modelo de conteúdo ou documento. Neste caso de hospedagem, são modelos de páginas pré-prontas que o assinante ou usuário modifica apenas seu conteúdo visual, não seu código-fonte (código em Html ou alguma linguagem de programação).

*sistema de gerenciamento de conteúdo: ou CMS (Content Management System) – são aplicativos que gerenciam (criar, editar, publicar, excluir…) conteúdos web, como notícias, informações, artigos, textos, imagens, sons, etc. A princípio, este aplicativo recebe a informação e transmite-a no website, sem, necessariamente, o usuário alterar o código-fonte da página. Este aplicativo é muito usado em diversos websites corporativos, como páginas educacionais, jornalísticas, do governo, bancárias e páginas que possuem muito conteúdo de leitura, como blogs e páginas wikis. São diversos os aplicativos desenvolvidos para CMS; existem os pagos [de empresas que desenvolvem e vendem para grandes empresas sistemas CMS, por exemplo, vm2.com.br ] e os gratuitos, que em geral, são sistemas web. A princípio é necessário que haja um microcomputador preparado para instalá-los; são aplicativos leves, mas que, em geral, requerem a instalação de algum banco de dados e webserver para rodar no browser (navagador de Internet). Alguns aplicativos CMS: JOOMLA, WordPress, PHP-Nuke, Mambo, Microsoft SharePoint, etc.

Para e-commerce: (1) (PRINCIPAL) Tem planos que dão suporte a pagamentos on-line, ou seja trabalha com Https ? (2) Muitas empresas de hospedagem já possuem, em seus planos, um template* de e-commerce e seu gerenciador, cabendo ao assinante apenas inserir os produtos e organizar as disposições do cabeçalho, menus de navegação e disposição de produtos, ou seja, já está tudo desenvolvido, paga-se apenas um aluguel pelo uso e o assinante fica responsável pela inserção e divulgação dos produtos. (3) Algumas empresas de hospedagem, além de darem suporte a pagamentos on-line, também intermedeiam a compra do produto pelo cliente e, com uma porcentagem da venda, ou não, dependendo do plano, repassam o valor recebido ao assinante da loja virtual.

Registro BR – órgão gerenciador de domínios do Brasil

Primeiro passo para se ter um domínio no Brasil é solicitá-lo junto ao único órgão responsável por gerenciar os domínios (.com.br).registro_br_registro_dominio

Na parte (1), temos a opção de pesquisar a existência ou origem de um domínio específico. Essa opção é importante, pois mostra o contato e os servidores de quem o registrou e mostra, principalmente, se esse mesmo domínio a ser consultado está disponível para registro ou não. A pesquisa, por exemplo, de cruzeirodosul.edu.br mostra que o domínio já está registrado e configurado os servidores, clicando no link, Mais Informações e Whois, mostra detalhes de quem o registrou.

A sessão (2) é a sessão de cadastro. Todos devem fazer o cadastro, já que é gratuito. Ao ter um nome de um domínio que não existe, através do cadastro, pode-se “guardá-lo”, ou seja, comprar o domínio por alguns dias até registrá-lo devidamente, ou seja, até pagar a taxa do registro.br (R$ 30.00) e apontar os IP dos servidores que irão ser responsáveis pelo novo domínio. Após o cadastro, para adquirir um domínio, é preciso logar, com seu ID/Senha, e preencher um formulário de cadastro de domínio como segue abaixo. Para facilitar a explicação desse formulário, vamos dividi-lo em 4 partes. Segue, abaixo, uma breve descrição das partes do formulário de registro de domínios. Na seção (1) do formulário, deve ser digitado o novo domínio e depois escolher a área de atuação.

No formulário, variam de 1 a 69 os tipos de registro.BR. Na seção (2), há 2 variações: “Pessoa Jurídica” e “Pessoa Física”. No Brasil, os domínios que forem de atuação comercial são obrigatoriamente cadastrados com CNPJ, ou seja, é preciso fazer um breve cadastro da empresa, porém uma empresa pode cadastrar vários domínios. Para domínios de cunho profissional liberal ou afins, somente o CPF é necessário.

Na seção (3), o ID principal é o de registro, porém é possível delegar contatos para cobrança e suporte técnico para outros IDs. Na seção (4), no Servidor “Master” e “Slave 1” devem ser colocados o IP fixo fornecido pela ISP ou os IP´S de hospedagem.

Existem pessoas que compraram domínios com os nomes de empresas que ainda não o tinham, para depois venderem-no à própria empresa. Daí a importância de comprar o domínio com o nome da empresa ou até comprar o nome, a fim de evitar que isso ocorra, pois, a partir do momento em que um domínio é cadastrado, não se pode tirá-lo de quem o cadastrou nem recuperar esse domínio até que seu cadastro seja cancelado. Dica: se a empresa for cadastrada em outro ID, peça que o ID que cadastrou a empresa lhe transmita o registro da empresa, caso contrário, somente o ID que tiver cadastrado a empresa será o responsável pelo domínio.

Definição de Domínio: www.dominio.com.br

Um domínio é um endereço eletrônico que contém caracteres alfanúmericos (letras e números)
que informam o endereço eletrônico, seguido da sua área de atuação, juntamente com a sua
nacionalidade, geralmente, iniciando por www.

Exemplo:
www.teo.com.br
www – word wide web (rede mundial de computadores)
cruzeirodosul – nome eletrônico do portal
edu – área de atuação educacional
br – domínio de nacionalidade brasileira
Abaixo alguns exemplos de áreas de atuação:
.com.br – comercial
.ind.br – industrial
.edu.br – educacional
.net.br – uma opção ao .com.br
.blog.br – blogs
.flog.br – websites cujo conteúdo são imagens
.vlog.br – websites cujo conteúdo são vídeos

 

Para domínios estrangeiros – diferentemente dos brasileiros, que contêm apenas um portal –
há vários portais de gerenciamento de domínios e os principais são:

Namecheap www.namecheap.com
GoDaddy www.godaddy.com
Dynadot www.dynadot.com
DOMAIN www.domain.com

Nos domínios estrangeiros, principalmente dos Estados Unidos, os domínios são terminados
sem indicar a nacionalidade.

Exemplo
:
www.nasa.gov
www – word wide web (rede mundial de computadores)
nasa – nome eletrônico do portal
gov – área de atuação: pesquisa governamental sobre exploração espacial.

Principais formas de endereçamento e ancoras

1. URL– Uniform Resource Locator ou Localizador Padrão de Recursos – não,
necessariamente, são domínios de internet; geralmente são endereços de algum recurso do
sistema que disponibilizam arquivos, impressoras e outros recursos.
Exemplo : http://ftp.ubuntu.com/ubuntu/ (Disponibiliza o S.O. Linux Ubuntu)

2. IP-Internet Protocol ou Protocolo de Internet – são endereços numéricos que identificam
um recurso, dispositivo ou domínio. Exemplo: 74.125.229.183 – até a data da realização
deste material, é equivalente ao dominio www.google.com.br; ou seja, sabendo o endereço
IP, não é preciso, necessariamente, digitar o endereço do portal, porém é óbvio que é muito
mais fácil memorizar palavras do que números. Naquele caso seria como chamar as pessoas
pelo CPF em vez de pelo primeiro nome.

3. Http (Hypertext Transfer Protocol ou Protocolo de Transferência de Hipertexto) request
e response. Na Web, quando o usuário solicita uma página web, ao digitar o endereço
eletrônico, o solicitante faz um http request; nos Servidores DNS´s, ao localizar o servidor
solicitado, o Servidor DNS entrega ao solicitante o http response, ou seja, a página Html
(HyperText Markup Language ou Linguagem de Marcação de Hipertexto) ou serviço web na
porta HTTP do computador solicitante, juntamente com o endereço IP do servidor solicitado.

