E-commerce: Aplicação dos Bancos de Dados

Atualmente os bancos de dados estão presentes na vida da maioria das pessoas, sem que elas percebam. Um exemplo é: você já se perguntou sobre o que armazena seus dados, tais como CPF, RG, Certidão de Casamento, e outros documentos? Ou até mesmo quando vamos até uma loja para comprar um produto de forma parcelada, é necessário um cadastro… onde ficam armazenados os dados deste cadastro? A resposta é simples! Todos estes dados ficam armazenados em um tipo de sistema computadorizado, denominado de Banco de Dados, ou seja BD. A definição de um BD, segundo [Heuser,2009], é: um banco de dados = um conjunto de dados integrados que atendem a uma comunidade distinta de usuários.

 

Os bancos de dados estão presentes no nosso dia a dia:
• Compra de bilhetes aéreos
• Compra em um site de e-commerce
• Plataforma de e-commerce
• Loja Virtual de Calçados
• Loja Virtual de Perfumes e Cosméticos
• Loja Virtual de Cama Mesa e Banho
• Loja Virtual de Informática
• Compra em um site de e-commerce
• Site de Consultor de E-commerce
• Compras em marketplace e  e-commerce
• Pesquisa de antecedentes criminais
• Sistema de notas de uma universidade
• Teatro, na venda de ingressos
• Banco

E-commerce e a Categorização de produtos: Importância para a loja Virtual

A categorização de seus produtos é um item fundamental para busca em sua loja e também para um melhor aproveitamento das funcionalidades da plataforma de ecommerce, com uma boa categorização você poderá utilizar especificações necessárias para filtros de seu produto. Continue lendo “E-commerce e a Categorização de produtos: Importância para a loja Virtual”

Gerenciamento da Cadeia de Suprimento

Os SIGs visam alcançar toda cadeia logística de suprimentos. Se até hoje esses sistemas têm sua operação focada no âmbito de uma empresa ou unidade de negócio de uma corporação, realizando a integração com outras unidades ou outras empresas da cadeia logística onde atuam, através de integrações eletrônicas via EDI, com compartilhamento (parcial) de base de dados, de hoje em diante quando se fala de gestão da cadeia de suprimento, utilizando ferramentas de planejamento (e controle) global da mesma, o alcance passa a ser muito menos pontual e muito mais profundo com relação a processos de negócios, a partir do uso da tecnologia de informação, levantando questões relativas às quais são as pré-condições de sucesso dessa gerência complexa, e da implantação dessa integração.

São grandes os desafios nessa linha, com vários exemplos de sistemas geograficamente distantes; com hardwares diversos; necessidade intensiva de telecomunicações; base de dados diversa (requerendo um “data warehouse global”); operando em estruturas organizacionais e em culturas diversas; composta por recursos humanos de perfis diferenciados; empresas norteadas por estratégias diferenciadas, refletidas em diferentes posicionamentos competitivos; com múltiplos canais de distribuição e mercados regionais com características específicas; gerências financeira, de materiais, contábil, etc., não necessariamente compatíveis; além de aspectos decorrentes, eventualmente, da localização em países diferentes, com leis e culturas diferenciadas; entre outros, avolumam o conjunto de desafios a serem vencidos, necessários quando se sabe que os processos diversos de cada um dos atores da cadeia deverão, obrigatoriamente, interagir num não trivial inter-relacionamento. No limite dessa integração, a organização será capaz de possuir adaptabilidade máxima às variações ambientais, e suas fronteiras serão difusas. A cadeia como um todo responderá organicamente.

O inter-relacionamento entre organizações passa a ser estreito. A abrangência passa a ser a de toda cadeia. Nesse contexto, se a informação não está compilada, ela está disponível ou é disponibilizável, tornando possível o desenvolvimento ou simplesmente a utilização de ferramentas que permitirão uma tomada de decisão com maior acuidade (aqui entram os sistemas de Data Warehouse Management), possibilitando a construção de sistemas de gestão baseados em indicadores eficientes, em real time com a execução dos processos. Adicionado a esse modelo de cadeia de suprimentos, temos as questões relativas à tomada de decisão que passa a ser requerida em um ambiente de operação globalizado, a partir de informações e indicadores formulados por meio de uma “base de dados global” (data warehouse global).

