Compras Via Internet: Compra não presencial! Comércio Eletrônico.

Inicialmente tanto os computadores quanto os personal computers, eram muito caros e somente uma pequena parcela restrita entre milionários, pesquisadores, bancos e Instituições governamentais tinham acesso. No decorrer dos anos, com diversas formas de baratear a fabricação dos componentes internos e a invenção dos transistores (substituindo a antiga válvula) o custo dos computadores diminui abruptamente de forma que muitos equipamentos que utilizam-se da lógica booleana acabou sendo impactado com custos menores nos quesitos de componentes elétricos.

Com o barateamento do personal computer, celulares, Internet acessível para grandes cidades do Brasil, cursos de informática acessíveis, cursos superiores de Computação, Telecomunicações, investimento de infraestrutura por parte do Governo e empresas privadas, hoje em dia, o Brasil tornou-se um grande concorrente mundial em termos de acessos, números de horas de conexão, compras on-line, acesso em redes sociais; os internautas brasileiros conquistaram destaque no mundo, pois, até maio de 2012, tivemos concentrados no Brasil 80 milhões de usuários, segundo IBOPE(2012).

Esses fatores colocaram o Brasil na mira de investidores internacionais e nacionais, que observam, com entusiasmo, o crescimento do mercado e-commerce de 30% ao ano (IBOPE, 2011) e apresentando mais milhões de usuários novos registrados por mês – somente entre setembro e outubro de 2011 registraram-se mais 32 milhões de novos usuários, segundo IBOPE (2011). Umas das ferramentas para prover o comércio eletrônico para o consumidor é o navegador ou browser.

Para personal computers, no ínicio da decáda de 90, o browser era o Mosaic, mas, no final dessa mesma década, a antiga Netscape predominava. Com a popularização do Internet Explorer, a Netscape acabou migrando para o Mozilla Firefox. E, nessa disputa, apareceram o Opera, o Google Chrome, e, para o Sistema Operacional Macintosh, da Apple, o Safari, que predomina embora haja também versões para pc. Segundo IBOPE (2011a), no Brasil, os principais produtos de vendas no comércio eletrônico estão nos:

[…] cinco setores mais visualizados pelos internautas nas lojas online. Em primeiro lugar, ficou o segmento de eletroeletrônicos, seguido por vestuário e têxtil, cultura (livros, CDs e DVDs), casa e decoração, e informática. Entre o líder, eletroeletrônicos, as categorias mais vistas foram eletrodomésticos, televisão, vídeo e DVD e eletroportáteis para casa.

A publicidade (imagem de outra empresa dentro de um website), uma forma de B2B da Internet, sinalizava, no início de 2012, um crescimento de 39% em relação ao ano anterior, segundo IBOPE (2012): No primeiro mês de 2012 foram veiculadas mais de 6 mil campanhas de 2.124 diferentes anunciantes, um crescimento de 39% se comparado a janeiro de 2011. O número de peças publicitárias em formato display passou de 20 mil e representou um aumento de 69% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Além da publicidade também existem os links patrocinados (classificam os websites nos primeiros lugares, nos motores de busca).

Monetate (2012) aponta que, no comércio eletrônico, quase 29,67% dos consumidores são redirecionados através dos motores de busca. O comércio eletrônico, nas redes sociais, dá-se com a divulgação da marca, produto ou serviço, mas o fechamento do negócio propriamente dito ocorre no próprio e-commerce.

Um aplicativo que tem levado milhões de internautas das principais redes sociais ao e-commerce é Pintrest, que é responsável por 26,48% dos consumidores que entraram no e-commerce, segundo Monetate (2012).

Fonte: http://www.socialable.co.uk/

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