4. DNS – Domain Name Sistem ou Sistema de Nomes e Domínios. Lendo acima sobre
IP, vemos que é a forma numérica de um endereço eletrônico. O DNS, a grosso modo, é
uma “lista” que “liga” o endereço IP ao endereço eletrônico. A título de exemplo, imagine a
seguinte situação: uma lista telefônica gigante que contém o nome completo do indivíduo e seu
respectivo número de telefone; porém a ordem de apresentação do nome, na lista telefônica,
começa pelo último nome, depois aparece seu nome do meio e depois seu primeiro nome,
ao lado do seu número de telefone. Na web funciona, mais ou menos, da mesma forma;
quando se digita www.teo.com.br, é feita uma verificação de trás para frente, como
mostrado na Figura abaixo:
(1º) identifica que o endereço eletrônico pertence ao país Brasil,
(2º) após essa identificação, faz busca “na lista das áreas de atuação” educacionais,
(3º) em seguida, localiza o primeiro nome ou nome da Instituição,
(4º) aponta o endereço IP desse domínio.
(5º) e leva o usuário que digitou o endereço do portal para o serviço da HTTP camada
TCP (veja a Figura na página 11),que fica localizado na porta 80, do host do portal www.
cruzeirodosul.edu.br, á página padrão da Internet, a primeira a ser enviada ao solicitante
(usuário) caso digite apenas o endereço eletrônico (sem / depois do .br, exemplo: www.
teo.com.br/teste.hml) sem o index.htm, seguido das extensãoes html, php, jsp,
aspx. O nome index vem de indexação, ou seja, uma espécie de padrão universal para menu,
sumário ou índice, que, porém, pode ser configurado no servidor.

5. Link – Diminutivo de Hiperlink ou Hiperligação – são, geralmente, apontamentos ou
âncoras para outros domínios.

Novas Tendências da Internet

Em entrevista a Prescott (2006,p.11-12), Vinton Cerf (um dos pais da Internet) aponta quase 1 bilhão de usuários em toda rede, compartilhando informações. A facilidade propiciada pelas redes estimulou grande crescimento de serviços comerciais e educacionais aos usuários.

Atualmente segundo dados de Gharzeddine(2011) e Gomes afirmam que, o número de humanos no planeta atinge marca recorde de 7 bilhões no ano de 2011, considerando esta afirmação relacionando as declarações de Vinton em 2006 temos uma estimativa de 13% da população mundial conectados atualmente. Arruda (2011) aborda dados relativos ao nosso país, mostrando que quase metade dos brasileiros estão em velocidade considerada média, e a outra metade estão os que navegam abaixo da velocidade média e usuários que navegam com conexões super-rápidas :

No Brasil, quase metade dos usuários (48%) usa a internet com uma conexão considerada de velocidade média (512 Kbps a 2 Mbps).

Além disso, cerca de 31% dos internautas brasileiros navega a uma velocidade lenta, de até 512 Kbps. Já as conexões super-rápidas, em nosso país, correspondem a apenas 6% da população conectada […] Mas quando o assunto é o tempo usado na internet, o brasileiro lidera o ranking […]cerca de 30 a 31 horas online por mês. Os internautas com velocidades consideradas rápidas ou médias são os que mais ficam conectados.

Rasmussen (2011) aponta uma tendência de crescimento para o uso da Internet em aparelhos móveis, que podem ser considerados também uma nova plataforma para comércio eletrônico: Os acessos em alta velocidade à Internet por redes móveis superaram as conexões de banda larga fixa, que somaram 14 milhões no primeiro trimestre. Banda larga no Brasil cresce 51,5% durante o primeiro trimestre. Alguns livros muito interessantes que poderão abrir mais sua visão sobre marketing são:

STERNE,J. Marketing na Web: Integrando a Web à sua estratégia de Marketing. Rio de Janeiro: Campus,2000.

KOTLER,P; Armstrong, G. Introdução ao Marketing. 4º ed.. Rio de Janeiro: LTC, 2000. WESTWOOD,J.

Como preparar um plano de Marketing. 7 ed. São Paulo : Clio,1996.

GOMES, H. Um mundo, 7 bilhões de pessoas.

ISTOÉN° Edição: 2190 – Disponivel em : http://www.istoe.com.br/reportagens/172295_UM+MUNDO+7+BILHOES+DE+PESSOAS

Ferramenta Case que auxilia o processo de engenharia de software e-commerce

A definição para a palavra CASE é: Computer Aided Software Engineering, ou seja,
engenharia de software assistida por computador. A ideia central é: são ferramentas que auxiliam
o processo de engenharia de software.
Existem diversas ferramentas no mercado, tais como: Rational Rose, Genexus, Clarify, Multicase,
Paradigm, Together, entre outras. Citarei as ferramentas específicas para área
de banco de dados, tais como: DBDesigner, Erwin, Embarcadero, Workbench, Oracle Designer.

A ferramenta Erwin é bastante utilizada comercialmente devido à quantidade de recursos
disponíveis. Seu fabricante é a CA Computer Associates, e existe uma cópia trial no site que
pode ser usada por 30 dias desde que você faça um cadastro prévio.
Já na esfera das ferramentas gratuitas, podemos citar duas ferramentas:
Mysql Workbench
• Dr. Case
Uso o Mysql Workbench, por ser livre e também porque suporta o banco Mysql, que
uso como SGBD por ser gratuito. A ferramenta Workbench ainda está em
desenvolvimento e, portanto, sua versão é alpha.

Principais Características das ferramentas Case para banco de dados:
1) Suporte a Diagramas.
2) Scripts SQL.
3) Forward Engineer – a partir do Der [diagrama de entidade relacionamento],você conecta no banco e implementa automaticamente o modelo físico. Este recurso permite que uma pessoa sem conhecimentos de SQL, Structured
Query Language, implemente um Der diretamente no banco.
4) Reverse Engineer – a partir do modelo físico implementado no banco, você consegue gerar o Der. Este recurso permite que uma pessoa que não conheça o modelo implementado no banco possa extrair o DER. Um cenário que
podemos citar é de um novo contratado da empresa que precisa desenvolver um sistema baseando-se no banco de dados já existente. Através do uso de uma ferramenta case, ele pode conectar-se à base de dados e extrair o
modelo existente.
5) Documentação – durante a criação das tabelas e atributos, você já documenta, ou seja, já cria o dicionário de dados do seu modelo. Desta forma, é possível sempre ter a documentação atualizada.
Principais Vantagens:
1) Melhor documentação – sempre atualizada
2) Maior velocidade no desenvolvimento de projetos
3) Qualidade dos processos
4) Interface gráfica

 

Mysql Workbech
Características: Gratuito.
Site para download: http://wb.mysql.com/.
Versão atual: 5.1.18 – alpha.
Suporte para Banco: Mysql.

Erwin
Características: Pago ou Trial para teste (30 dias mediante cadastro prévio no site).
Site para download: http://www.ca.com/us/data-modeling.aspx.
Versão atual: 7.3.
Suporte para Banco: Sql Server, Oracle, db2, entre outros.
OBS.: os scripts e o banco escolhido para o exemplo a seguir foi o ORACLE.

 

 

Técnica de modelagem de dados para E-commerce

A técnica de modelagem mais usada é a abordagem Entidade-Relacionamento (ER).
O modelo de dados é representado graficamente por meio de um Diagrama de EntidadeRelacionamento
(DER).
Essa abordagem foi criada por Peter Chen (1976) e é considerada como um padrão para a
modelagem conceitual.
O modelo Entidade-Relacionamento (E-R) tem por base que o mundo real é formado por
um conjunto de objetos chamados de entidades e pelo conjunto dos relacionamentos entre
esses objetos.
O objetivo do modelo E-R é representar a estrutura lógica do banco de dados de uma empresa,
especificando o esquema da empresa, quais as entidades e como elas se relacionam entre si.
O modelo E-R é chamado de Modelagem Conceitual, cujo objetivo é representar de uma forma
abstrata, independente da implementação em computador, os dados que serão armazenados
no banco de dados.
O modelo E-R trabalha com alguns conceitos básicos:
• Atributos
• Conjuntos de Entidade
• Conjuntos de Relacionamento MER

Atributos:
• Simples ou Compostos

o Simples
Possui um domínio simples.
Exemplo: VALOR_TOTAL_ENCOMENDA, cujo domínio é o conjunto dos números
reais positivos, com duas casas decimais.

o Compostos
É formado por uma estrutura de dados, que agrega os domínios simples.
Exemplo: ENDERECO_FORNECEDOR, possui domínios simples como: rua, número,
bairro, cidade, estado, CEP

Monovalorados ou Multivalorados

o Monovalorados
Tem um único valor para cada atributo.
Exemplo:
O número de matrícula de um empregado, cada empregado tem apenas um número
de matrícula

o Multivalorados
Pode haver mais de um valor para o atributo.
Exemplo:
O atributo NUMERO_TELEFONE do empregado Carlos dos Santos pode determinar
dois valores: 3567-1234 e 3567-2345.

Nulos
Não é obrigatório existir um valor em todos os registros. Exemplo:
Atributo: MATRICULA_CONJUGUE Pode haver empregados que não tenham
cônjuges que trabalham na empresa e, portanto, não teriam valor para este atributo.

• Obrigatório
Tem de existir um valor para o atributo em todos os registros.
Exemplo:
Atributo: NOME_EMPREGADO na entidade EMPREGADO não pode haver nenhum
empregado ao qual não seja atribuído um nome.