A construção desses indicadores e seus inter-relacionamentos, a partir de um EIS (Enterprise Information System) logístico, global e agora viável, porém não simples e não trivial, sendo o sucesso dessa construção talvez o ponto onde se concentra a maior possibilidade de diferenciação, no momento em que todos estiverem operando com o mesmo sistema.

A gestão baseada em indicadores de desempenho, facilitando o monitoramento on-line da realização da estratégia e a tomada de decisão, é um passo além dos EIS tradicionais. A disponibilidade da informação, casada à sofisticação dos modelos de gestão que agora vêm sendo incorporados aos sistemas, abre a perspectiva de que possa a vir ocorrer à realização da gerência efetivamente norteada pelos objetivos estratégicos do negócio, alcançando todos os níveis da empresa, chegando ao operacional, realizando a ligação entre o planejamento estratégico e o operacional. Com esses vários desafios a vencer e com essas perspectivas de uso da informação, os SIGs caminham na direção da integração da cadeia de suprimentos.

Evolução do SIG

Os SIGs representam, sob certa ótica, a infraestrutura sistêmica (sistemas, aplicativos, etc.) capaz de realizar a mudança na forma como é estruturada organizacionalmente a empresa, em casamento com a infraestrutura proporcionada pelas redes de comunicação e pelos sistemas de banco de dados.

Quanto maior for o grau de aprofundamento e capilaridade da implantação e da utilização da infraestrutura de redes e do SIG, a empresa tende a torna-se menos hierarquizada, a organização passa a ser realizada em termos de sequenciamento de atividades no tempo, em outras palavras, processualmente, com quebra da estrutura funcional cartesiana. Passa a possuir maior capacidade de adequação, em curto ou menor prazo, às mudanças ambientais, realizando a integração plena entre a empresa, seus clientes e fornecedores e, portanto, proporcionando melhor resposta e maior capacidade de realização das estratégias competitiva e de produção.

Essa perspectiva evolucionária pode ser nesse momento delineada por vertentes de desenvolvimento que, em síntese, podem ser entendidas como uma expansão da abrangência de atuação dos SIGs, voltadas, portanto, para a continuidade da expansão das fronteiras de atuação destes sistemas, fazendo uso da infraestrutura de hardware (equipamentos, redes de comunicação) e software complementar (banco de dados, sistemas operacionais de rede, sistemas de backoffice, etc.) disponível e também em constante evolução.

Além dos vários fatores intrínsecos às características de um SIG, que os tornam ambicionados por qualquer gerente ou tomador de decisão em qualquer empresa, a atual onda de expansão da base instalada, evidenciada pelo grande número de vendas, tem sido adicionalmente impulsionada nos últimos anos pela necessidade, não mais postergável, de atualização de sistemas existentes na empresa, devido aos esforços de adequação dos mesmos à virada do milênio. Esses sistemas, operando muitas vezes em anacrônicas e centralizadoras plataformas de hardware, são, em geral, pouco amigáveis e com elevada manutenção, apresentando custos de atualização desencorajadores.

O sucesso atual dos SIGs advém, sobretudo, dos enormes ganhos oriundos pura e simplesmente da integração do que antes se encontrava isolado em diversos sistemas e bases de dados, enclausurados na estrutura funcional. A integração é de fato a estrela. O uso dos SIGs impacta a estrutura organizacional, a cultura e a estratégia da empresa, alterando seus processos, a forma como realiza suas atividades. Esses sistemas, pelos ganhos oriundos da integração, forçam o redesenho dos processos, possuindo a habilidade, inerente à concepção dos sistemas com uso de bancos de dados consolidados, de simplificar o fluxo de informação.

Por conta disso, modifica as estruturas gerenciais que passam a ser mais horizontalizadas, flexíveis e democráticas, como a própria estrutura organizacional da empresa.