Campo Obrigatório
Campo Obrigatório

 

Entidade

Uma entidade é representada por um conjunto de atributos.
Para cada atributo há um conjunto de valores permissíveis (domínio). Um atributo é um dado
associado a cada ocorrência de uma entidade ou de um relacionamento.
Atributos e valores, juntos, descrevem as instâncias/ocorrências de uma entidade.
Os atributos são as propriedades das entidades.

 propriedades das entidades
propriedades das entidades

As entidades são representadas por retângulos.
Uma entidade tem um conjunto de propriedades, e os valores para alguns conjuntos dessas
propriedades devem ser únicos.
Uma entidade pode ser completa, como uma pessoa ou um livro, ou pode ser abstrata como
um empréstimo, uma viagem de férias ou um conceito.

Estratégias para reconhecer entidades

As coisas tangíveis: aquilo que pode ser tocado.
• Ex: avião, carro, cachorro, gato, livro, caderno etc.
Funções: todo o tipo de papel, atribuição, classificação, ou outra característica qualquer que,
para um dado elemento, especifique não sua existência, mas sua atuação no ambiente em que
está inserido.
• Departamento de uma empresa, o autor de um Departamento de uma empresa, o autor
de um livro, um médico.
Eventos ou ocorrências são ações ou fatos que uma vez ocorrendo possuem características
próprias sobre as quais podemos fazer alguma referência.
• Um voo comercial, um acidente de trânsito, um jogo de futebol.

Conjunto de Relacionamentos

• Um relacionamento é uma associação entre uma ou várias entidades (objetos da
realidade).
Exemplo: um relacionamento entre um sócio “João” com o show “S-15”.
Esse relacionamento especifica que o sócio “João” compareceu ao show que foi designado
com o número “S-15”.
• Um conjunto de relacionamentos é um conjunto de relacionamentos de mesmo tipo.
• Conjuntos de relacionamentos, representado por um losango.
Ex:ecommerce

Configuração para auxiliar na implantação de sua loja virtual Vtex, Tray, Magento, Opencart e Woocommerce

Para auxiliar na implantação de sua loja, você pode contratar também os serviços abaixo:

  • Configuração de Pagamento

  • Configuração de Antifraude

  • Configuração de SMTP (para emails de notificação)

  • Configuração de trigger para Carrinho Abandonado

  • Configuração AntiSpam


Continue lendo “Configuração para auxiliar na implantação de sua loja virtual Vtex, Tray, Magento, Opencart e Woocommerce”

Plano de treinamento para a Plataforma de E-commerce: Vtex, Tray, Opencart, Woocommerce e Magento

O plano de treinamento consiste em habituar o usuário ao dia-dia da plataforma bem como a utilização para iniciar o ecommerce em sua plataforma de E-commerce. Os itens abaixo serão abordados: Continue lendo “Plano de treinamento para a Plataforma de E-commerce: Vtex, Tray, Opencart, Woocommerce e Magento”

Sistema Gerenciador de Banco de Dados: Business Intelligence & CRM

Business Intelligence

O BI- BusinessIntelligence – pode ser definido como o processo de coletar grandes quantidades de dados, realizar sua análise e apresentar um conjunto de relatórios que condensem a essência dos dados para a tomada de decisões do negócio fundamentais para a empresa.

Outra visão do BI o mostra como um método/ferramenta para melhorar o desempenho dos negócios, fornecendo assistências poderosas para nível executivo. As ferramentas de BI são vistas como uma tecnologia que permite a eficiência de operação do negócio por fornecer uma informação de valor para a empresa e, consequentemente, o modo como estas informações são utilizadas.

O conceito de BI foi trazido pelo Gartner Group desde 1996 e por eles definido como a aplicação de um conjunto de metodologias e tecnologias, tais como J2EE, DOTNET, Web Services, XML, data warehouse, OLAP, Data Mining, as tecnologias de representação, etc., para melhorar a eficácia da operação da empresa, de apoio à gestão/decisão para alcançar vantagens competitivas. O BI hoje se tornou uma solução integrada para empresas, dentro do qual o requisito do negócio é definitivamente a chave mestra que impulsiona a inovação tecnológica. Como identificar e tratar de forma criativa esse negócios-chave é a questão principal, logo, sempre o grande desafio de uma aplicação de BI para alcançar o impacto nos negócios real.

Para auxiliar nessa resolução, o BI possui diversos softwares para a ação ETL, o Data Wharehouse, a consulta banco de dados e elaboração de relatórios, a ferramenta OLAP e o Data Mining. O Business intelligence (BI) possui dois diferentes significados relacionados com a utilização do termo “inteligência”. O mais importante, é a capacidade da inteligência humana aplicada aos negócios assuntos/atividades. A Inteligência de Negócios é um novo campo de investigação da aplicação das faculdades cognitivas humanas e artificiais para a gestão e apoio à decisão em diferentes problemas de negócios.

O segundo refere-se à inteligência como informações, valorizando-as quanto a sua relevância. São imprescindíveis informações, conhecimento e tecnologias eficientes no tratamento de negócio organizacional e individual. Assim, nesse sentido, a inteligência de negócios é uma ampla categoria de aplicativos e tecnologias para coleta de dados, proporcionando acesso e análise de dados com o objetivo de ajudar os usuários corporativos a tomar melhores decisões de negócios, tendo um conhecimento abrangente de todos os fatores que afetam o negócio. É imperativo que as empresas tenham conhecimento profundo sobre fatores, tais como os clientes, concorrentes, parceiros de negócios, ambiente econômico e operações internas, para tornar eficaz na tomada de decisões de negócios de qualidade e inteligência de negócios.

Atualmente, elevando os padrões empresariais, as tecnologias e automações levam a uma grande quantidade de dados disponíveis que criam/requerem tecnologias de armazenamento para criar repositórios para esses dados, os chamados Data Wharehouses. Ferramentas como ETL (Improved Extract, Transform, load – Extração, Transformação/Processamento, Carregamento Melhorados) e EAI (Enterprise Application Integration – Integração Empresa-Aplicativos/ Ferramentas) são elementos chave na melhoria da coleta de dados, bem como a ferramenta OLAP (Online Analytical Processing – Processamento Analítico Online) permitem uma geração mais rápida de relatórios de análise de dados

A Inteligência de Negócio tornou-se a arte de peneiração através de grandes quantidades de dados, extraindo informações pertinentes, e transformando essas informações em conhecimento sobre as quais ações importantes podem ser feitas para a empresa.

Alguns Componentes do BI

OLAP (Online Analytical Processing): refere-se à maneira pela qual os usuários de negócios podem acelerar a busca de dados usando ferramentas sofisticadas que permitem a navegação de dimensões, tais como tempo ou hierarquias. O OLAP é usado para a elaboração de relatórios, análise, modelagem e planejamento de otimização do negócio, trabalha com outras ferramentas (Data Warehouses e Data Marts) que são projetados para sofisticados SGIs. Esse processo auxilia na análise de tendências e fatores críticos, gerando relatórios agregados de dados para manter o gestor informado do estado dos seus negócios.

Advanced Analytics ou Data Mining: Faz a análise e previsão dos dados, o que possibilita vantagens com técnicas de análise estatística para fornecer informações seguras.

BI em tempo real: Permite a distribuição de métricas através de e-mail, mensagens sistemas e / ou exposições interativas.

Data Warehouse: É, talvez, o componente mais significativo do BI, pois suporta e gerencia a armazenagem de dados e a sua propagação física pela rede que o manipula, criando integração de registros, limpeza, agregação e consulta a tarefas melhores, elementos esses usados por toda empresa, do tático ao operacional.

Data Marts: Essa ferramenta é uma coleção de dados, semelhantes ao Data Wharehouse, para suporte a tomada de decisão com base nas necessidades de determinadas áreas ou departamentos. Por exemplo, a área de finanças tem seu Data Mart, o marketing o seu e assim por diante. Resumidamente, pode se dizer que o Data Mart é um Data Wharehouse setorizado

 

Sistema Gerenciador de Banco de Dados

O Sistema Gerenciador de Banco de Dados, também conhecido por SGBD, é formado pelo agrupamento dos dados associados a um conjunto de softwares que acessa esses dados. Diferente das ferramentas já aprendidas aqui, o objetivo do SGBD é criar um ambiente que convenha tanto a eficácia do acesso a esses dados quanto a sua análise/manipulação, bem como o trabalho a todo armazenamento de informações empresariais, ou seja, o banco de dados.

Os sistemas de banco de dados tem seu projeto baseado na gerência dos enormes volumes de informações, o que implica na definição das estruturas de armazenamento das informações e dos mecanismos para manipulação de informações; esses sistemas também possuem a função de assegurar a segurança das informações, impedindo, dentre outros, o acesso não autorizado.

 

Problemas que devem ser combatidos pelo SGBD.

Inconsistência e Redundância de Dados: Já que arquivos acabam sendo criados por diferentes analistas, é comum que esses arquivos sejam feitos em formatos diferentes, ou possam estar repetidos no banco de dados.

Dificuldade de Acesso aos Dados: Ocorre quando existe uma relação de empregados, e se essa relação não tiver sido prevista inicialmente no sistema faz-se necessário que uma adequação ao sistema seja desenvolvida e que gere esta lista solicitada.

Isolamento dos Dados: Dados dispersos em vários arquivos, que apresentam diferentes formatos, torna muito difícil escrever novos módulos para a recuperação apropriada destes dados.

Problemas com Integridade: Manutenção de dados elevados demais para manter a integridade dos valores internos dos arquivos (informações).

Problemas de atomicidade: Ação de precaução em que, uma vez detectada uma falha nos arquivos ou no sistema de arquivos, os dados sejam salvos em seu último estado consistente, anterior a essa falha.

Anomalias no acesso concorrente Alguns sistemas permitem atualizações simultâneas dos dados para aumento do desempenho, porém essa interação, quando muito elevada, pode resultar na inconsistência dos dados.

Problemas de Segurança Delimitação de quais estão ou não estão autorizados a acessar o banco de dados em seus diversos níveis.

Fonte: Notas de Aulas, Lab. T.I., UNILINS, (2012) Disponível em: http://goo.gl/s3vFKT. Último acesso: 10/09/2013

 

CRM

CRM (Customer Relationship Management) é um conceito forjado para descrever a forma como planejar meios estruturados de gestão das relações com os clientes.

Uma ferramenta de CRM permite que uma empresa possa gerenciar relacionamentos com clientes de uma forma estruturada e organizada com softwares que normalmente são hospedados; podem ser adquiridos em empresas específicas, encomendados particularmente para sua empresa ou ser adquiridos na forma de serviços na nuvem. Muitas empresas que implementam um CRM veem melhorias substanciais nos processos de negócios, departamento de vendas, bem como o lucro do negócio.

A maioria dos sistemas CRM normais são divididos em três módulos principais:
• marketing
• vendas
• atendimento ao cliente

Marketing

O módulo de Marketing permite que sua equipe de marketing planeje a longo e curto prazo atividades de marketing ao seu negócio.

Planejamento de Marketing

Os planos de marketing podem ser inseridos no CRM e orçamentos, metas e tarefas relacionadas podem ser definidos no sistema para suas campanhas. As campanhas podem ser específicas para o tamanho da empresa, localização, produtos preferidos, etc., pois tudo isso são informações armazenada dentro do CRM.

Gerenciamento de campanhas

‘Campanhas’ de marketing podem assumir a forma de feiras, anúncios de TV, anúncios de revista, e pode atingir diferentes clientes potenciais. Essas campanhas têm diversos dados recolhidos que são inseridos no CRM, dando-lhe uma precisão no sucesso da campanha de marketing.

Vendas

O módulo de vendas CRM ajuda a seus gerentes de vendas estruturar seus processos de equipe de vendas e de pré-venda através de cotações e fechamento de negócio. O CRM permite que as equipes de vendas identifiquem as interações fundamentais dos clientes (chamadas, reuniões, e-mails etc.). Gerentes de vendas podem processar esses dados e comparar cotas de vendas em relação às vendas reais.

Além disso, o CRM pode alertar automaticamente os gerentes, informando cursos de ação recomendadas, e proporcionar uma comunicação estruturada, diminuindo o trabalho da administração. Isto é conhecido como “fluxo de trabalho automatizado” e pode ser personalizado para combinar com a política de vendas da sua empresa.

Gestão de Oportunidades

Oportunidade é o ponto chave das vendas, receita potencial para a empresa. O CRM ajuda a equipe de vendas, organizando tudo; as informações relevantes no banco de dados central ajuda os gerentes de negócios, fornecendo em tempo real identificadores de oportunidades como:
• “Janela” de vendas;
• Clientes Potenciais;
• Oportunidade de vendas e interesse do produto;
• Receita esperada de vendas;
• Data prevista de fechamento de vendas;
• Principais datas relacionadas com vendas.

Gestão de Atividades As “atividades” são elementos como reuniões, discussões, notas internas, e-mails. A Gestão de Atividades permite registrar todas as suas atividades de vendas em uma plataforma centralizada, ajudando-o a construir uma visão 360° da comunicação com o cliente. A maioria dos CRMs permite sincronizar essas atividades com o MS Outlook / Lotus Notes entre outros. Atendimento ao Cliente O CRM permite gerir de forma eficaz a capacidade de suporte ao cliente da sua empresa. Isso também pode ser personalizado para atender a sua empresa e ajudá-lo a fornecer seus serviços. Além disso, eles podem reduzir drasticamente o seu suporte administrativo pela construção de uma base de dados da empresa, que pode ser usado pela equipe de apoio e até mesmo acessados por seus clientes em um “portal”.

CRMs geralmente incluem as seguintes funcionalidades de apoio ao cliente:
• Service Level Agreement (SLA) – Contrato de Serviços;
• Management Solution – Planejamento de Recursos e Agendamento;
• FAQ – Respostas à Perguntas Frequentes;
• Administração de Call center;
• Apoio à gestão colaborativa de recursos de clientes.

A solução CRM pode melhorar substancialmente seus negócios, proporcionar visibilidade em inteligência de negócios críticos e tornar suas equipes mais eficientes. O conceito mais importante a ter em mente: você deve saber como gerenciar as relações com os clientes. Um sistema de CRM é só uma ferramenta, não uma panaceia para todos os problemas. Consultores não serão capazes de ajudá-lo com todos os problemas. Você precisará fazer o trabalho por si

Escolher o pacote de software ERP correto. Necessidade, abrangência, vantagens, caracteristicas e migração do ERP.

O incontrolável avanço da Tecnologia da Informação com o passar dos anos fez com que as empresas fossem obrigadas a utilizar sistemas computacionais para suportar suas atividades. Geralmente, para cada empresa, vários sistemas foram desenvolvidos para atender aos requisitos específicos das diversas unidades de negócio, plantas, departamentos e escritórios. Porém essa divisão trouxe problemas como a dificuldade de obtenção de informações consolidadas e a inconsistência de dados redundantes, armazenados em mais de um sistema. Os sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) solucionam esses problemas ao agregar, em um só sistema integrado, funcionalidades que suportam as atividades dos diversos processos de negócio das empresas.

Com o passar dos anos, o incansável evoluir da Tecnologia da Informação fez com que as empresas passassem a utilizar sistemas computacionais para suportar suas atividades.

Fez-se comum o desenvolvimento de diversos sistemas que atendessem os mais específicos requisitos de cada empresa. Essa divisão, entretanto acarretou em problemas como a dificuldade na obtenção de informações sólidas e a inconsistência de dados redundantes armazenados em vários sistemas. A ferramenta (ou sistema) ERP (Enterprise Resource Planning) resolve essa questão uma vez que integra as funcionalidades que dão suporte as atividades dos diversos processos empresariais.

O ERP foi elaborado a partir da evolução de outra ferramenta, o MRP (Material Resource Planning). Nessa nova ferramenta foram agregadas funcionalidades de programação mestre da produção, cálculo de necessidades de capacidade, calculo detalhado de necessidade de capacidade, controle do chão de fábrica, controle de compras, Sales & Operations Planning, entre outros.

Assim o MRP deixava de atender não somente as necessidades de informação relativas ao cálculo da necessidade de materiais, para agora atender às necessidades de informação para a tomada de decisão gerencial sobre outros recursos de manufatura. Porém, antes de se chamar ERP o antigo MRP passou a chamar-se II (Manufacturing Resource Planning – Planejamento de Recursos de Manufatura).

Objetivados em aumentar o alcance dos seus produtos, os fornecedores de sistemas gerenciais desenvolveram mais módulos que se integrariam aos módulos de manufatura, mas agora com um escopo que ultrapassa os limites da manufatura. Exemplos de módulos são: o Gerenciamento dos Recursos Humanos, Vendas e Distribuição, Finanças e Controladoria, entre outros. Esses novos sistemas, capazes de suportar as necessidades de informação para todo o empreendimento, são denominados sistemas ERP.

Da necessidade do ERP

Uma vez que a necessidade dos clientes tem mudado gradativamente, com expectativas de que as empresas possam prover maior qualidade, produtos adequados, rapidez, menor preço, com melhores serviços e garantia de responsabilidade social, a internet passou a demonstrar possibilidades para as empresas realizarem negócios e melhorarem sua performance e lucratividade. Mais empresas buscam na internet a ajuda na otimização da divulgação de seus produtos e serviços para assim atender um número maior de possíveis clientes. Somado a isso, diversos outros ramos também tem procurado, por meio do e-commerce, estabelecer pontos de venda. Com o uso da internet foi possível aos negócios realizar, de formas cada vez mais automatizadas, interfaces diretas entre os sistemas das empresas envolvidas (clientes e fornecedores).

No cenário atual então é impossível imaginar uma empresa, seja qual for seu porte, que não trabalhe com um sistema ERP dando suporte tecnológico aos seus processos de funcionamento. Sites de compra ou e-commerce, SEM, e-Procurement, e demais funcionalidades de qualquer ERP, possibilitam a compra em qualquer lugar do mundo.

A carteira de clientes hoje é muito superior a de antigamente, na época da atuação regional, e para oferecer maior agilidade de vendas, faz-se necessário o domínio de novas tecnologias utilizando as práticas de CRM. O processo de informatização exige consequentemente investimentos em infraestrutura de rede e hardware, o que para muitos empresários é visto como algo desvinculado com a empresa, logo desnecessários.

Visando a informatização, tais investimentos além de necessários são contínuos e com o recurso virtual (internet) a informatização é hoje algo imediato. Está um passo a frente aquele que se adapta a trabalhar a cadeia da informação a seu favor, de forma mais rápida, como base de auxílio à tomada de decisões.

Abrangência de um sistema ERP

Não é possível que afirmemos que um sistema que funciona perfeitamente em uma empresa irá funcionar tão bem em outra empresa. Observa-se que situações nas quais um mesmo sistema atende a uma empresa, ele não atende a outra, mesmo que seja do mesmo ramo de atividade, observasse também que a abrangência que se deseja para os sistemas ERP deve ser levada em conta, pois afetam seus sustos. Formas de trabalho manuais ainda são comuns em algumas empresas, mesmo que sejam parcialmente automatizadas; por outro lado há empresas que são completamente automatizadas.

Dentro de um único módulo de um ERP, como exemplo, pode-se ter diferenças de escopo, ou seja, ter em uma empresa um módulo financeiro contemplando a atividade de “Controle Bancário”, enquanto em outra empresa tal atividade não está automatizada. Frente a essa problemática torna-se claro que um sistema ERP não é um produto único e instalável em qualquer lugar como só vendidos, mas sim uma solução que deve se moldar às características de cada empresa.

Algumas vantagens do ERP

O Sistema ERP possui algumas vantagens:
• Possibilidade de uma visão geral sobre o que se passa no negócio, isso se torna útil para os gestores, poupando-lhes tempo, e se lembramos de que tempo é dinheiro; nos sistemas tradicionais o gestor tinha que obter informações de cada divisão separadamente e depois integrá-las.
• Possibilidade de, uma vez obtidos os serviços ATP (Available-to-promise), o cliente saber quando sua encomenda chega o ato da compra, isto é possível devido à integração das unidades de negócio feita pelo ERP
• Medir o desempenho global da empresa sem ter que analisar departamento por departamento
• Uniformização dos processos de manufatura que se traduz em economia de tempo e acréscimo da produção
• Uma vez analisado pelos parceiros de negocio, o plano de integração passa a ter um controle melhor dos stocks, além de se reduzir os stocks, tudo isto leva a cortes nos gastos de aprovisionamento.

Características dos sistemas ERP

Os SIGs, ou os Sistemas ERP, nos últimos anos sofreram uma rápida evolução e com isso suas características também foram evoluídas e melhor definidas. Os Sistemas ERP para serem considerados com tal, possuem algumas características indispensáveis, sendo elas apresentadas no quadro a seguir:

Flexibilidade: Um sistema ERP é flexível de forma a responder às constantes transformações das empresas; operação sobre diferentes bases de dados, pois as informações podem mudar de áreas durante os processos;

Modularidade:  Sistema de arquitetura aberta, isto é, pode ser utilizado um módulo livremente, sem que este afete os restantes; suporte a múltiplas plataformas de software e hardware, pois muitas empresas possuem sistemas heterogêneos; facilidade de expansão e/ou adaptabilidade de mais módulos posteriormente;

Compreensivo Apto a suportar diferentes estruturas organizacionais das empresas, bem como a uma vasta área de negócios;

Conectividade Não ser confinado ao espaço físico da empresa, permitindo a ligação com outras entidades pertencentes ao mesmo grupo empresarial (multiempresas);

Melhores Práticas Possuir a seleção das melhores práticas de negócio do mercado; Simulação da Realidade Permitir a simulação da realidade da empresa com prospecções para os diversos módulos existentes, gerando sólidos relatórios e gráficos para auxiliar na tomada de decisões;

Funcionalidade É o conjunto total de funções embutidas em Sistema ERP, suas características e suas diferentes possibilidades de uso; Módulos São os menores conjuntos de funções que podem ser adquiridos e implementados, separadamente em um Sistema ERP. Normalmente, tais conjuntos de funções correspondem a divisões departamentais de empresas;

Parametrização É o processo de adequação da funcionalidade de um sistema ERP a uma determinada empresa através da definição dos valores de parâmetros já disponibilizados no próprio sistema;

Configuração é o nome dado ao conjunto total de parâmetros após sua definição, representando o conjunto das opções de funcionamento das diversas funções de um Sistema ERP;

Customização É a modificação de um sistema ERP para que este possa se adequar a uma determinada situação empresarial impossível de ser reproduzida através dos parâmetros já existentes;

Localização É a adaptação (através de parametrizações ou customizações) de Sistemas ERP desenvolvidos em determinado país para utilização, considerando aspectos como impostos, taxas, leis e procedimentos comerciais; Atualização São as “novas versões” disponibilizadas pelo fornecedor a fim de aumentar a funcionalidade e corrigir erros/problemas existentes.

FONTE: Teraware Soluções em Software e Internet, OUT/ 2012

Os Sistemas ERP podem ser divididos em módulos que possibilitam uma empresa implementar apenas partes do sistema que sejam de seu interesse, e, mesmo que a empresa deseje implementar todo o sistema, possa fazê-lo em etapas, para significar um processo.

Além disso a divisão conceitual de um Sistema ERP em módulos facilita a compreensão de seu funcionamento e a divisão de responsabilidades entre os usuários (quem faz o quê).

Os módulos ERP mais comuns são como segue:
• Módulos Estratégicos;
• Módulos Operacionais (ou módulos de controle);
• Módulos de Auxílio;

Módulos Estratégicos
São aqueles que estão mais sujeitos a questionamentos daqueles que os utilizarão, bem como os mais explorados atualmente pelo mercado, criando mais questionamentos do que respostas uma vez que se aproveitam das duvidas de ação dos gestores. Os mais conhecidos são CRM e SRM. Customer Relationship Management (CRM) – Visa à constante busca da Fidelização do cliente à sua marca ou produto. Trata-se do gerenciamento de atitudes, posturas e políticas de relacionamentos, que tem como objetivo manter seus clientes fiéis e constantes, não permitindo espaço para os concorrentes. Encontra-se no mercado, vários softwares sendo comercializados como soluções CRM, mas seja qual for o utilizado, nenhuma empresa irá vencer no mercado sem o conhecimento de como lidar com os relacionamentos com o cliente.

A tecnologia auxilia em muito as empresas que se dedicam as boas práticas de CRM, mas é imprescindível ao esquecer que o computador é uma ferramenta de trabalho e deve se focar no objetivo final. Observando o auxílio dado pela TI ao CRM, é possível notar condições básicas de funcionamento para todo sistema: Cadastro de Clientes – Além dos dados convencionais, como Razão Social, Endereços (cobrança, entrega, etc.), telefones e faz, E-Mail, nome dos contatos, etc., várias outras informações podem ser acrescentadas, melhorando ainda mais as condições de avaliação do potencial do cliente, como: quantidade de PDV, outras marcas concorrentes com as quais trabalha, marca preferencial,espaço interno destinado à linha de produto, etc. Outros tipos de informações também são incluídos para facilitar o trabalho como: time para o qual o comprador torce, preferências gastronômicas, datas comemorativas familiares, etc.

S.A.C. – Sistema de Atendimento ao Consumidor – São sistemas específicos para a realização de comunicação com o cliente, como o recebimento de críticas e sugestões, é importante os sistemas SAC terem preocupações como as do Call Center, no eu diz respeito ao dimensionamento de pontos de atendimento e, principalmente, na preparação dos seus atendentes.

Supplier Relationship Management (SRM) – O objetivo principal desse sistema é obter os benefícios do CRM, mas com foco em fornecedores fazendo com que seja bom na área de compras da empresa, e não mais com vendas. O gerenciamento do relacionamento com os fornecedores compreende o fortalecimento da parceria, a busca da integração dos dados e a automatização de todo o processo de aquisição de produtos, com o objetivo de redução de custos e tempo (cycle time) de compras. Sempre que uma necessidade de compras surge na empresa, através de uma Requisição de Compras, o sistema ERP dispara automaticamente, via E-Mail, um pedido de cotação (conhecido no mercado como RFQ – Request for Quotation).

E-Procurement e Strategic Sourcing – Essas duas ferramentas são de crucial importância para os sistemas SRM. Para se relacionar com seus funcionários, a empresa tem hoje as funcionalidades de um sistema de ERM, que comumente está escondido atrás da conhecida Intranet, um sistema de ERM pode compreender muito mais do que simplesmente disponibilizar o cardápio do restaurante da empresa, ou a lista interna de ramais e os aniversariantes do mês.

BI – Businness Intelligence – Mais um serviço utilizado com mais e mais frequência. Seu conceito baseia-se em uma estrutura de dados projetada para fornecer subsídios aos dirigentes da empresa para as suas tomadas de decisões; para tanto usa a base de dados corporativa da empresa, de onde extrai os dados necessários, criando os Data Mart, específicos para cada área de interesse. O conjunto de Data Mart compõe o Data Warehouse que é a base de dados a ser explorada pela ferramenta de BI. Normalmente essa ferramenta é desenvolvida visando uma apresentação interfacial mais amigável. Seus recursos incluem a geração de relatórios, planilhas, gráficos e recursos de explosão das informações em vários níveis de visualização

Módulos Operacionais
Os módulos operacionais se concentram em atividades administrativas, financeiras e comerciais. Pode-se dizer que o módulo estratégico é desnecessário para o funcionamento operacional. O tamanho da empresa e seu ramo de atuação define a utilização de quais módulos estratégicos devem ser utilizados. Porém quando falamos dos módulos operacionais, mesmo que a empresa não tenha áreas específicas para determinadas atividades, isso não significa que a atividade não exista na empresa.

Por exemplo, pode-se ter uma empresa de pequeno porte, onde não existe uma área de Compras, porém a atividade de comprar coisas existe na empresa, desempenhada por alguém e de alguma forma. Isso basta para que o processo de informatização das atividades operacionais básicas (financeiras / administrativas / comerciais) seja inevitável, esses módulos operacionais do ERP acabam existindo de uma forma ou outra, independentemente do tamanho da empresa ou de sua estrutura física interna. Também é importante ressaltar a questão cultural da empresa que é responsável pelo sucesso ou fracasso da automatização seja essa de que forma for que ocorra.

Módulos de Auxílio

O avanço da TI, mais especificamente dos microprocessadores, deram a possibilidade de se gerar documentos digitalmente o que em um ambiente de empresarial significa o uso de processadores de texto, planilhas eletrônicas e todas as demais ferramentas dessa natureza.

A quantidade de documentos digitais gerada cresce continuamente, exigindo ferramentas para controle de localização, atualização, versões e mesmo de temporalidade de guarda dos documentos. Com essa evolução constante surgiu a necessidade de algum tipo de ferramenta para Gerenciamento de Documentos, Document Management (DM). A tecnologia de DM foi inicialmente relacionada no gerenciamento de documentos de engenharia e normas técnicas, sendo, inclusive, uma das exigências da ISO 9000. Essa tecnologia permitiu a rastreabilidade das alterações dos documentos.

Hoje, a elevada quantidade de arquivos e a infinita necessidade do compartilhamento desses arquivos, tanto nas redes internas como na Internet, e o controle das atualizações em ambiente distribuído, são justificativa para a implantação de sistemas de DM que implementa, no mundo digital, muitas das funcionalidades já existentes nas aplicações de Records Management no mundo papel. Mais uma ferramenta dos módulos auxiliares é a tecnologia COLD, Computer Output to Laser Disk, que inicialmente foi introduzida para substituir a tecnologia COM, Computer Output to Microfilm, devido à redução de custos quando se armazenam as informações em discos ópticos comparados ao microfilme. Com o uso dessa tecnologia foi possível o armazenamento e gerenciamento de relatórios de forma digital. Devido à abrangência dessa tecnologia, em vez de COLD ela passou a ser chamada de ERM – Enterprise Report Management

Mudando para o ERP

Para uma eficiente passagem do modelo convencional para o sistema ERP, seguem-se os seguintes cuidados mais comuns:

 

Ação Leva a…
Identificar a implementação do ERP como uma iniciativa de negócio. Educar e ajustar a equipa de gestão rapidamente.
Não deixar os problemas técnicos afetarem as linhas temporais do projeto. Criar uma equipe de qualidade elevada para gestão de mudança.
Antes da implementação, fazer previsões. O que dirão os resistentes?; Que conflitos de opinião existem?; Discrepâncias no plano
Evitar conflitos entre as divisões do negócio. Os gestores de cada unidade de negócio devem entender as razões da mudança; Devem saber o que vai acontecer com eles; Deve ser elaborado um documento descrevendo a estratégia de mudança.

Escolher o pacote de software ERP correto

É sempre uma árdua tarefa a escolha do sistema que deve ser comprado, treinado e utilizado, pois se qualquer tipo de erro vier a ocorrer o resultado aparecera nas etapas finais do processo da empresa, acarretando problemas muito grandes. Para se implantar um sistema ERP deve-se pensar principalmente em:

• Gerar um atendimento ao cliente claro;
• Definir qual etapa da empresa deve receber o sistema ERP, fazendo uso da modularização.
• Pesquisar vários desenvolvedores de sistema ERP, pois alguns oferecem mais funcionalidades que outros. Assim também não se deve focar o barateamento da compra, pois um software mais econômico pode não ter um modelo mais adequado às ações da sua empresa.

Impactos da Tecnologia da Informação nas Empresas

Impacto da T.I. na Comercialização

Na era da economia industrial, o produtor tinha o poder de criar, e o consumidor a possibilidade de comparar e acessar vários mercados. Hoje, na era virtual, o poder foi trocado de mãos, passando para o consumidor, que agora tem amplo acesso a informação, permitindo pesquisar preço e valor agregado, conveniências para a aquisição dos produtos e/ou serviços.

Para as empresas, muito foi melhorado, por exemplo, a capacidade de armazenamento de informações por meio de comunicação de softwares denominados CRM (customer relationship management), que permite extrair conhecimento individualizado em cada cliente que acessa determinado serviço.

 

Impacto da T.I. na Logística
Por ser a área responsável por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa, tornou-se foco de desenvolvimento de diversas técnicas e ferramentas para sua implementação otimizada. Dessa forma, poucas são as empresas que não fazem uso do operador logístico, que tem sido a solução mais simples, pois se especializam, evitando os custos da T.I. Logística para a empresa.

Operador logístico:
• é responsável pela capilaridade necessária e os meios de transporte adequados;
• associa a operação dos serviços de armazenamento;
• é responsável pelo preparo de carga;
• é responsável pela gestão; e pela transmissão das informações entre fornecedores, produtores, clientes e agentes financeiros.

Nesta solução, é necessário que os sistemas de informação estejam integrados e conectados.

Capilaridade – significa você aparecer, sua empresa estar presente, até porque se uma pessoa ou uma empresa não estiver no local, corre o risco de perder posição para a concorrência

Impacto da T.I. na Produção

Muito mais notadas em funções como controles numéricos de máquinas-ferramenta onde o operador realiza algumas ações, como iniciar e finalizar a realização da operação de tornear peças, por exemplo. Hoje, vários tipos de automações e robôs dominam por completo as linhas de produção das fábricas. Dessa forma, a gestão da produção também foi contemplada com inúmeros empregos de tecnologia de informação.

Esses empregos da T.I. na produção, na organização e na gestão é um dos principais fatores de aumento de produtividade da economia industrial.

Impacto da T.I. na Gestão

Diversas ferramentas de gestão, como portais e intranets, bem como ferramentas de colaboração, como comunidades de prática e videoconferências, são hoje instrumentos poderosos de divulgação e disseminação da estratégia. Em determinados casos, a utilização de ferramentas dessa natureza, para viabilizar o envolvimento do maior número de pessoas possível nas fases iniciais de definição das estratégias, permite criar elevado nível de comprometimento e facilitar o processo de implantação da estratégia.

Nessa etapa de compreensão e disseminação da estratégia, as ferramentas de TI que suportam o BSC (Balanced Scorecard) são poderosas aliadas. Ferramentas de Business Intelligence, como data warehouse e data mining, também são fortes aliadas no processo de acompanhamento da execução da estratégia, pois oferecem painéis de indicadores que permitem a identificação de processos de trabalho ou áreas que estejam comprometendo a execução da estratégia e, consequentemente, necessitam de um maior apoio da área de recursos humanos. A utilização de bases de conhecimento de competências individuais e organizacionais possibilitam a identificação das competências relevantes para o alcance da estratégia.

A criação de comunidades de prática e de aprendizagem relacionadas aos temas relevantes para a estratégia da organização, com a ampla utilização de ferramentas de colaboração, auxilia na disseminação e contribui para o alinhamento e comprometimento das pessoas com a estratégia.

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Práticas Convencionais vs. Evolução Tecnológica

Conflito nos negócios: pessoas vs. máquinas Como as máquinas se tornaram mais inteligentes, as pessoas que as usarão se tornaram mais inteligentes e rápidas – FATO.

Time is money
Tempo é crucial para assegurar vantagens competitivas. Inteligência, sobrevivência, adaptabilidade, lealdade e poder para implementar são alguns dos termos que estão levando os gestores a questionarem o gerenciamento baseado no tempo, no lugar do gerenciamento, baseado no dinheiro, porém, uma vez estabelecido o perfeito gerenciamento temporal, as vantagens competitivas serão tamanhas, que os lucros serão maiores também.
“…não concentre no objetivo somente, mas muito mais nos meios para se alcançar os objetivos…”

Padronização e flexibilidade
Finda as superburocracias. Organizações devem aceitar o fato de que o não-equilíbrio transformou-se na condição padrão de operação, cuja flexibilidade é o caminho para adaptar-se, sobreviver e prosperar em uma época de transição.

Funções e sistemas
Funções organizacionais são coisas do passado, ao invés da departamentalização de funções e da inflexibilidade rotinizada, o modelo de sistemas integra informação e conhecimento de todas as funções, significando uma contínua comunicação, e vai prevalecer no futuro.

“…toda revolução pode ser traumática no ponto de vista sociológico, mas faz parte da evolução humana…”

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Economia vs. Nova Economia (visão de consultor de e-commerce)

Introduzir tecnologia da informação requer planejamento judicioso e análise dos custos envolvidos comparados com as vantagens mercadológicas almejadas, porém se tem vendido produtos de tecnologia da informação como se fossem soluções mágicas que resolvem tudo facilmente.

A economia atual faz uso de transformações tecnológicas de processos e produtos, produção e gestão baseadas em conhecimento. Para tanto, tem-se dois momentos: o primeiro é a introdução da tecnologia de informação na economia industrial e na agrícola, o segundo são os produtos específicos da indústria informacional, virtual ou digital, dispositivos que processam a informação ou próprio resultado da digitação e processamento da informação.

Apesar de o processo de virtualização ocorrer a muito tempo, é apenas nos dias de hoje que ele se tornou claro e presente. No espaço virtual vem sendo criado vários portais e páginas, que abrigam atividades econômicas até então só existentes no mundo real.

Para a criação dessas ferramentas, fez se necessário o desenvolvimento de novas técnicas de telecomunicações (satélites, fibra ótica e sem fio), e sua implementação junto as tecnologias da informação complementam a plataforma cibernética e multifuncional, sobre a qual é construído o mundo virtual.

A web plataforma, ou somente internet, realiza esta plataforma cibernética de forma cada vez mais abrangente e de fácil acesso, criando e adaptando novas técnicas, tecnologias e ferramentas virtuais, mas, mesmo assim, a todo momento novas tecnologias, dispositivos, ferramentas e processos mais adequados à realização de atividades no espaço cibernético e de comunicação entre o mundo real e o virtual são introduzidos, tornando a web plataforma um ferramenta obrigatória para a maioria das instituições.

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Importância do Sistema Integrado de Gestão para as Empresas de E-commerce

Para as empresas, a T.I. adquire importância no momento em que permite e/ou gera mudanças na maneira de realizar cada uma das atividades da cadeia de valor, o que, por sua vez, aumenta a sua eficiência individual, além de possibilitar a alteração da natureza das ligações entre as atividades. A cadeia de valor é a representação do conjunto de atividades realizadas em uma empresa, dividindo-se em duas categorias: atividades primárias (que colaboram para agregar valor ao produto); atividades secundárias ou de apoio.

As atividades primárias são divididas em atividades de logística de entrada (recebimento e estocagem de matéria prima), produção, logística de saída (distribuição), marketing e vendas e pós-venda. O sistema de valores, também conhecido como cadeia de suprimento (supply chain), é composto pela união das cadeias de valor de diversas empresas clientes e fornecedores formando uma cadeia completa da matéria prima até o consumidor final, em uma dada indústria.

“A TI não somente afeta a maneira como cada atividade individual é realizada, mas, através de novos fluxos de informação, a TI está aumentando a habilidade das empresas para explorar os elos entre as atividades, tanto interna como externamente à empresa. A tecnologia está criando novas ligações entre as atividades e agora as empresas podem coordenar suas atividades em conjunto com as atividades de seus clientes e fornecedores” PORTER e MILLAR (1985)

Aspectos que Fortalecem o SIG na Gestão Empresarial

O SIG é instrumento para o processo decisório, e para que a empresa possa usufruir as vantagens básicas dos SIGs é necessário alguns aspectos:
• O envolvimento da alta e média gestão;
• A competência por parte das pessoas envolvidas com o SIG;
• O uso de um plano mestre ou planejamento global;
• A atenção específica ao fator humano da empresa;
• A habilidade dos executivos para tomar decisões com base em informações;
• O apoio global dos vários planejamentos da empresa;
• O apoio organizacional de adequada estrutura organizacional e das normas e procedimentos inerentes ao sistema;
• O conhecimento e confiança no SIG;
• Existência de e/ou informações relevantes e atualizadas;
• A adequação custo-benefício.

As mudanças nos processos empresariais são inevitáveis quando se opta por investir em inovação, principalmente com relação à tecnologia.

Importância do SIG para as Empresas

Tem-se dificuldade em avaliar quantitativamente os benefícios oferecidos por um sistema de informação gerencial.

O sistema de informação gerencial pode, sob determinadas condições, trazer os seguintes benefícios para as empresas:
• Redução dos custos das operações;
• Melhoria no acesso às informações, proporcionando relatórios mais precisos e rápidos, com menor esforço;
• Melhoria na produtividade;
• Melhoria nos serviços realizados e oferecidos;
• Melhoria na tomada de decisões, por meio do fornecimento de informações mais rápidas e precisas;
• Estímulo de maior interação dos tomadores de decisão;
• Fornecimento de melhores projeções dos efeitos das decisões;
• Melhoria na estrutura organizacional, para facilitar o fluxo de informações;
• Melhoria na estrutura de poder, proporcionando maior poder para aqueles que entendem e controlam os sistemas;
• Redução do grau de centralização de decisões na empresa;
• Melhoria na adaptação da empresa para enfrentar os acontecimentos não previstos.

Essas premissas permitem que as empresas definam possíveis fortalecimentos do processo de gestão, garantindo o diferencial de atuação e, por consequência, vantagem competitiva. O SIG deve ser desenvolvido de forma a dar apoio às metas da organização. Por exemplo, os executivos de nível superior usam relatórios do SIG no desenvolvimento de estratégias para o sucesso dos negócios, os gestores de nível médio usam os relatórios de SIG para comparar as metas estabelecidas da empresa com os resultados reais.

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A gestão empresarial precisa do apoio de sistemas: Gestão da Informação.

A gestão empresarial precisa cada dia mais do apoio de sistemas, pois estes dão segurança, agilidade e versatilidade para a empresa no momento em que se processam as decisões. As empresas precisam estar preparadas para lidar com os problemas internos e externos do ambiente em que estão inseridas, para tanto, buscam no desenvolvimento de sistemas de informações suporte para a resolução desses problemas.

Os sistemas de informação objetivam a resolução de problemas organizacionais internos, e a consequente preparação para enfrentar as tendências da crescente competitividade de mercado.

A exigência do mercado competitivo, dinâmico e principalmente globalizado motiva as empresas a operarem com um sistema de informação eficiente, garantindo níveis mais elevados de produtividade e eficácia.

Na era da informação, o diferencial das empresas e dos profissionais está diretamente ligado à valorização da informação e do conhecimento, proporcionando soluções e satisfação no desenvolvimento das atividades. Para serem efetivos, os sistemas de informação precisam corresponder às seguintes expectativas:
• Atender as reais necessidades dos usuários;
• Estar centrados no usuário (cliente) e não no profissional que o criou;
• Atender ao usuário com presteza;
• Apresentar custos compatíveis;
• Adaptar-se constantemente às novas tecnologias de informação;
• Estar alinhados com as estratégias de negócios da empresa.

Ao atender esses requisitos a empresa se sente confiante no momento de utilizá-lo no processo decisório de seus negócios.

Classificação de Sistema de Informação

Os sistemas podem ser classificados de acordo com a sua forma de utilização e o tipo de retorno dado ao processo de tomada de decisões. Os sistemas podem ser de contexto operacional ou gerencial, ou seja:
• Sistemas de Apoio às Operações
– Sistema de Processamento de Transações (SPT)
– Sistemas de Trabalho do Conhecimento e de Automação de Escritório (STC e SAE)

• Sistema de Apoio Gerencial
– Sistema de Suporte da decisão (SSD)
– Sistema de Suporte Executivo (SSE)
– Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Veremos agora cada um dos sistemas de forma mais clara.

• Sistema de Apoio às Operações
Os sistemas de Apoio às Operações de uma empresa têm por principais metas processar transações, controlar processos industriais e atualizar banco de dados, fornecendo informações de âmbito interno e externo. Apesar da sua importância para o desenvolvimento normal das atividades da empresa, não consegue desenvolver informações específicas, necessitando do apoio do sistema de informação gerencial.

– Sistema de Processamento de Transações (SPT)
A automatização dos trabalhos repetitivos e rotineiros comuns aos negócios da empresa agiliza e facilita a realização dos trabalhos. Além de oferecer uma gama maior de informações. Como exemplo, pode-se citar a emissão de notas fiscais e o controle de estoque.

“Um sistema de processamento de transações é um sistema computadorizado que executa e registra as transações rotineiras diárias necessárias para a condução dos negócios”. LAUDON e LAUDON (2001)

– Sistemas de Trabalho do Conhecimento e de Automação de Escritório (STC e SAE)

Os aplicativos dos escritórios são projetados com base na necessidade de manipulação e gerenciamento de documentos, aumentando, assim, a produtividade dos envolvidos com a atividade; por exemplo, a editoração eletrônica, arquivamento digital, planilhas de cálculo e outros, favorecem a qualidade e agilidade das tarefas.

Sistema de Apoio Gerencial

Quando se fala em fornecer informações para a tomada de decisão, toda a empresa deve estar envolvida nesse processo. A complexa relação entre os diversos gerentes de uma organização deve ser facilitada pelos sistemas de apoio gerencial.
São eles:
– Sistema de Suporte da decisão (SSD)
Os sistemas de suporte da decisão são munidos de grande quantidade de dados e ferramentas de modelagem, permitindo uma flexibilidade, adaptabilidade e capacidade de resposta rápida ao nível gerencial da organização. Eles oferecem recursos cruciais que viabilizam o suporte às decisões de nível gerencial.

– Sistema de Suporte Executivo (SSE)
Os sistemas de suporte executivo dão suporte ao nível estratégico da empresa e ajudam a definir os objetivos a serem estabelecidos, utilizando-se de tecnologia avançada para a elaboração de gráficos e relatórios. Os usuários desse sistema são os executivos seniores. Os sistemas de suporte executivo não são projetados para resolver problemas específicos; em vez disso, fornecem uma capacidade de computação e telecomunicações que pode mudar a estrutura dos problemas.

– Sistema de Informação Gerencial (SIG)
O sistema de informação gerencial dá suporte às funções de planejamento, controle e organização de uma empresa, fornecendo informações seguras e em tempo hábil para tomada de decisão. Os executivos devem buscar projetar os sistemas de informação gerencial inserindo dados de origem interna e externa, existindo, portanto, uma interação entre os meios, resultando na concretização dos objetivos preestabelecidos pela empresa. As fontes externas advêm do relacionamento com fornecedores, acionistas, clientes e concorrentes, facilitadas nas atuais circunstâncias pela evolução tecnológica.

As fontes internas estão relacionadas aos bancos de dados mantidos pela organização. Os bancos de dados são atualizados pela captura e armazenamento dos dados resultantes da integração dos diversos sistemas que compõem a organização, entre eles, sistemas de finanças, sistemas de contabilidade, sistemas de recursos humanos, sistemas de venda e marketing.

A seguir há duas tabelas que resumem as classificações dos sistemas para uma compreensão mais detalhada:

 

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As decisões são tomadas sob diversas condições: sob condições de certeza, condições de
incerteza e condições de risco. As decisões programadas normalmente oferecem um grau de
risco menor do que as decisões não-programadas.
Em se tratando das decisões tomadas sob certeza, o elemento de decisão tem conhecimento
das consequências ou resultados de todas as alternativas, sendo assim, pode escolher a melhor
dentre as alternativas propostas.
Com relação às decisões tomadas sob condições de incertezas, os resultados são desconhecidos
e gerados sob probabilidades, cujo elemento de decisão tem pouco ou nenhum conhecimento
das informações que formam as alternativas.
Na tomada de decisão com risco, todas a alternativas têm um resultado específico e são
projetadas sob probabilidades conhecidas.

O tomador de decisão conhece todas as alternativas
e sabe que o risco é inevitável. Dessa forma e possível observar que a tomada de decisão está
diretamente relacionada ao potencial informativo do Sistema de Informação da empresa, e este
dever ser o mais útil possível na geração da melhor informação no auxílio ao gestor.
Os sistemas de informação gerenciais fortalecem o plano de atuação das empresas. A geração
de informações rápidas, precisas e principalmente úteis para o processo de tomada de decisão
garante uma estruturação de gestão diferenciada, resultando em vantagem competitiva sobre as
demais empresas.

TABELA 1: Tipificação dos Sistemas de Informação
Vendas e
Marketing Produção Finanças Contabilidade Recursos
Humanos
Sistemas de Nível Estratégico
Sistema de
Informações
Gerenciais (SIG)
Administração
de vendas
Controle de
estoque
Análise de
Investimento
de Capital
Análise de
recolocação
Sistema de
Suporte a Decisão
(SSD)
Análise de
regiões de
venda
Programação
da Produção
Análise
de preço
lucratividade
Análise de
custo contratual
Sistema de Nível de Conhecimento
Sistema de
Trabalho do
Conhecimento
(STC)
Engenharia
de Estação de
Trabalho
Estações de
Trabalho
Gráfica
Estações de
Trabalho
Gerencial
Sistema de
Automação de
Escritório(SSD)
Processador de
Texto
Documentação
de Imagem
Calendários
Eletrônicos
Sistema de Nível Operacional
Sistema de
Processamento de
Transação (STP)
Controle de
máquina
Negociação
de Títulos
Folha de
Pagamento Compensação
Monitoramento
de Pedido
Programação
de Fábrica Contas a pagar Treinamento e
desenvolvimento
Processamento
de Pedido
Controle de
Movimentação
de Material
Administração
do Caixa
Contas a
receber
Manutenção
de registro de
empregado
TABELA 2: Características dos Sistemas de Processamento de Informação
Tipo de
sistema Informações Entrada para
Processamento Informações Saída para
Usuários
SSE Dados Agregados Internos e
Externos
Imagens,
Simulações
Projeções; respostas
para questões Gerentes Sr.
SSD
Baixos volumes de dados ou
banco de dados volumosos
organizados para análise de
dados; modelos analíticos e
ferramentas de análise dados
Interatividade;
Simulações e
Análise
Relatórios especiais;
analise de decisões;
respostas para as
questões
Profissionais;
Gerência
administrativa
SIG
Dados de transação
resumidos; grandes volumes
de dados; modelo simples
Relatórios
rotineiros; modelo
simples; análise de
nível inferior
Resumo e relatórios
de execução
Gerentes de
nível médio
STC Especificações de projeto e
base de conhecimento
Modelagem;
simulações Modelos; Gráficos Profissionais e
pessoal técnico
SAE Documentos; prazos
Gerenciamento
de documentos;
programações;
comunicações
Documentos;
programações e
correio
Trabalhadores
de escritório e
administrativo
SPT Transações e eventos
Ordenação;
listagem; fusão;
atualização
Relatórios detalhados
listas e resumos
Pessoal
operacional;
supervisores